ATENÇÃO: ANAIS do evento já disponível - ISSN 2447-9349. Visite esta sessão aqui no site. http://www.eavaam.com.br/anais/

 

 

Assista aos vídeos produzidos no II EAVAAM. Clique na sessão vídeos aqui no site.

 

Os certificados do evento já foram enviados. Alguns e-mails cadastraddos estão com problemas, caso seu certificado ainda não tenha chegado entre em contato imediatamente pelo e-mail contato@meustickets.com.br

 

O II EAVAAM terminou. A organização do evento gostaria de agradecer, profundamente, a participação de todas e todos. Apesar de um ano bem difícil, conseguimos realizar nosso tão esperado evento. Sabemos que não foi nada fácil a vinda de tantos amigos e colegas de outros estados, e países, pois o panorama atual no Brasil não está nada otimista - algumas ausências por falta de apoio das universidades fizeram muita falta para todos nós. Mas os trabalhos apresentados nos GTs, as discussões das mesas, as palestras e as oficinas foram de altíssimo nível, o que nos faz querer sempre melhorar e fazer com que o evento se torne uma tradição no campo das audiovisualidades e as ciências humanas...e afins. Que venha, então, o III EAVAAM em 2018, e esperemos que o Brasil se encontre em um momento mais favorável e feliz. Avante!

 

 

 

II Encontro de Antropologia Visual da América Amazônica - EAVAAM

“Debates contemporâneos sobre audiovisualidades nas Ciências Sociais”
25 a 27 de outubro de 2016 Universidade Federal do Pará | Belém-PA

Este II EAVAAM continua como iniciativa do VISAGEM – Grupo de Pesquisa em Antropologia Visual e da Imagem da Universidade Federal do Pará. No entanto, em 2016, teremos um novo tema, Debates Contemporâneos sobre audiovisualidades nas Ciências Sociais, que nos permitirá mobilizar um arsenal metodológico e analítico visando uma interface entre a Antropologia, outras ciências e saberes. O objetivo desta segunda edição é consolidar, ampliar e divulgar as pesquisas, produções e produtos realizados no Brasil e na América Amazônica acerca das audiovisualidades e das dimensões imagéticas e sonoras.

O VISAGEM, coordenado pela Profa. Denise Cardoso, continuou nestes dois anos que nos separam da primeira edição, na UFPA e fora dela, reunindo estudantes, professoras/es e pesquisadoras/es da graduação e da pós-graduação em atividades de ensino, pesquisa e extensão que contribuem para ampliação do uso transdisciplinar da Antropologia Visual e da Imagem – partindo do planejamento anual, de reuniões semanais e eventos pré-EAVAAM ocorridos nos últimos anos.

Portanto, objetiva-se ampliar a reflexão e o desenvolvimento de pesquisas, produções e produtos em Antropologia Visual e da Imagem, quais sejam: a) reflexões sobre as experiências de estudantes e/ou pesquisadoras/es que utilizam imagens nas investigações científicas e/ou artísticas; b) sistematização de relatos de práticas extensionistas e/ou de ensino realizadas por professoras/es de instituições de ensino (fundamental, médio e superior) da América Amazônica; c) organização e participação em eventos acadêmico-científicos; d) práticas artístico-interventivas; e) exposição, curadoria, vernissages, produção cultural e/ou quaisquer produções em interface com o audiovisual, dentre outras metas.

Almeja-se com esta segunda edição a capilarização de propostas teórico-metodológicas e da reflexividade acerca das imagens & sons que compõem as cenas, as práticas e os saberes construídos pelas populações da América Amazônica.

organização





Organização Geral

 

Denise Cardoso

Alessandro Campos

Leila Leite

Milton Ribeiro

Tharyn Batalha

 

convidadxs





Veja alguns dos nomes que já confirmaram presença...

Selda Costa - UFAM

                                            

Possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (1967), mestrado em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1987) e doutorado em Ciências Sociais (Antropologia) pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1997). Atualmente é professora adjunto da Universidade Federal do Amazonas, do Programa de Pós-Graduação Sociedade e Cultura na Amazônia e do PPG de Sociologia; é Coordenadora do Núcleo de Antropologia Visual-NAVI/UFAM; Coordenadora da Mostra Etnodoc em Manaus (2009). Coordenadora geral das quatro edições anteriores da Mostra Amazônica do Filme EtnográficoTem experiência na área de Antropologia, com ênfase em Cultura Urbana, atuando principalmente nos seguintes temas: Amazonia, Pensamento social, cinema, arte e antropologia.


Renato Athias - UFPE

                                                           Foto: Bernardo Oliveira

Possui graduação em Filosofia pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras (1975), Mestrado em Etnologia - Universidade de Paris X, (Nanterre) em1982,. Doutorou-se em Etnologia pela mesma universidade (1995). Atua como coordenador do Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Etnicidade (NEPE) da UFPE é Professor Associado II do Programa de Pós-Graduação em Antropologia da UFPE. É também professor do Master Interuniversitário de Antropologia Iberoamericana da Universidade de Salamanca, na Espanha. Tem experiência na área de Antropologia, com ênfase em Etnologia Indígena, atuando nas seguintes temáticas: saúde indígena, antropologia visual com projetos de pesquisas entre os índios de Pernambuco e no Alto Rio Negro Amazonas. É membro do Laboratório de Antropologia Visual do Núcleo Imagem e Som & Ciências Humanas da UFPE, É membro do Conselho Curador do Museu do Estado de Pernambuco. Foi coordenador nacional do GT Antropologia Visual da Associação Brasileira de Antropologia (ABA). Atuou como Diretor da Associação Nacional de Pós-Graduação em Ciências Sociais (ANPOCS) e foi Coordenador Geral de Museus da Fundação Joaquim Nabuco em Recife até Janeiro de 2014. Foi secretario geral da Associação Brasileira de Antropologia na gestão 2013/2014 e atualmente é o vice coordenador da Comissão de Museus e Patrimônio Cultural da União Internacional das Ciências Antropológicas e Etnológicas (IUAES).

