16 Grupos de Trabalhos Aprovados para o III EAVAAM

Escolha seu GT e envie seu resumo até dia 22/07/2018. Mais informações AQUI

III Prêmio de Fotografia Arthur Napoleão Figueiredo

Serão premiados dois ensaios fotográficos feitos por antropólogxs, pesquisadorxs e estudantes. O objetivo deste prêmio é incentivar e divulgar a produção fotográfica realizada em pesquisas. Mais informações AQUI

Período de inscrições aberta

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2018 é ano de EAVAAM!

Já estamos na 3ª edição do Encontro de Antropologia Visual da América Amazônica, que ocorrerá nos dias 19, 20 e 21 de setembro de 2018. Em breve traremos mais informações sobre o nosso evento.

Não deixe de participar!

organização




COMISSÃO ORGANIZADORA

 

PRESIDENTE

DENISE MACHADO CARDOSO

 

EQUIPE ORGANIZADORA

ALESSANDRO RICARDO CAMPOS

CARMEM IZABEL RODRIGUES

CRISTIANE MODESTO

ALBINO EUZEBIO

LEILA LEITE

MARIANA XIMENES

MICHEL RIBEIRO

MÍLTON RIBEIRO

PRISCILLA BRITO

LETÍCIA CARDOSO

LAYSE COSTA

LORENA COSTA

RENATA BECKMANN

SHIREY PENAFORTE

THARYN TEIXEIRA

URIENS CAÑETE

VOYNER CAÑETE

 

COMITÊ CIENTÍFICO

CARMEM IZABEL RODRIGUES (UFPA)

CORNÉLIA ECKERT (UFRGS)

DENISE MACHADO CARDOSO (UFPA)

DEYSE FERRAZ (SECULT/PA)

ETIENNE SAMAIN (UNICAMP)

GLAUCO MACHADO (UFPB)

HERALDO MAUÉS (UFPA)

JEAN SEGATA (UFRN)

JESUS MARMANILLO (UFMA)

JOSÉ RIBEIRO (UFG)

LISABETE CORADINI (UFRN)

LOURDES FURTADO (MPEG)

LUZIA ÁLVARES (UFPA)

MARIA ANGELICA MOTTA-MAUÉS (UFPA)

MASSIMO CANEVACCI (USP)

RENATO ATHIAS (UFPE)

SAMUEL SÁ (UFPA)

SELDA COSTA (UFAM)

THALES CAÑETE

VOYNER CAÑETE (UFPA)

 

 

ORGANIZAÇÃO

VISAGEM - Grupo de pesquisa em Antropologia Visual e da Imagem

Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia (PPGSA)

Universidade Federal do Pará (UFPA)

convidadxs




Veja alguns dos nomes que já confirmaram presença...

Marcos Albuquerque

Marcos Albuquerque é doutor em Antropologia Social pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Professor Adjunto no Programa de Pós-graduação em Ciências Sociais (PPCIS) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Pesquisa Etnicidade, Performance, Antropologia da Arte e Antropologia Visual. Sua produção acadêmica, e de vídeos etnográficos, enfoca o sistema da arte étnica, principalmente entre indígenas em contexto urbano. Recebeu cinco prêmios nacionais pela sua produção videográfica. Sua tese de doutorado ganhou a menção honrosa do Prêmio Capes de Tese (2012).  Atualmente coordena na UERJ o N.A.d.A (Núcleo de Antropologia da Arte).

 

Lisabete Coradini

Lisabete Coradini é Doutora em Antropologia pela Universidad Nacional Autónoma de México (2000). Atualmente é Professora Associada do Departamento de Antropologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Coordenadora do NAVIS Núcleo de Antropologia Visual, Diretório de Pesquisa/CNPq-UFRN. Realizou os seguintes filmes: “No mato das mangabeiras”, “Seu Pernambuco”, “cinema moçambicano em movimento”, “Sila, Mulher Cangaceira”, “Mestre Zorro”, entre outros. Membro da Comissão de Elaboração e de Avaliação do Roteiro de Classificação da Produção Audiovisual/CAPES. Tem experiência na área de Antropologia, com ênfase em Antropologia Urbana e Audiovisual, atuando principalmente nos seguintes temas: cidades, espaços, memórias, narrativas, cinema, cinema africano e o uso da imagem.

 

Luis Guilhermo Vasco Uribe

Graduado em Antropologia pela Universidade Nacional da Colômbia e Professor da mesma universidade de 1971 a 2002. Neste período publica: Lewis Henry Morgan. Confissões de Amor e Ódio (1994) e Notas de Viagem. Sobre Marx e Antropologia (2003). Fez trabalho de pesquisa com os índios Embera-Chami 1967-1985, com base em livros publicados: Desenvolvimento histórico da relação homem-terra na Chamí (1973), Los Chamí. A situação dos indígenas na Colômbia (1975), Jaibanás, entre outros. Estabeleceu uma relação de solidariedade com as lutas dos indígenas Guambianos de Cauca; como parte dessa atividade, escreveu, junto com os guambianos Taitas Abelino Dágua e Misael Aranda, os livros: Korosraikwan issukun, (1988), são de raiz e parte aérea (1989), Calendário Guambiano e ciclo agrícola (1990), Semear e viver em nossa Terra (1991) e alguns outros. Essa relação fazia parte de uma forma mais ampla com as lutas do Movimento Indígena do Sudoeste, que resultou em muitas publicações de 1995 a 2002. É autor de diversos livros e de mais de 100 artigos em periódicos e capítulos em livros coletivos. Todos os seus escritos também são publicados em sua página web: www.luguiva.net onde podem ser consultados e baixados livremente. Seu trabalho introduziu elementos renovadores no ensino universitário, como a pedagogia do enfrentamento e na pesquisa, como a metodologia de "coletar conceitos na vida".

 

Luisa Elvira Belaunde

Luisa Elvira Belaunde é licenciada em filosofia pela Universidade Católica de Lovaina (Bélgica - 1985) e doutora em antropologia pela Universidade de Londres (Inglaterra - 1992). Atualmente ela é professora adjunta no Programa de pós-graduação em Antropologia Social do Museu Nacional, UFRJ, e coordenadora do núcleo de pesquisa Anaconda, movimentos, corpos, sentidos. Seus livros Kene: arte, ciência y tradición en diseño (2009), Woreküchiga: el ritual de la pubertad en el pueblo tikuna (2016), Cerámica tradicional kichwa lamas (2017) e outras publicações recentes, pesquisam as artes plásticas e as performances rituais dos povos ameríndios, examinando especialmente a criatividade das mulheres amazônicas face as transformações da contemporaneidade.

 

Renato Athias

Possui graduação em Filosofia pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras (1975), Mestrado em Etnologia - Universidade de Paris X, (Nanterre) em1982,. Doutorou-se em Etnologia pela mesma universidade (1995). Atua como coordenador do Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Etnicidade (NEPE) da UFPE é Professor Associado II do Programa de Pós-Graduação em Antropologia da UFPE. É também professor do Master Interuniversitário de Antropologia Iberoamericana da Universidade de Salamanca, na Espanha. Tem experiência na área de Antropologia, com ênfase em Etnologia Indígena, atuando nas seguintes temáticas: saúde indígena, antropologia visual com projetos de pesquisas entre os índios de Pernambuco e no Alto Rio Negro Amazonas. É membro do Laboratório de Antropologia Visual do Núcleo Imagem e Som & Ciências Humanas da UFPE, É membro do Conselho Curador do Museu do Estado de Pernambuco. Foi coordenador nacional do GT Antropologia Visual da Associação Brasileira de Antropologia (ABA). Atuou como Diretor da Associação Nacional de Pós-Graduação em Ciências Sociais (ANPOCS) e foi Coordenador Geral de Museus da Fundação Joaquim Nabuco em Recife até Janeiro de 2014. Foi secretario geral da Associação Brasileira de Antropologia na gestão 2013/2014 e atualmente é o vice coordenador da Comissão de Museus e Patrimônio Cultural da União Internacional das Ciências Antropológicas e Etnológicas (IUAES).

 

regras




Grupos de Trabalhos Aprovados – III EAVAAM 

Atenção: Todos os coordenadores e coordenadoras dos Gts aprovados devem efetivar sua inscrição no site do evento.

 Apresentações Orais (artigos)

Esse tipo de submissão está preferencialmente reservado aos especialistas, mestrandos(as), mestres, doutorandos(as) e doutores(as), mas os coordenadores dos Gts têm total autonomia para selecionar os trabalhos que lhe chegarem, independente da titulação do proponente. O RESUMO do artigo deve ser em formato de texto (doc), deve conter no máximo 2800 caracteres com espaços, um título de até 200 caracteres com espaços e uma apresentação da autora ou autor (mini C.V.)

*Em breve a formatação do artigo completo

 Pôsteres

Para este tipo de submissão, serão aceitos trabalhos de graduandos, graduados, mestrandos, mestres, doutorandos e doutores. Os pôsteres serão expostos na própria sala do GT e é de total responsabilidade do expositor o transporte, a instalação e a retirada do material expostoO RESUMO do poster deve ser em formato de texto (doc), deve conter no máximo 2800 caracteres com espaços, um título de até 200 caracteres com espaços e uma apresentação da autora ou autor (mini C.V.).

*Em breve a formatação do pôster completo

Os RESUMOS (Artigo e Poster) devem ser enviados diretamente aos coordenadores dos Gts, via e-mail, seguindo os prazos abaixo:

01/06/2018 até 22/07/2018

Submissão de resumos para os GTs 

24/07/2018

Divulgação dos resumos aprovados nos GTs

25/07/2018 até 02/09/2018

Envio dos trabalhos completos para as/os coordenadoras/es dos GTs

até 10/09/2018

Envio das sessões dos GTs com respectivas/os debatedoras/es (quando houver) pelas/os coordenadoras/es dos GTs

A partir de 11/09/2018

Programação completa dos GTs

 Proposta de Mesas Redondas - MR

As Mesas Redondas serão propostas por um(a) coordenador(a) que possua titulação mínima de doutorando(a). As MRs serão compostas por até três participantes e um coordenador, podendo, a critério dos coordenadores, ter um debatedor. Os integrantes deverão pertencer, preferencialmente, a instituições diversas. O coordenador deverá enviar sua proposta, indicando o título da Mesa Redonda com resumo de até 1500 caracteres, contando com os espaços, sobre o tema e indicar os demais membros da mesa. Caso a proposta seja aprovada, cada participante, exceto o debatedor, deverá inserir os títulos e resumos, utilizando até 1000 caracteres (com os espaços), acerca de suas exposições e enviar ao e-mail do coordenador da Mesa Redonda.