 


 José da Silva Ribeiro - Univers. Aberta de Portugal/UFGO


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 Licenciado (graduado) em Filosofia pela Universidade do Porto (1976), graduação em Cine Vídeo pela Escola Superior Artística do Porto (1989), mestre em Comunicação Educacional Multimedia pela Universidade Aberta de Portugal (1993) e doutorado em Ciências Sociais - Antropologia pela Universidade Aberta de Portugal (1998). Foi professor da Universidade Aberta de Portugal. Tem experiência na área de Antropologia, com ênfase em Antropologia Visual, atuando principalmente nos seguintes temas: antropologia visual, antropologia digital, cinema, métodos de investigação em antropologia, interculturalidade e cultura afro-atlântica. Tem realizado trabalho de campo em Portugal, Cabo Verde, Brasil, Argentina e Cuba. Coordena a Rede Internacional de Cooperação Científica Imagens da Cultura / Cultura das Imagens. Professor visitante da Universidade Mackenzie (Educação, Arte e História da Cultura), da UECE, da UCDJB, da Universidade de Múrcia - Espanha (ERASMUS) e da Universidade de Savoie - França, Universidade de S. Paulo. Coordena o Grupo de Investigação antropologia visual /media e mediações culturais - CEMRI: Universidade Aberta. Atualmente professor visitante da UFG - Faculdade de Artes Visuais.


Glauco Machado - UFPE

Professor e realizador de audiovisuais; colaborador do Festival Internacional do Filme Etnográfico do Recife; integrante do Núcleo de Estudos em Desenvolvimento Regional da UFCG; curador e organizador da Mostra de Cinema e de Artes Visuais no Encontro da Nova Consciência; foi fotógrafo do Inventário do Cavalo Marinho, pelo IPHAN, FUNDARPE e Governo Federal; foi professor do curso de Especialização de Gestão e Produção Cultural da Universidade Federal de Campina Grande; ministrou oficinas de capacitação em fotografia e vídeo para Projeto do Minc / Governo Federal; também sócio da Associação Brasileira de Antropologia; integrante do Núcleo de Antropologia Visual de Alagoas (AVAL) e do Projeto Memória da UFCG; realizou diversas montagens em filmes etnográficos como o "Oi, que Prazer, que Alegria, Kapinawá" que ganhou o Prêmio Juri Popular no VI Concurso Pierre Verger, Associação Brasileira de Antropologia.

 


Jorane Castro - UFPA

 

Roteirista e diretora, nasceu em Belém (Brasil). Formou-se em Cinema e Audiovisual pela Universidade de Paris 8 (França) e estudou Roteiro na EICTV (Cuba). Mestre em Cinema e Sociologia na Universidade de Paris 7 (França). Atualmente é professora do Bacharelado em Cinema e Audiovisual, da Universidade Federal do Pará (Brasil).

Dirigiu mais de 20 filmes, entre documentários e ficções, que tem se destacado no cenário internacional, recebendo prémios, em festivais como a Quinzena dos Realizadores (Cannes, França, 2001), Director’s Forthnight MoMA (New York, EUA, 2007), Marrakech International Film Festival (Marrocos 2001), Festival de Cinema Brasileiro de Paris (França 2008), entre outros. Em 2016, realizou seu primeiro longa-metragem de ficção, Para ter onde ir.

 


Liliana Sayuri  Hoyos - Universidad Nacional de Colombia

 

Diretora dos documentários Andaderas de los Tiempos (2016) e El lente de mi padre (em desenvolvimento). Também dirigiu os curtas-metragens Mónica (2015), menção especial Documenta 2015, Caracas e Palabras Armadas (2011), premiado em VIART 2012. Produtora e pesquisadora de vídeos de criação coletiva com jovens, selecionados em Clermont-Ferrand Festival Internacional de Curtas 2004 e o Festival Internacional de Curtas de Oberhausen 2004. Mestre em criação documental da Universidade Autônoma de Barcelona e antropólogo da Universidade Nacional da Colômbia. Realizadora de investigações socioculturais, assessora de temas socio-ambientais e gestora cultural de projetos de formção. Trabalhou em Cauca, Amazônia, Orinoco, Cundinamarca e Bogotá. Diretora de Criação de La Trama Productora e subdirectora de Cineminga Colombia.

 

 


Ana Lobato - UFPA

 

Professora do Curso de Cinema e Audiovisual e professora colaboradora do Programa de Pós-graduação em Artes da UFPA. Publicou artigos e capítulos de livro sobre cinema, entre os quais “Da exibição dos filmes da Comissão Rondon” (Doc On-line, n. 18), “Líbero Luxardo e a produção de cinejornais no Pará nas décadas de 1940 e 1950”. (Significação, v. 42, n. 44). Coordena o projeto de pesquisa “A produção de cinejornais no Pará nas décadas de 1940, 1950 e 1960”, que conta com apoio do CNPq.

 

 


Romero Ximenes - UFPA

 

Possui graduação em História pela Universidade Federal do Pará (1972), pós-graduação lato-sensu em Antropologia Social pela Universidade de São Paulo (1978), mestrado em Ciências Sociais - Antropologia Social, pela Universidade Federal do Pará (2000) e doutorado em Ciências Sociais - Antropologia Social, pela Universidade Federal do Pará (2013). É professor associado do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UFPA, e tem interesse em antropologia cultural, antropologia econômica, na antropologia da invenção da Amazônia e na relação entre comida e cultura no estuário amazônico.

 

 


Alex Vailati - UFPE

 

 

Antropólogo e documentarista, tem doutorado em Antropologia e Etnologia pela Università degli Studi di Torino (Itália). Desde 2005, após uma pesquisa sobre os refugiados políticos africanos na Itália, começou a trabalhar na África meridional, principalmente na África do Sul (KwaZulu-Natal) e Moçambique (Zambesia), com os temas igrejas independentes, juventude e cooperativismo rural. No Brasil, desenvolveu uma pesquisa de pós-doutorado na Universidade Federal de Santa Catarina sobre o papel dos jovens em comunidades de pescadores da Ilha de Santa Catarina (Florianópolis). Em 2014-2015 desenvolve o projeto da TvABA junto à Associação de Antropologia Brasileira. É membro do NAVI, Núcleo de Antropologia Visual e Estudo da Imagem da UFSC. Atualmente é Professor Adjunto no Departamento de Antropologia e Museologia da Universidade Federal de Pernambuco

 

programação





  

 

 

 

 

 

regras





Grupos de Trabalho – GTs

Os GTs serão propostos por doutorandos(as) e doutores(as). As propostas devem conter título com até 250 caracteres, contando com o espaço, e uma ementa com até 1500 caracteres, já com os espaços. Cada sessão contará com até 5 apresentações orais e a possibilidade de 2 apresentações de pôsteres, a critério da coordenação do GT, totalizando 10 artigos e 4 pôsteres, podendo ter um debatedor incluído em cada sessão. Os debatedores deverão ser apresentados no momento de organizar cada sessão. A diversidade institucional das propostas submetidas deve ser levada em conta na escolha.