As propostas devem ser enviadas até o dia 30 de junho de 2018.

Proposta de Oficinas - OF

Não há titulação mínima para propor oficinas para o III EAVAAM. Cada caso será cuidadosamente analisado pela Diretoria. Serão permitidas propostas de oficinas com até duas sessões com limite de 20 vagas por oficina. Cada uma será coordenada por até dois proponentes e até dois ministrantes, um por sessão. O(s) Coordenador (es/as) deverá(ão) enviar a proposta indicando o título da oficina, o resumo com até 1500 caracteres (com espaço) sobre o tema e indicar os demais membros.

As propostas devem ser enviadas até o dia 30 de junho de 2018.

III Prêmio de Fotografia Arthur Napoleão Figueiredo

Serão premiados dois ensaios fotográficos feitos por antropólogxs, pesquisadorxs e estudantes. O objetivo deste prêmio é incentivar e divulgar a produção fotográfica realizada em pesquisas. Serão aceitos ensaios fotográficos nacionais e internacionais desde que tratem de temas de relevância antropológica e com qualidades estéticas. Para concorrer ao prêmio, inscreva-se no site do evento; feito isso, envie (até 30 de julho de 2018) uma mensagem com o título “Prêmio de fotografia” para o e-mail premioeavaam2018@gmail.com contendo (em anexo) os seguintes arquivos:

1.Um arquivo (em formato PDF, com no máximo 10 MB) contendo o ensaio fotográfico que irá concorrer ao prêmio, de 6 a 10 fotografias numeradas e sem qualquer indicação de autoria;

2.Um arquivo de texto (doc) com o título e uma apresentação do ensaio fotográfico e dx autorx (com no máximo 500 palavras).

Após o resultado da Comissão Julgadora, os dois vencedorxs (1º e 2º lugares) deverão enviar as fotografias impressas para que sejam expostas durante o III EAVAAM, seguindo as regras:

• As fotografias devem ser impressas no tamanho 30x45 (ou aproximadamente)

• As mesmas deverão ser enviadas para o endereço:

Universidade Federal do Pará. Rua Augusto Corrêa 01, Bairro: Guamá, CEP: 66075-110 - Secretaria do PPGSA (Programa de Pós-Graduação de Sociologia e Antropologia) aos cuidados e Rosângela Borges.

 *Está vedada a participação de qualquer membro do Grupo de Pesquisas Visagem e da organização do evento.

 

grupos de trabalho




 Grupos de Trabalhos Aprovados – III EAVAAM 

Atenção: Todos os coordenadores e coordenadoras dos Gts aprovados devem efetivar sua inscrição no site do evento.

 Apresentações Orais (artigos)

Esse tipo de submissão está preferencialmente reservado aos especialistas, mestrandos(as), mestres, doutorandos(as) e doutores(as), mas os coordenadores dos Gts têm total autonomia para selecionar os trabalhos que lhe chegarem, independente da titulação do proponente. O RESUMO do artigo deve ser em formato de texto (doc), deve conter no máximo 2800 caracteres com espaços, um título de até 200 caracteres com espaços e uma apresentação da autora ou autor (mini C.V.)

*Em breve a formatação do artigo completo

 Pôsteres

Para este tipo de submissão, serão aceitos trabalhos de graduandos, graduados, mestrandos, mestres, doutorandos e doutores. Os pôsteres serão expostos na própria sala do GT e é de total responsabilidade do expositor o transporte, a instalação e a retirada do material exposto. O RESUMO do poster deve ser em formato de texto (doc), deve conter no máximo 2800 caracteres com espaços, um título de até 200 caracteres com espaços e uma apresentação da autora ou autor (mini C.V.).

*Em breve a formatação do pôster completo

Os RESUMOS (Artigo e Poster) devem ser enviados diretamente aos coordenadores dos Gts, via e-mail, seguindo os prazos abaixo:

01/06/2018 até 22/07/2018

Submissão de resumos para os GTs 

24/07/2018

Divulgação dos resumos aprovados nos GTs

25/07/2018 até 02/09/2018

Envio dos trabalhos completos para as/os coordenadoras/es dos GTs

até 10/09/2018

Envio das sessões dos GTs com respectivas/os debatedoras/es (quando houver) pelas/os coordenadoras/es dos GTs

A partir de 11/09/2018

Programação completa dos GTs

 

GT1 - CORPOS, GÊNEROS E IMAGENS NA COMUNICAÇÃO

 Este Grupo de Trabalho, em sua terceira edição, procura dar continuidade aos debates acerca das imagens corporais e dos gêneros em aportes midiáticos, considerando a interseccionalidade entre eles e/ou com demais marcadores da diferença e da diversidade como a cor da pele, a geração, a religiosidade, a nacionalidade, o status social etc. Assim, em geral, questiona-se: Quais corpos são (in)visibilizados nas capas de revistas, no cinema, nas telenovelas, no entretenimento, nas reportagens, nas peças publicitárias dentre outros meios de comunicação e de interação social? De que forma questões relativas aos gêneros são pensadas e representadas em mídias onde a imagem visual é necessária? Visa-se, ainda, neste GT, (re)examinar o papel dos operadores da comunicação (Oliveira Júnior 2012), refletindo a respeito dos silenciamentos e das possibilidades de inclusão da multiplicidade de corpos e modos de ser, bem como do reforço ou não de estereótipos relacionados aos gêneros e às corporeidades que se apresentam hodiernamente nos trabalhos elaborados por esses agentes sociais.