Os trabalhos resumos (apresentação oral e pôster) devem ser enviados para o e-mail dos coordenadores do GT correspondente, até dia 01.08.2016, e o trabalho completo até 10.10.2016. 

 

Apresentações orais (artigos)

Esse tipo de submissão está preferencialmente reservado aos especialistas, mestrandos(as), mestres, doutorandos(as) e doutores(as), mas os coordenadores dos Gts têm total autonomia para selecionar os trabalhos que lhe chegarem, independente da titulação do proponente. O título do artigo deve ter no máximo 200 caracteres (com os espaços) e o resumo até 2500 caracteres (com os espaços). (em breve a formatação do artigo completo)

Para as regras de envio de trabalhos AQUI

Pôsteres

Para este tipo de submissão, serão aceitos trabalhos de graduandos, graduados, mestrandos, mestres, doutorandos e doutores. Os pôsteres serão expostos na própria sala do GT e é de total responsabilidade do expositor o transporte, a instalação e a retirada do material exposto. O título do pôster deve conter no máximo 200 caracteres (com os espaços) e o resumo até 2500 caracteres (com os espaços). (em breve a formatação do pôster completo)

Para as regras de envio de trabalhos AQUI

Proposta de Mesas Redondas - MR

As Mesas Redondas serão propostas por um(a) coordenador(a) que possua titulação mínima de doutorando(a). As MRs serão compostas por até três participantes e um coordenador, podendo, a critério dos coordenadores, ter um debatedor. Os integrantes deverão pertencer, preferencialmente, a instituições diversas. O coordenador deverá enviar sua proposta, indicando o título da Mesa Redonda com resumo de até 1500 caracteres, contando com os espaços, sobre o tema e indicar os demais membros da mesa. Caso a proposta seja aprovada, cada participante, exceto o debatedor, deverá inserir os títulos e resumos, utilizando até 1000 caracteres (com os espaços), acerca de suas exposições e enviar ao e-mail do coordenador da Mesa Redonda.

 

Proposta de Oficinas - OF

Não há titulação mínima para propor oficinas para o II EAVAAM. Cada caso será cuidadosamente analisado pela Diretoria. Serão permitidas propostas de oficinas com até duas sessões com limite de 30 vagas por oficina. Cada uma será coordenada por até dois proponentes e até dois ministrantes, um por sessão. O(s) Coordenador (es/as) deverá(ão) enviar a proposta indicando o título da oficina, o resumo com até 1500 caracteres (com espaço) sobre o tema e indicar os demais membros.

 

II Prêmio de Fotografia  Arthur Napoleão Figueiredo

 

Serão premiados dois ensaios fotográficos feitos por antropólogxs, pesquisadores e estudantes. O objetivo deste prêmio é incentivar e divulgar a produção fotográfica realizada em pesquisas. Serão aceitos ensaios fotográficos nacionais e internacionais desde que tratem de temas de relevância antropológica e com qualidades estéticas. Para concorrer ao prêmio, inscreva-se no site do evento; feito isso, envie (até 30 de setembro de 2016) uma mensagem com o título “Prêmio de fotografia” para o e-mail premioeavaam@gmail.com contendo (em anexo) os seguintes arquivos:

 

  1. Um arquivo (em formato PDF, com no máximo 10 MB) contendo o ensaio fotográfico que irá concorrer ao prêmio, de 6 a 10 fotografias numeradas;

 

  1. Um arquivo de texto (doc ou docx) com o título e uma apresentação do ensaio (com no máximo 500 palavras).

 

Após o resultado da Comissão Julgadora, os dois vencedores deverão enviar as fotografias impressas para que sejam expostas durante o II EAVAAM, seguindo as regras:

  1. As fotografias serão impressas no tamanho 30x45 (ou aproximadamente)

  2. As mesmas deverão ser enviadas para o endereço:

 

Universidade Federal do Pará. Rua Augusto Corrêa 01, Bairro: Guamá,

CEP: 66075-110 - Secretaria do PPGSA (Programa de Pós-Graduação de Sociologia e Antropologia) aos cuidados e Rosângela Borges ou Paulo Pinto.

 

*Está vedada a participação de membros do Grupo Visagem e da organização do evento.

 

II Mostra de Filmes Etnográficos

EAVAAM

 

A Mostra de Filmes Etnográficos ocorrerá em dois dias, 26 e 27 de outubro, durante o II EAVAAM. Você poderá participar desta mostra enviando seu filme para a organização da Mostra, seguindo os passos a seguir:

 

Primeiramente, inscreva-se no site do evento www.eavaam.com.br

Feito isso, envie uma mensagem eletrônica (até o dia 30 de setembro de 2016)  com o título “Participação da Mostra” para o e-mail mostrafilme@gmail.com contendo os seguintes dados:

 

  • um arquivo de texto .doc (com até 500 palavras), contendo a ficha técnica do filme e sua apresentação (como informações sobre a pesquisa, metodologia e produção do trabalho);

 

  • Nesta mensagem deve conter também o link onde se encontra o filme e a senha de acesso, caso necessite.

 

Após o prazo de envio, a Curadoria da Mostra irá selecionar os filmes que serão exibidos durante o  II EAVAAM e o resultado será divulgado no site oficiual do evento.

 

 

 

 

inscrição





 

 

**Os valores das inscrições pagas só serão restituídos, caso haja desistência da participação do evento, se a organização for avisada com antecedência de no mínimo 30 dias.

 

FAZER INSCRIÇÃO

 

prazos





Proposta de GT

De 18/03 - 18/05/2016 (encerrado)

Proposta de MR

De 18/03 - 30/07/2016 (encerrado)

Proposta de OF

De 18/03 - 30/07/2016 (encerrado)

 

Grupos de Trabalho – GT

01.06.2016 até 20/08/2016 (encerrado)

Submissão de resumos nos GTs (prorrogado)

20.08.2016 até 23.08.2016 (encerrado)

Divulgação dos resumos aprovados nos GTs

23.08.2016 até 07.10.2016

Envio dos trabalhos completos para as/os coordenadoras/es dos GTs

até 10.10.2016

Envio das sessões dos GTs com respectivas/os debatedoras/es (quando houver) pelas/os coordenadoras/es dos GTs

A partir de 11.10.2016

Programação completa dos GTs

 

II Prêmio de Fotografia Arthur Napoleão Figeuiredo

Envio de ensaios fotográficos de 01/08 - 30/09/2016 (encerrado)

Resultado dos dois Ensaios vencedores 10/10/2016

 

Mostra de Filmes Etnográficos

Envio dos filmes de 01/08 - 30/09/2016 (encerrado)

Resultado dos filmes selecionados 11/10/2016

 

 

grupos de trabalho





 

 


 

GTs E SESSÕES

Acontecerão dias 26 e 27/10/2016 - 8h às 10h30

 

 

GT 1 – Gêneros e Mídias: debates contemporâneos

Manuela do Corral Vieira – UFPA

Edyr Batista de Oliveira Júnior – UFPA

Local: SETORIAL BÁSICO - BLOCO A SALA 1

Sessão 1 - 26/10

Sessão 2 - 27/10

1.Entre Pensar, Ver e Filmar: A apropriação audiovisual por mulheres Xinguanas – Luiza de Paula Souza Serber (UNICAMP)

1.Aplicativos mobile e a vitrine de corpos: identidades, performances e sociabilidade a partir de representações de estereótipos masculinos – Lucas Gil Corrêa dos Santos (UNAMA)

2.A busca pelo original e o experimentalismo na publicidade: Uma estética influenciada pela cultura indie – Edgar Wilson Sousa Conceição (UNAMA)

2.#SeuPerfilTeDefine? Reflexões sobre gênero e identidade nas redes sociais – Kirla Korina dos Santos Anderson (IFPA), Marcos Vinícios Silva Evangelista (IFPA), Rafaela Pessoa de Araújo (IFPA)

3.Super-Heroínas: Gênero, Publicidade e consumo – Danuta de Cássia Leite Leão (UNAMA; FEAPA)

3.JOUTJOUT, PRAZER: Debates íntimos e quebras de tabus no ciberespaço – Juliana Cristina dos Santos Miranda (UNAMA), Analaura Corradi (UNAMA), Manuela do Corral Vieira (UFPA), Danila Gentil Rodriguez Cal (UNAMA)

4.Liberdade, liberdade: a visão da telenovela Lado a Lado sobre emancipação feminina – Ana Luiza Nogueira da Rocha (UFPA), Manuela do Corral Vieira (UFPA)

4.Mulher online: a imagem feminina em fanpages de jornais paraenses – Lorena Emanuele da Silva Santos (UFPA), Netília Silva dos Anjos Seixas (UFPA)

5.Feminismos em Belém: similaridades e dispersões na análise da matéria “Entrevista com a Jovem Estuprada” – Nathália de Sousa Fonseca (IESAM), Otoniel Lopes de Oliveira Júnior (UFPA)

5.Homoparentalidade e epistemologia do armário em Fun Home: Uma Tragicomédia em Família – Monique Malcher de Carvalho (UFPA)

6.“Ainda somos os mesmos e vivemos como os nossos pais”? Discursos de gênero nas revistas femininas – Rosyane Cristina Rodrigues da Costa (UFPA; UNAMA)

6.Penteia meu fiapo de lã: Criação e questionamentos de gênero nas HQ’s – Lais Gabrielle de Lima Rabelo (IESAM)

 

GT 2 – Ver e ouvir na cidade: narrativas audiovisuais nos estudos de territórios urbanos

Jesus Marmanillo Pereira – LAEPCI/UFMA

Clodomir Cordeiro de Matos Júnior – CIRADINOS/UFMA

Local: SETORIAL BÁSICO - BLOCO A SALA 2 

Sessão 1 - 26/10

Sessão 2 - 27/10

1.Caos no Festival Imagem_Movimentos e o Audioviusal de Macapá – Marcus André de Souza Cardoso/Ianca Moreira.

1.A cidade e seus muros desenhados: Imagem Fenômeno e diálogo Visual - Silvia Carla Marques Costa

2.Bucolismo e imagens da vida quilombola: entre águas e estiagens o velho Curiarú em Macapá-AP – Luciano Magnus de Araújo

2.Entre sons e imagens: saberes e práticas coletivas dos Reis de Boi - Gisele Lourençato Faleiros da Rocha / Helenise Monteiro Guimarães

3.Ouvir e Ver o Marco da Légua – Liliam Barros/ Marcos Jacob Cohen/ Breno Barros/Rayssa Dias/ Nathália Lobato.

 

3.Ensaio de uma Etnobiografia: memórias entre grades - Marcelo Santos Sodré

4.O PROCESSO DE INSERÇÃO NA PESQUISA ETNOGRAÁFICA URBANA: uma experiência com o grupo de malabaristas urbanos durante um projeto cultural na cidade de Imperatriz – Fausto Ricardo Silva Sousa/ Jesus Marmanillo Pereira.

4.O processo de trabalho de campo com os vendedores ambulantes na área comercial do calçadão da cidade imperatriz do estado do Maranhão - Marcos Moreira Lira/ Jesus Marmanillo

5.Trajetos do medo: O oficio dos mototaxistas de Imeperatriz-MA -  Ana Paula Pinto Pereira / Jesus Marmanillo Pereira

5.O olhar sobre a cidade e as narrativas do espaço urbano - Wendell Marcel Alves da Costa

 

GT 3– Antropologia do Cinema: entre narrativas, políticas e poéticas

Marcos Aurélio da Silva – PPGAS/GRAPPA/UFMT

Luiz Gustavo Pereira de Souza Correia – PPGA/GRAPPA/UFS

Local: SALA MULTIUSO CEBN

Sessão 1 - 27/10

1.As babás do diabo, uma abordagem fenomenológica acerca da imprevisibilidade - Rafael Azevedo Lima, DAN/UnB/DF

2.Narrativas cinematográficas sobre a Amazônia: vozes, modos e ênfases retóricas em documentários contemporâneos do estado do Pará - Uriel Nascimentos Santos Pinho, MPEG/ UFPA

Regina Lúcia Alves de Lima, UFPA

3.O espelho partido: heterotopia da individuação em “Persona” de Ingmar Bergman - Naylini Sobral Barboza, PPGAS/UFPE

4.As imagens e a conformação das interações na feira do Guamá - Marina de Castro, UFPA

5.O cinema etnográfico, o imaginário e a significação: uma análise discursiva da imagem sob a ótica da subjetividade dos sujeitos - Rayana Mendonça do Nascimento, CSO/UFPE

Thiago Ribeiro Hora, UFS

6.O olhar sobre a cidade e as narrativas do espaço urbano - Wendell Marcel Alves da Costa, UFRN

7.A poética do discurso anticolonialista no documentário Os Mestres Loucos, de Jean Rouch - Guilherme Santos, Comunicação Social/PUCRS

PÔSTERES

A feminilidade da mulher como instrumento social: Observações do filme A garota Dinamarquesa - Valéria Carina Santos da Silva – Ciências Sociais, UFPA


 