Coordenadores:

Edyr Batista de Oliveira Júnior - GEPEM/UFPA (edyroliveirajunior@gmail.com)

Manuela do Corral Vieira – UFPA (manuelacorralv@yahoo.com.br)

 

GT2 - AS CIDADES VIVIDAS E AS SUAS REPRESENTAÇÕES IMAGÉTICAS: OLHARES, TECNOLOGIAS E EXPERIÊNCIAS DE PESQUISA

A cidade pode ser vista, captada, vivida e entendida, certamente, por perspectivas diversas. Partindo dessa afirmativa, o presente GT tem como objetivo problematizar as várias maneiras de ver-registrar e ter a experiência urbana no âmbito da pesquisa. Nesse sentido, a relação cidade- imagem é um ponto de partida para explorarmos as mais diversas formas de observar, representar e se autoreconhecer nas ruas, praças, bairros, manifestações políticas, culturais e na diversidade dos dramas e itinerários cotidianos. Assim, serão bem vindos trabalhos concluídos, e pesquisas em andamento, nas áreas da antropologia, sociologia, história, literatura, geografia e comunicação cujos aspectos teórico-metodológicos tomem as imagens urbanas nos mais diversos sentidos e suportes (fotográfico multimídia e vídeo). Enfim, mais do que registros ilustrativos, elas são consideradas aqui como possibilidade de reflexão sobre questões como: o acesso a cidade, as (auto) representações de determinados grupos, relação individuo-sociedade, visibilização, invisibilização social, tecnologias de mediação da experiência urbana e relações de poder.

Coordenadores:

Jesus Marmanillo Pereira -  UFMA (jesusmarmanillo@hotmail.com)

Luciano Magnus de Araújo - Universidade Federal do Macapá (lucaraujo3@gmail.com)

  

GT3 - MEDIAÇÕES DE LINGUAGENS: PALAVRAS E IMAGENS NA ESCRITURA ETNOGRÁFICA

A construção, socialização e discussão de pesquisas etnográficas, ou em andamento, apresentam elementos de expressões coletivas e individuais que avançam para além da utilização fechada de linguagens e códigos de comunicação. Estamos diante de um fenômeno hodierno, que articula e reconfigura as linguagens verbais e não-verbais, para que consigam adentrar nos espaços midiáticos e de grande repercussão na sociedade, pois o registro antes assumido como simples forma secundária de informação hoje é compreendido como possibilidade de expor posições políticas e construções de identidades étnicas. Desde Malinowski a Victor Turner, a escritura etnográfica adquiriu nuances que determinaram uma nova compreensão do que seja a escrita em antropologia, agora constituída por amplificação recíproca (Barthes, 1990) entre palavra e imagem, com suas consequentes conotações perceptiva, cognitiva e ideológica. Assim o objetivo deste grupo de trabalho é debater as potencialidades de mediação e de conformações de registro entre as linguagens audiovisual e escrita, na etnografia, no âmbito de estudos sobre narrativas em registros verbais e não-verbais. Para tanto, serão aceitos estudos e experimentações que tenham o vídeo, a fotografia, os textos etnográficos e literários, como objetos de análise e interpretações, desde que apresentem e representem essas mediações, reveladora de utopias e distopias, originadas em diversas formas de coletividades.

Coordenadores:

Daniel dos Santos Fernandes – UFPA (dasafe@msn.com)

José Guilherme dos Santos Fernandes – UFPA (mojuim@uol.com.br)

  

GT4 - CIRCULARIDADES E VISUALIDADES CULTURAIS AMAZÔNICAS

Considerando o campo da Antropologia Visual como um campo multidisciplinar onde se cruzam diversas práticas de pesquisa e experiências estético-sensoriais contemporâneas, propomos aqui atrair os olhares, sensibilidades e reflexões sobre os processos de produção e circulação das manifestações e experimentações simbólico-rituais, como formas de expressão e comunicação, assim como modos de produção, reprodução ou resistência cultural de grupos, povos ou coletivos amazônicos, conforme suas identificações. Vislumbramos os rituais contemporâneos, em suas variadas formas e conteúdos, múltiplos sentidos e funções expressivo-comunicativas, que se expressam por meio de práticas e performances rituais/coletivas que conectam, sem dissolver, os espaços e tempos de celebração festiva e vida cotidiana. Neste contexto, importa um olhar sobre as relações de reciprocidade e formas de sociabilidades que criam tipos específicos de agrupamentos culturais cujos laços de afeto permitem um exercício interpretativo sobre as questões que envolvem os sentidos, o gosto e a estética que são atualizados na vida ordinária de (r)existência das manifestações culturais. Em suma, propõe-se um espaço de debate a partir de trabalhos que abordem a maneira pela qual a (re)produção de experiências festivas podem configurar centralidades comunicacionais geradoras de sentidos no contexto dos rituais contemporâneos de práticas culturais performaticamente elaboradas por coletivos e indivíduos na região amazônica.