GT 4 – Cinema e resistência: audiovisualidades em comunidades tradicionais de matriz africana – entre territórios e terreiros

Selma Brito – UFPE

Arthur Leandro Maroja – Instituto Nangetu e UFPA

Local: PRÉDIO IFCH SALA 14

Sessão 1 - 26/10

1.Formação e organização das comunidades de matriz africana na luta por cidadania e combate ao racismo através de narrativas afro femininas na web TV Azuelar – Samily Maria Moreira da Silva (UFPA)

2.“O Nkisse é que nos socorre”. Memória e poética de resistência negra afrontando e comunicando territórios de saúde – Weverton Ruan Viera Rodrigues (UFPA)

3.Ageum Ara Odara – alimentando a luta anti-racista – Sibely Nunes Nascimento (UFPA) e Célia Regina Trindade Chagas Amorim (UFPA)

4.Terreiro Nosso, Uma proposta metodológica para criação de documentários participativos em comunidades religiosas de matriz africana – Cristina González Fernández (UFBA)

5.Povos Tradicionais de Matriz Africana na formação em Serviço Social – reflexões sobre o papel do assistente social na formulação de políticas públicas de combate ao racismo religioso – Gabriela do Nascimento Farias (UFPA)

 

 

GT 5 – Etnografia visual e sonora: olhares sobre uma região de fronteira do sul e sudeste do Pará

Gisela Villacorta – UNIFESSPA

Joseline Trindade – UNIFESSPA

Local: SETORIAL BÁSICO - BLOCO D SALA 6

Sessão 1 - 26/10

Sessão 2 - 27/10

1.Corpo, identidade e imagem: relatos e retratos de mulheres negras em Marabá – Amanda Costa Silva e Rianne Souza Araújo (UFPA)

1.A Festividade Religiosa do Espírito Santo a partir de um olhar da Antropologia Visual – Priscila Dias Pinto (UNIFESSPA) e Sheila Kaline Leal da Silva (UNIFESSPA)

2.De ocó à Amapô: aspectos do universo travesti e transexual de Marabá – Diogo Souza Bohry (UNIFESSPA)

2.Mirações em tela: “experiências, percepções e Antropologia” – Maria Lucia ada Silva Coelho (UFPA)

3.Coexistência, uma experimentação fotográfica na cidade de Marabá –Rafael Maciel dos Santos (UNIFESSPA) e Marina Almeida Gaby (UNIFESSPA)

3.Uma breve imersão etnográfica visual e sonora em marabá: Nova Era e Santo Daime – Leticia de Medeiros Rodrigues Neves (UNIFESSPA) e Aline de Araújo Verissimo Gomes (UNIFESSPA)

4.Light Paint Mbêngôkre: olhares de fronteiras etnocultural – Rafael Ribeiro Cabral (UFPA)

4.Projeto Cartografia Visual um novo olhar sobre o Rio Itacaiúnas – Caira Alves da Costa (UNIFESSPA)

5.Atividade pedagógica com os sem terrinha: poesia, teatro e movimento social – Giovanna Luiza Santos Vale (UNIFESSPA) e Raissa Ladislau Leite (UNIFESSPA)

5.Etnografando a Toca do Manduquinha: uma abordagem a partir da Antropologia Visual – Arsenia Maria Pastana Franco (UNIFESSPA) e Iara Moreira Lemos (UNIFESSPA)

 

6.Olhares através de uma Etnografia Visual sobre a Cidade de Marabá: Gestos UrbanosAna Crys Delgado da Silva (UNIFESSPA) e Vinícius Silva de Souza (UNIFESSPA)

 

GT 06 – Poéticas Visuais de Resistência Negra: a matriz africana na visualidade brasileira. Novos diálogos entre a arte e antropologia

 Marilu Márcia Campelo – UFPA 

Arthur Leandro – UFPA 

Local: SALA DE ESTUDOS - LAANF

Sessão 1 - 26/10

Sessão 2 - 27/10

1.A performance negra na Amazônia como práticas alternativas em questões étnico-raciais- Carlos Vera Cruz UNIRIO -

6. Exu, Xarpi e outras trocas sobre a essencialidades enigmáticas - Samuel Lima (UERJ/FEBF)

2.Africano Pai d'égua: um convite lúdico a novos olhares - Ricardo Harada Ono (FACOM/ILC/UFPA)

7. Ferreiros de Ogun - Rosilene Cordeiro e Pedro Olaia (UNAMA)

 

3.Afroamazônicos e seus símbolos em trilha no Museu Goeldi: identidades e relações étnico-raciais em alunos de licenciatura com o conteúdo mediado em visita - Tainah Maroja Coutinho Jorge (UNAMA)

8.Fotografando o Axé: quando o olhar dos outros é o olhar de nós mesmos. Uma aproximação com a etnofotografia - Marilu Márcia Campelo (IFCH/UFPA)

4.Block Print: estamparia em tecido com carimbos de madeira - Glauce Patrícia da Silva (UFPA/ professora rede básica)

9.Poéticas Afro-brasileiras: o simbólico sagrado em três obras - Samantha Raissa Cunha da Silva (UFPA - professora da rede básica)

5.Driblando silenciamento: "cadê a arte?" - Ana Valéria Ramos da Costa (UNIFAP)

 

 

GT 7 – Fotoetnografia e saúde

Nádile Juliane Costa de Castro – UFPA

Inara Mariela da Silva Cavalcante – UFAP

Local: PRÉDIO IFCH SALA 15

Sessão 1 - 27/10

1.Fotos & vídeos na documentação do Projeto Multicêntrico “Análise da efetividade do Programa Mais Médicos – Estudo de Casos em Municípios do Pará”. - Rafael Ribeiro Cabral

2.Entre fios, redes e outras tessituras: Mulheres escalpeladas, sentidos e reconstruções - Camila Braga /Daniely Cabral / Elen Silva/ Enderson Oliveira

3.Olhares sobre a saúde ribeirinha: O Projeto canoa - Annanda do Socorro Espíndola Palheta.