Coordenadores:

Carmem Izabel Rodrigues – UFPA (ciizbel@gmail.com)

Edgar Monteiro Chagas Junior – UNAMA (edgarchagas@yahoo.com.br)

 

GT5 - POVOS INDÍGENAS NO FOCO DAS LENTES ANTROPOLÓGICAS

O Grupo de Trabalho terá como eixo central de discussão questões relacionadas à visibilidade indígena em seus diversos aspectos. Portanto, o objetivo geral do GT será fortalecer a visibilidade dos povos indígenas, reconhecendo-os como autores de sua própria história, embora chagados pelo colonialismo devastador que os atacou e ainda teima em dizimá-los nos dias atuais. Serão bem vindos trabalhos que proponham análises em torno de produções fotográcas e/ou de áudio e vídeo, destacando temas relacionados aos povos indígenas, dentre eles, a territorialidade, identidade, saúde indígena, educação intercultural, cultura material e imaterial, etnicidade, xamanismo, movimento indígena, relações de gênero. A utilização de ferramentas áudio-visuais no trabalho e na apresentação será de extrema relevância para as proposições do GT. Colocar em destaque os povos indígenas, sua organização social, seus simbolismos, suas formas culturais de modo geral, se apresenta como um instrumento de resistência e de luta por reconhecimento e aceitação. Dessa forma, instigados por elementos visuais, os trabalhos deverão propor encaminhamentos de debate que pautem o respeito à diversidade cultural dos povos indígenas do Brasil e da América Latina.

Coordenadores:

Tadeu Lopes Machado – UFPA (tlopesm@hotmail.com)

Petrônio Lauro Teixeira Potiguar Junior – UFPA (ppotiguar@yahoo.com.br)

Evilânia Bento da Cunha - Universidade Federal do Amapá (evilaniageo@yahoo.com.br)

 

GT6 - POVOS ORIGINÁRIOS E TRADICIONAIS: IMAGENS DE SI E/OU DO OUTRO SOBRE DISPUTAS TERRITORIAIS NA AMÉRICA AMAZÔNICA

 Este grupo se propõe a reunir trabalhos que discutam diferentes olhares sobre quem são, como vivem e como lutam os povos originários e tradicionais da América Amazônica para permanecer em seus territórios tradicionalmente ocupados. A intenção é problematizar a colonialidade do poder a partir de um olhar decolonial sobre as disputas territoriais, opressões e estratégias de resistências. São bem vindos trabalhos que se pautem nos referencias teóricos e metodológicos da Antropologia Visual, isto é, abordagens interpretativa-reflexivas de um corpus textual imagético (cartografias, fotografias, audiovisual e outros). O GT também se propõe a discutir a ética, os desafios, as condições práticas e contribuições heurísticas da imagem nas pesquisas “com” esses povos, isto é, para além das pesquisas “sobre”. E, ainda, muito interessa à discussão, pesquisas produzidas “por eles mesmos” sobre si e/ou sobre o colonizador, ou seja, por acadêmicos indígenas, quilombolas, ribeirinhos e demais comunidades tradicionais que têm acessado às Universidades por meio das políticas afirmativas/cotas ou não.

Coordenadoras:

Maria Do Socorro Rayol Amoras – UFPA (mmaria.amoras@gmail.com)

Solange Maria Gayoso da Costa – UFPA (gayososol@yahoo.com.br)

Marcel Hazeu – UFPA (celzeu@gmail.com)

 

GT7 - VISUALIDADES E (IN)VISIBILIDADES LGBTI EM CONTEXTOS ESCOLARES

Como a juventude de gays, lésbicas, bissexuais, transexuais, travestis e intersexo dão visibilidade às suas lutas contra discriminações e desigualdades, em favor de seus direitos e em ações de reafirmação identitária em escolas, universidades, instituições de formação profissional, etc.? Que olhares educadores, gestores, funcionários e outros estudantes lançam sobre essa população inserida em contextos escolares? Como esses sujeitos articulam suas pautas por meio de estratégias visuais não hegemônicas? Nosso interesse é possibilitar o levantamento dessas experiências visuais nas escolas, universidades, instituições de formação profissional, etc. e fomentar a reflexão e compreensão radical das diferenças em sala de aula, rompendo com modelos de comportamento padronizados e limitantes da existência humana. Portanto, o GT intenta aglutinar pesquisas concluídas ou em andamento, experiências didático-pedagógicas, documentários, vídeos etnográficos, relatos de experiências, ou outras formas de linguagens que retratem essa diversidade humana. Palavras-Chaves: Diversidade; Visualidade; Educação.