 

GT 8 Narrativas Visuais Contemporâneas na Amazônia

Alda Cristina Costa  –(UFPA)

Analaura Corradi (UNAMA)

Local:: SETORIAL BÁSICO - BLOCO D SALA 5

Sessão 1 - 26/10

Sessão 2 - 27/10

01. O ARRAIAL DO PAVULAGEM: UM SIMBOLISMO IMAGÉTICO CULTURAL EM BELÉM - Andressa Mourão (UNAMA); Helder Ribeiro (UNAMA); Neusa Pressler (PPGCLC/UNAMA)

07. Os discursos imagéticos de ódio: análise do programa Metendo bronca - Ana Caroliny do Nascimento Pinho (PPGCOM/UFPA); Monique Feio Igreja (FACOM/UFPA)

02. AMAZÔNIA E A CONSTRUÇÃO IMAGÉTICA DA IDENTIDADE: Uma leitura fenomenológico-hermenêutica da revista Amazônia Viva - Lídia Karolina de Sousa Rodarte (PPGCOM/UFPA)

 08. A imagem na produção de uma antropologia visual huni kuin - O Movimento dos Artistas Huni Kuin (MAHKU) - Amilton Pelegrino de Mattos (UFAC/Floresta/AC)

03. A estetização da violência e a representação urbana: Éder Oliveira e a Amazônia contemporânea - Enderson Geraldo de Souza Oliveira (FAPAN/FAPEN); Paulo Victor Santos Dias (UNAMA); Priscila Ferreira Bentes (UEPA)

09. OLHOS FECHADOS: CEGOS E VIDENTES EM UM RITUAL TIKUNA NA CONUNIDADE DE ARARA, AMAZÔNIA-COLOMBIANA - W. Eduardo Gómez-Pulgarín (PPGSA/UFPA)

04. O feminicídio narrado: cartografia da violência contra gênero nos relatos do Movimento pela Vida - Ana Paula de Mesquita Azevedo (PPGCOM/UFPA); Sérgio do Espírito Santo Ferreira Junior (FACOM/UFPA)

10. TRADIÇÕES E INTERAÇÕES: NARRATIVAS DE MEMÓRIAS E IDENTIDADES DO INSTITUTO NANJETU - Francinete do Socorro Saraiva de Lima (UNAMA); Neusa Pressler (PPGCCL/UNAMA); Analaura Corradi (PPGCLC/UNAMA)

05. CIRCUITO, INTERSUBJETIVIDADE E SOCIABILIDADE: REFLEXÕES SOBRE O MOVIMENTO FOTOGRÁFICO EM BELÉM DO PARÁ - Raoni Lourenço Arraes (PPGCOM/UFPA); Fábio Fonseca de Castro (PPGCOM/UFPA)

11. NARRATIVAS IMAGÉTICAS DA MODA NA AMAZÔNIA CONTEMPORÂNEA: análise semiótica do editorial “Treme” da marca paraense “Visto Olga” - Marília Jardim (PPGCOM/UFPA)

06. “Não vou deixar usarem a minha cultura!” O papel da cultura no ativismo de fã-gamersem League of Legends - Tarcízio Pereira Macedo (PPGCOM/UFPA)

12. A participação do público na construção da narrativa jornalística no Bom Dia Pará - Elaide Martins (PPGCOM-UFPA); Mariana Castro (PPGCOM-UFPA)

PÔSTER:

13. NARRATIVAS FOTOGRÁFICAS CONTEMPORÂNEAS POR ENTRE RIOS, RUAS, FLORESTAS E REDES - Carolina Venturini Passos

Vitrines de Belém do Pará: do regional ao pós-moderno à la Paris - Elson Silva dos Santos (UNAMA/PA); Juliana Barros Monteiro (UNAMA/PA); Paula Sousa de Oliveira (UNAMA/PA)

 

 

GT 8.1  NARRATIVAS MIDIÁTICAS NA AMAZÔNIA

Célia Regina Trindade Amorim –(UFPA)

Marina de Castro (UFPA)

Local: AUDITÓRIO ICEN

Sessão 1 - 26/10

Sessão 2 - 27/10

01. A representação do homem amazônico segundo a narrativa fílmica de “O Abraço da Serpente” - Angela gomes (ICA/UFPA)

07. A representação da Amazônia brasileira na série “Amazônia Sociedade Anônima (S/A)” - Domingos Alves de Almeida (UNILA-PR); Francisca Daniela dos Santos Souza (CDVDH-CB-MA); Idayane da Silva Ferreira (JNT-MA); Julie Lemos Bohorquez (UNILA-PR)

02. As representações da cultura urbana da cidade de Belém apresentadas nas webséries paraenses “A Solteirona” e “Sampleados” - Victor Lopes de Souza (PPGCOM/UFPA)

 08. A violência como elemento de distribuição social da cidadania nos programas televisivos no Pará - Nathan Nguangu Kabuenge (UFPA)

03. Narrativas de violência e vitimização: cartografia interpretativa de um fenômeno midiático de mobilização social - Sergio do Espirito Santo Ferreira Junior (FACOM/UFPA); Alda Cristina Costa (PGCOM/UFPA)

09. Projeto “Cinema, negritude e infâncias: ver, experimentar, aprender e reconhecer a cultura africana e afrobrasileira como ensino fundamental - Rosilene da Conceição Cordeiro – (PPGCLC/UNAMA); Viviane do Socorro da Silva Mota (SEMEC)

04. O MARKETING RELIGIOSO E A NARRATIVA MIDIÁTICA DO CÍRIO DE NAZARÉ - Regina de Fátima Mendonça Alves (FACOM/UFPA); Otacílio Amaral Filho (PPGCOM/UFPA)

10. Narrativas imagéticas do gosto na feira do Guamá - Marina de Castro

05. A COMUNICAÇÃO VISUAL DA CIÊNCIA: UMA ANÁLISE DAS CAPAS DO PERIÓDICO BOLETIM DO MUSEU PARAENSE EMÍLIO GOELDI - Elaynia Ono (PPGCOM/UFPA); Guaciara Freitas (PPGCOM/UFPA)

11. Aqualavra: a metamorfose do texto em novos suportes - Bianca Levy

06. Princípios da narrativa transmídia em produções jornalísticas amazônicas - Elaide Martins (UFPA); Ana Paula Gomes Castro (UFPA)

12. Narrativas visuais sobre o plebiscito no Pará: notas a partir dos jornais metropolitanoEvelyn Cristina Ferreira de Aquino (UFPA) e Thaís Luciana Corrêa Braga (UFPA)

PÔSTER:

 

Entre o portal e o telejornal:  aspectos da narrativa transmídia no jornalismo do grupo Record - Elaide Martins (PPGCOM/UFPA); Isabelle Fecury Lameira Vinagre (FACOM/UFPA) 

 

 

GT 9 – CIBERATIVISMO INDÍGENA, VISUALIDADES E IDENTIDADES

Ana Shirley Penaforte Cardoso – UFPA

Raimundo de Araújo Tocantins – UFPA

Local:: AUDITÓRIO SETORIAL BÁSICO

Sessão 1 - 26/10

01. A produção do monstro: da primeira xilogravura ao documentário Excerpt from 'Fighting the Amazon's Illegal Loggers - Ivânia dos Santos Neves e Josué Oliveira