Coordenadoras:

Kirla korina dos Santos Anderson – IFPA (kirla7@hotmail.com)

Natália Conceição Silva Barros Cavalcanti – IFPA (natalia.cavalcanti@ifpa.edu.br)

 

GT8 - FOTOGRAFIA, ARTE E CULTURA – ATRAVESSAMENTOS VISUAIS E METODOLÓGICOS

A fotografia representa uma construção paradigmática entre o documento e a intervenção artística. Dessa forma a imagem como cultura visual representa uma crônica visual sobre determinado grupo social. A postura fotográfica é daquele que possui interesse sobre a coisa fotografada tal como é, numa espécie de cumplicidade com o que quer registrar e isso leva a uma postura metodológica de aproximação do grupo social e assim, reproduzir através da imagem determinada realidade. Pensar a fotografia apenas no âmbito da visualidade é limitar seu campo de potencialidades, pois, há uma construção do olhar a partir da cultura. É importante problematizar as imagens, seus suportes e metodologias na relação com a arte e a cultura, na forma de pensar a imagem como documento que visa registrar e apontar recortes sobre determinando comportamento ou estrutura social de determinada cultura. O presente GT visa refletir a fotografia para além do clique, na sua interação entre a construção do olhar do fotógrafo, que é um ente cultural, com as estruturas sociais que visa registrar. Por meio de perspectivas que visam dialogar não apenas através da imagem enquanto cadeia de significação, mas de seus aspectos metodológicos nesse diálogo, visto que ao fotógrafo pesquisador precisa efetivar determinados recortes, ângulos e etc. Essas escolhas representam perspectivas narrativas que levam a perceber determinadas realidades dentro de determinados grupos sociais.

Coordenadores:

Thiago Guimarães Azevedo – UFPA (azevedothiago81@gmail.com)

Raymundo Firmino de Oliveira Neto – UFPA (rfoliveiraneto@gmail.com)

 

GT9 - IMAGEM, MEMÓRIA E NARRATIVA NA CONFIGURAÇÃO DE PAISAGENS URBANAS

Este GT visa discussões em torno da interface entre a antropologia visual e da imagem e a antropologia urbana. Abordaremos os temas imagem, memória e narrativa como imbricados na configuração das paisagens citadinas e reflexões sobre o fazer antropológico que tem a urbe como locus de interlocução. Temos como base o urbano na Amazônia, permeado de fluxos e fronteiras que atualizam formas de sociabilidades praticadas entremeando caminhos de água e terra. Acolhemos trabalhos que apresentem: Estudos sobre imagens e suas constantes re-criações e re-signicações na experiência espaço-temporal; Resultados do exercício antropológico na cidade a partir das narrativas que a constituem; Experimentações no campo das narrativas etnográficas em diferentes linguagens; Reflexões sobre como o trabalho com/através de imagens acrescenta ao debate em torno da matriz teórico-metodológico da antropologia. As múltiplas realidades que se harmonizam e tensionam constituem as cidades narradas de forma heterogênea e complexa, compõem os sentidos do estar ali configurando cotidianamente, coletivamente as paisagens. Propomos um espaço de diálogo sobre cidades na Amazônia, suas diferentes abordagens e o fazer antropológico enquanto produção intelectual e cultural com compromisso ético de construção e partilha de um conhecimento coletivo. Contribuindo à narrativas sobre as paisagens urbanas Amazônicas, engajadas em um paradigma teórico de caráter sensível e orientado por uma estética-ética.

Coordenadores:

Terezinha de Fátima Ribeiro Bassalo - PPGSA – UFPA (terribeiro3@gmail.com)

Lanna Beatriz Lima Peixoto - UFPA – PPGSA (lanna.blp@gmail.com)

Manoel Cláudio Mendes Gonçalves da Rocha - UFRGS

Silvia Lilia Silva Sousa - UFPA

 

GT10 - REPRESENTAÇÕES E IMAGENS SOBRE ÁFRICA E AMAZÔNIA E POPULAÇÕES NEGRAS AFRICANAS E AFRO-AMAZÔNIDAS PARAENSE

A situação colonial foi caraterizada por uma lógica dicotômica que colocava as populações negras africanas numa posição de “resíduos de homens”, “corpos bárbaros” à espera do auxílio de “homens derradeiros”, brancos europeus detentores da lei, direito e da civilização (MBEMBE, 2014). A reedição para o tempo presente dessas lógicas coloniais e suas formas de discriminações raciais, acirradas pelas atuais ondas migratórias tornam esse debate ainda oportuno. No contexto amazônico paraense, ainda, prevalece uma visão mítica e estereotipada de que na Amazônia “só tem índio”. O que escamoteia a realidade de um cenário e pessoas marcados por tradições afro-amazônicas. Negras e negros ao desembarcarem no Brasil ganham automaticamente o rótulo que os generaliza por que “se tornam africanos”, acionando jogos identitários raciais, de gênero e continentais. O interesse é salientar de como a raça e o gênero foram inseridos pelo sistema modernocolonial de gênero (LUGONES, 2014). Esse GT acolhe artigos de base empírica e/ou teórica, experiências etnográficas e ensaios fotográficos que problematizam a relação perversa entre imagens, representações e estereótipos, ao explorar a relevância de recursos audiovisuais na construção de novos sentidos, novas narrativas não só sobre África e africanos muito vistos em condição de “migração temporária” na capital paraense, mas também sobre os imaginários que permeiam sobre Amazônia, dentro e fora dela, acerca de mulheres e homens afro-amazônidas.

Coordenadores:

Monica Conrado – UFPA (monicaconrado6@gmail.com)

Albino José Eusébio – PPGSA/UFPA (albinoeusebio@outlook.com)

 

GT11 - ANTROPOLOGIA GRÁFICA E VISUAL NA PERCEPÇÃO DO AMBIENTE

 O objetivo deste GT é fazer uma discussão de experiências em torno da Antropologia Gráfica e Antropologia Visual nos mais variados contextos. Desta forma, pretende-se tomar as textualidades, gravuras, cartografias, pinturas corporais, desenhos e várias outras possibilidades de imagens na percepção do “Ambiente-mundo”, saindo das dualidades epistemológicas ocidentais como práticas decoloniais. Nesta perspectiva serão bem vindos trabalhos com temas sobre populações tradicionais, religiosidades, xamanismo tradicional e urbano.

Coordenadoras:

Gisela Macambira Villacorta – UNIFESSPA/PPGEAA UFPA (gisavillacorta@gmail.com)

Sônia Cristina de Albuquerque Vieira - UEPA/FIBRA (soniacristinav@hotmail.com)

 

GT12 - MUSICALIDADES, ESPACIALIDADES E IMAGENS

 Neste Grupo de Trabalho buscamos realizar uma discussão aproximativa da relação mutuamente constitutiva entre musicalidades, espacialidades e imagens. Particularmente situado na confluência entre a antropologia urbana, a antropologia da música e a antropologia audiovisual, este GT busca reunir pesquisas em andamentos ou concluídas que discutam, sobretudo, as musicalidades, as espacialidades e as imagens como categorias conceituais, metodológicas e interpretativas da realidade social. Para, assim, construirmos um quadro representativo das principais abordagens teóricas e experiências de pesquisas empíricas sobre a articulação analítica proposta.

Coordenadores:

Chiara Albino - PPGAS/UFSC (tarsila.chiara@gmail.com)

Lisabete Coradini – NAVIS/PPGAS/UFRN  (lisacoradini@gmail.com)

 

GT13 - RELIGIOSIDADES DA E NA AMAZÔNIA: DECOLONIDADE, RESISTÊNCIAS E RESSIGNICAÇÕES

As pesquisas sobre as religiosidades na Amazônia estão presentes desde início do desenvolvimento da Antropologia nesta região, e permanece sendo um dos temas mais recorrentes e relevantes. Grandes nomes da nossa Antropologia como Arthur Napoleão Figueiredo, Eduardo Galvão, Anaíza Vergolino e Raymundo Heraldo Maués entre outros pesquisaram e/ou pesquisam as diversas religiões e religiosidades especialmente as encontradas na Amazônia Paraense. E a imagem é elemento presente e fundamental neste campo de pesquisa atuando junto ao forte apelo simbólico, ético, estético e político da temática. Cabe ressaltar que os pesquisadores acima referidos atuaram no sentido de formar importantes acervos museológicos e áudio-visuais. Neste GT pretendemos reunir trabalhos que tratem nas diversas perspectivas e recortes as várias religiões e religiosidades amazônicas, suas marcas coloniais e seus processos de decolonialidade tanto na prática dos éis quando na construção da pesquisa, seja na etnografia ou na utilização e desenvolvimento de teorias que rompam com o olhar etnocêntrico sobre o tema e que utilizem as imagens nas suas múltiplas concepções e possibilidades.

Coordenadoras:

Mariana Pamplona Ximenes Ponte – UFPA (marianapxp@yahoo.com.br)

Taissa Tavernard de Luca – UEPA (taissaluca@gmail.com)

 

GT14 - SEXUALIDADES MÚLTIPLAS EM CONTEXTOS CONTEMPORÂNEOS

As últimas décadas têm sido marcadas por significativas mudanças nas experiências de sexualidades impondo a necessidade de resignificação das representações de gênero na nossa sociedade. Neste sentido, a proposta deste grupo é oportunizar o diálogo e o debate acadêmico em torno de pesquisas, em andamento ou concluídas, que privilegiem em suas análises o campo das sexualidades múltiplas em suas diversas expressões na contemporaneidade. Consideramos que as sexualidades se constroem e reconstroem, continuamente, e que diversas instâncias e instituições sociais produzem discursos e práticas que se impõem como hegemônicas e, desta forma, instituem o “normal” e o “anormal”; por outro, numa espécie de contrafluxo novas formas de pensar e viver esses campos são produzidas e questionam o que foi instituído gerando dissidências e tensionamentos. Temos interesse em trabalhos que enfoquem a atualidade das práticas sexuais em campos diversos do conhecimento e que dialoguem com a antropologia visual e da imagem em suas mais diversas expressões seja fílmica, imagética, midiática, todas elas relevantes como uma rica fonte de registro, problematização e interpretação da vida social. Temos interesse em trabalhos que enfoquem a atualidade das práticas sexuais em campos diversos do conhecimento e que dialoguem com a antropologia visual e da imagem em suas mais diversas expressões seja fílmica, imagética, midiática, todas elas relevantes como uma rica fonte de registro, problematização e interpretação da vida social.