02. Entre matintas, mulheres indígenas e a mulher maravilha: intericonicidades nas tintas da grafiteira Ka, do coletivo Freedas-Crew e de Cely Feliz - Ivânia dos Santos Neves, Camille Nascimento e Roberta Sodré

03. Entre Pensar, Ver e Filmar: A Apropriação Audiovisual por Mulheres Xinguanas - Luiza de Paula Souza Serber

04. Identidades e fotografias no facebook: considerações sobre o contemporâneo e o tradicional, a partir da Sociedade Indígena Tembé-Tenehara da TIARG - Ana Shirley Penaforte Cardoso

05. Iconografia e identidades: o discurso da arte na construção do sujeito indígena - Raimundo de Araújo Tocantins

 

GT10 -  Imagem e memória

Alessandro Ricardo Campos – (UFPA)

Daniel dos Santos Fernandes – Instituto IBIACY

Local: AUDITÓRIO IFCH

 Sessão 1 - 27/10

1 . Na trilha das imagens: ritual de sangue e poética cruel a partir da jornada sacra dos Penitentes - Amanda Barros Melo (UEPA-PPGCR/PARÁ)

2. PATRIMÔNIOS (IN) VISÍVEIS – A FOTOGRAFIA DOCUMENTAL COMO PROCESSO DE INVESTIGAÇÃO ARTÍSTICA - Flávia Suanny Santana de Souza, Fotógrafa e Graduanda em Bacharelado em Museologia, UFPA

3. ENTRE PROCISSÕES E CARNAVAIS: CONFLUÊNCIAS DA FOTOGRAFIA À LUZ DA MEMÓRIA - Ana Mabell Seixas Alves Santos (PPLSA/UFPA) e Fúvio Maurício Ferreira da Silva (UNAMA).

4. Memória ambiental na Bacia do Una: acervo fotográfico e narrativas de habitantes sobre transformações urbanas em Belém (PA) - Pedro Paulo de Miranda Araújo Soares – Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

5. IMAGEM E MEMÓRIA: A construção da memória a partir do arquivo do Fotógrafo Profissional - Thiago Guimarães Azevedo (UFPA).

6. Histórias Vividas, Histórias Contadas: Produção Audiovisual de Histórias de Vida e Experiências de Cidadania na Cidade de São Paulo - Claudia Moraes de Souza/ EPPEN/UNIFESP e Sandra Regina Chaves Nunes

 

GT 11 – Crianças, juventudes e as suas sexualidades em contextos contemporâneos

Socorro Amoras – UFPA/ ICSA/ FSS  

Telma Amaral – UFPA/IFCH/FCS

Local: AUDITÓRIO SETORIAL BÁSICO

Sessão 1 - 27/10

1. Quiirk, Uma história para Crianças e Pessoas com Coração de Criança – Lucas Alberto e Pedro Olaia.

 

2. CINE NEABI: Multiplicando olhares – Cristina Nascimento de Oliveira e Paulo Roberto Sibério Racoski

3. Entre desenhos, fotografias e brincadeiras: discursos sobre parentesco e sexualidades entre crianças e adolescentes (Breves/Marajó.Belém/Pará) – Avelina Oliveira de Castro e Maria Angelica Motta-Maués

4. Diversidade Sexual e Educação: Um breve estudo sobre as ações da SEDUC-PA – Lucélia Ferreira Leite e Nádia Andrade Carvalho.

 

5. Escola, gênero e Sexualidade: Uma construção Sutil do Sexismo – Ivandiely Pessoa Pinto Menezes.

6. Uma breve reflexão sobre “juventude e sexualidade” no google-brasil- imagens – Rafael Rodrigues Pantoja de França e Darliane Marques Borges.

 

 

GT 12 – Imagens e imaginários sobre África

Denise Machado Cardoso – UFPA/ IFCH/ FACS

António Domingos Braço – UP /Moçambique

Local: AUDITÓRIO IFCH

Sessão 1 - 26/10

01. BAIXAR OU LEVANTAR A VOZ. UMA EXPLORAÇÃO AUDIOVISUAL DA ISICATHAMIYA - Alex Vailati/UFPE

02. Estudo sobre imagens: história e construção do imaginário a partir da geração de conteúdo dos Kel Tamasheq na web - Edson Eduardo Ramos da Silva/ USP

03. Não Vamos Esquecer! A propósito da fotografia “Marca de gado em jovem pastor” de Ricardo Rangel - Isa Márcia Bandeira De Brito/USP

04. ÁFRICA NA TELEVISÃO BRASILEIRA: Construção da identidade e representação dos estudantes africanos da Universidade Federal do Maranhão - Osmilde Augusto Miranda/UFMA e Flávia de Almeida Moura/UFMA

  

GT 13 – Imagem, ética, corpo e tecnologia nas sociedades contemporâneas.

Hélio Figueiredo da Serra Netto – UFPA

Jorge Oscar Santos Miranda – FAPEN

Local: SALA AUDIOVISUAL LAANF

Sessão 1

01. “Reflexões sobre pulsão mimética, tecnologia audiovisual e etnografia “ - Vinícius Dino Costa

02. Pensar a Relação Ética no Serviço Social a partir do Filme “Patch Adams: o amor é contagioso” - Girlene Costa de Oliveira e Marcelo Santos Sodré

 

 

 

GT 15 – Os sons e as cores das cidades: paisagens sonoras, sociabilidades e gênero

Mílton Ribeiro – VISAGEM/PPGSA/UFPA 

Leila Leite – VISAGEM/PPGSA/UFPA 

Local: SALA AUDIOVISUAL LAANF

Sessão 1 - 26/10

Sessão 2 - 27/10

Etnografias do sentir & dos sentidos

As imagens & O “meio”

Sonoridade e sociabilidade: uma etnografia na Feira Livre de Itapororoca-PB – Walkiria do Nascimento (UFPB) e Lara Amorim (UFPB)

Sobre as cores na ruas: as interpretações sobre a Parada do Orgulho LGBT de Belém na visão jornalística – Paulo Henrique Gadelha (UFPA)

“A festa continua companheiro!” – Em Baião, Pará, sociabilidade e reciprocidade caracterizam relações de aproximação e aprendizado inseridas em eventos festivos culturais e religiosos – Clélio Palheta (CPFPAP)

“Purpurina no asfalto”: imagens de violência contra LGBT nos jornais paraenses – Rafael Alves (UFPA)