Coordenadoras:

Telma Amaral Gonçalves – UFPA (telmaral@ufpa.br)

Ana Lídia Nauar – UFPA (nauar_4@hotmail.com)

 

GT15 - IMAGEM E MEMÓRIA

Este gt recebe trabalhos que tratem das possibilidades de relações  entre imagem e memória. Pesquisas que tratem da capacidade da imagem despertar, acionar – (re)-organizar - a memória, as emoções, os pensamentos: individual e coletiva.  Pretende-se discutir as limitações e possibilidades de utilização de recursos imagéticos em pesquisas com grupos socioculturais específicos. Os caminhos que a memória pode se relacionar com o suporte imagético proporcionando debates sobre as potencialidades da linguagem  através  da  imagem,  diálogos  entre  narrativas  orais  e  a  imagem,   no  âmbito  de  estudos  sobre  a  contemporaneidade  e  os  novos  procedimentos  de  construção  de  sentido,  considerando  a  imagem  como  uma  forma  expressiva  significativa  da  nossa  época,  com toda sua complexidade.

Coordenadores:

Alessandro Ricardo Campos – UFPA (ricardocamps52@gmail.com)

Etienne Samain – UNICAMP (etienne.samain@gmail.com)

 

GT16 - MODA, CORPO E CONSUMO: RELAÇÕES MIMÉTICAS E SEMÂNTICAS DO VISUAL

Este Grupo de Trabalho objetiva investigar os códigos e signos visuais que configuram à rede de significados regulatórios de nosso comportamento e que auxiliam na construção de nossas identidades a partir do fenômeno social da Moda, das experiências sociais do Corpo e de uma semântica estética do Consumo. A partir de categorias como “Museu Autobiográfico”, “Narrativas do Vestir”, “Corpo na Moda”, “Consumismo Identitário” dentre outros, e à luz da antropologia visual, pretende-se perceber os imagéticos da cultura material e visual da casa, das coisas, dos objetos, das experiências vestimentares, dos acessórios, dos adornos corporais, assim como estes deixam de ser elementos que concorrem entre si, mas que revelam valores afetivos e culturais e que adquirem semânticas ao serem introduzidas no cotidiano das pessoas. O GT procurará inquirir as distintas potências ativadas pelo uso das roupas, do corpo e das escolhas de consumo que vão desde as memórias que vão se aglutinando nas peças até os dispositivos de esquecimento presentes em trajes que provocam a mimese com a paisagem. As roupas e as performances corporais serão abordadas a partir de vivências pessoais e leituras teóricas com uma metodologia que relaciona vozes dissonantes e que não hierarquiza as fontes de pesquisa. Por meio de exemplos da fotografia, pinturas, sketchbooks, croquis, ilustrações, roupas, figurinos, tatuagens, adornos visuais, manualidades de moda, linguagens artísticas e da literatura, procuraremos perceber narrativas que exploram a relação do usuário com o seu traje, seu corpo e suas predileções de consumo. Vestimos e adornamos nossos corpos através do consumo de experiências visuais e discursivas, como num jogo cuja principal regra é atravessar as camadas nas quais estamos soterrados e encontrar estratégias para nos conectarmos. Nesse sentido, as roupas, os acessórios e adornos que transculturalizam nossos corpos, são nossos cúmplices nessa travessia.

Coordenador:

Rui Jorge Moraes Martins Jr – UEPA, ESMAC, ESAMAZ, SEDUC (rui_junior1977@hotmail.com)

 

prêmio de fotografia




III Prêmio de Fotografia Arthur Napoleão Figueiredo

Serão premiados dois ensaios fotográficos feitos por antropólogxs, pesquisadorxs e estudantes. O objetivo deste prêmio é incentivar e divulgar a produção fotográfica realizada em pesquisas. Serão aceitos ensaios fotográficos nacionais e internacionais desde que tratem de temas de relevância antropológica e com qualidades estéticas. Para concorrer ao prêmio, inscreva-se no site do evento; feito isso, envie (até 30 de julho de 2018) uma mensagem com o título “Prêmio de fotografia” para o e-mail premioeavaam2018@gmail.com contendo (em anexo) os seguintes arquivos:

1.Um arquivo (em formato PDF, com no máximo 10 MB) contendo o ensaio fotográfico que irá concorrer ao prêmio, de 6 a 10 fotografias numeradas e sem qualquer indicação de autoria;

2.Um arquivo de texto (doc) com o título e uma apresentação do ensaio fotográfico e dx autorx (com no máximo 500 palavras).

Após o resultado da Comissão Julgadora, os dois vencedorxs (1º e 2º lugares) deverão enviar as fotografias impressas para que sejam expostas durante o III EAVAAM, seguindo as regras:

• As fotografias devem ser impressas no tamanho 30x45 (ou aproximadamente)

• As mesmas deverão ser enviadas para o endereço:

Universidade Federal do Pará. Rua Augusto Corrêa 01, Bairro: Guamá, CEP: 66075-110 - Secretaria do PPGSA (Programa de Pós-Graduação de Sociologia e Antropologia) aos cuidados e Rosângela Borges.

 *Está vedada a participação de qualquer membro do Grupo de Pesquisas Visagem e da organização do evento.

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contato2018@eavaam.com.br

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