Revoada de Pássaros 2016: voando e resistindo pelas ruas de Belém – Jorgete Lago (UEPA e UFBA)

"... E as barrocas chocada", ou: notas transviadas da produção audiovisual de Leona, a Assassina Vingativa – um olhar sobre Frescáh no Círio – Lucas Munhoz (UFPA) e Mílton Ribeiro (UFPA)

Etnografia do canto dos pássaros – Emilene Sousa (UFMA)

Olhares sobre o aborto: a pluralidade dos discursos no Facebook – Barbara Pereira (UFPA)

Do Rosário para o Jurunas: O deslocamento da festa de São Benedito em Belém-PA – Sônia Albuquerque (UFPA)

Diversidade sexual na escola: compreensão fenomenológica do relato de experiência uma de aluna transgênero – Lyah Correa (UFPA) e Warlington Lobo (UFPA)

Em cena, os neopagãos: arranjos sociais urbanos entre o estilo de vida e a prática religiosa – Dannyel Castro (UEPA)

O amor é a cor mais quente: análise fenomenológica sobre os quadrinhos de Julie Maroh – Magda Oliveira (UFPA), Warlington Lobo (UFPA) e Mílton Ribeiro (UFPA)

Espaço, identidades e presença juvenil feminina nas subculturas da Metrópole Belém – Paula Ramos (UFPA)

“São Paulo é mais Berlim do que Berlim”: festa, estilo e sexualidade em duas cenas underground – Gibran Braga (USP)

Puta dei: Processo dinâmico, político e afetivo nas esquinas brasileiras – Leila Barreto (GEMPAC)

“A noite é suja e o close é certo”: experiências e experimentações de novos artistas Drag Queens em Belém – Sávio Barros (UnB) e Leonardo Botelho (UFPA)

O Movimento LGBT de Belém do Pará em movimento: as cores e dores, a trajetória, a participação e as lutas – José Luiz Franco (UFPA)

“Pode sentar, esse é o sofá da Hebe”: um breve relato de Sachenka sobre o bairro do Reduto de Belém do Pará – Amadeu Lima (UFPA)

 

Um Museu na Cidade: reflexões de um antropólogo e curador – Marcio Zamboni (USP)

Relatos de Experiência

Transophia – Pedro Olaia (Mansu Nangetu)

Aylla Welch: Afetos e Desafetos numa Sociedade Transfóbica – Aylla Welch (Mansu Nangetu)

Pôster

Violência Homofóbica na região Andina (Peru/Lima) – as respostas sociais, públicas e comunitárias – Danilo Cardoso (UNEB) e Osvaldo Fernandez (UNEB)

 

 

 

GT1

Coordenadores:

Manuela do Corral Vieira – UFPA (manuelacorralv@yahoo.com.br)

Edyr Batista de Oliveira Júnior – UFPA (edyrjr@yahoo.com.br)

Gêneros e Mídias: debates contemporâneos

Qual o papel das mídias na ratificação ou (re)elaboração de práticas, valores e comportamentos de gêneros? De que forma os estudos sobre feminilidades, masculinidades, corpos, sexualidades e identidades contribuem ou não para se reinventar as formas de se fazer televisão, cinema, publicidade etc.? Essas são algumas das perguntas que apontam a uma necessária reflexão sobre as representações dos gêneros na cultura midiática da atualidade e do papel das diversas mídias para a (in)visibilidade de determinados grupos sociais no cenário imagético, não apenas local, mas global. Desse modo, este GT propõe refletir sobre o uso de imagens generificadas veiculadas em diversas mídias onde o aporte imagético é possível e necessário. Assim, são bem-vindos trabalhos que contemplam e problematizam questões referentes às representações dos gêneros, de performances e de identidades em longas e curtas-metragens, telenovelas, revistas, redes sociais, blogs, publicidades, fotografias, dentre outros meios visuais.

Resumos aprovados

01. Aplicativos mobile e a vitrine de corpos: identidades, performances e sociabilidade a partir de representações de estereótipos masculinos. - Lucas Gil Corrêa dos Santos (UNAMA)

02. #SeuPerfilTeDefine? Reflexões sobre gênero e identidade nas redes sociais. - Kirla Korina dos Santos Anderson (IFPA), Marcos Vinícios Silva Evangelista (IFPA), Rafaela Pessoa de Araújo (IFPA)

03. JOUTJOUT, PRAZER: Debates íntimos e quebras de tabus no ciberespaço. - Juliana Cristina dos Santos Miranda (UNAMA), Analaura Corradi (UNAMA), Manuela do Corral Vieira (UFPA), Danila Gentil Rodriguez Cal (UNAMA)

04. Mulher online: a imagem feminina em fanpages de jornais paraenses. - Lorena Emanuele da Silva Santos (UFPA), Netília Silva dos Anjos Seixas (UFPA)

05. Homoparentalidade e epistemologia do armário em Fun Home: Uma Tragicomédia em Família. - Monique Malcher de Carvalho (UFPA)

06. Penteia meu fiapo de lã: Criação e questionamentos de gênero nas HQ’s.- Lais Gabrielle de Lima Rabelo (IESAM)

07. Entre Pensar, Ver e Filmar: A apropriação audiovisual por mulheres Xinguanas.- Luiza de Paula Souza Serber (UNICAMP)

08. A busca pelo original e o experimentalismo na publicidade: Uma estética influenciada pela cultura indie. - Edgar Wilson Sousa Conceição (UNAMA)

09. Super-Heroínas: Gênero, Publicidade e consumo.- Danuta de Cássia Leite Leão (UNAMA; FEAPA)

10. Liberdade, liberdade: a visão da telenovela Lado a Lado sobre emancipação feminina. - Ana Luiza Nogueira da Rocha (UFPA), Manuela do Corral Vieira (UFPA)

11. Feminismos em Belém: similaridades e dispersões na análise da matéria “Entrevista com a Jovem Estuprada”. - Nathália de Sousa Fonseca (IESAM), Otoniel Lopes de Oliveira Júnior (UFPA)

12. “Ainda somos os mesmos e vivemos como os nossos pais”? Discursos de gênero nas revistas femininas.- Rosyane Cristina Rodrigues da Costa (UFPA; UNAMA)

 

 

GT2

Coordenadores:

Jesus Marmanillo Pereira – LAEPCI/UFMA (jesusmarmanillo@hotmail.com)

Clodomir Cordeiro de Matos Júnior – CITADINOS/UFMA (clodomir.cordeiro@gmail.com)

Ver e ouvir na cidade: narrativas audiovisuais nos estudos de territórios urbanos

Compreendendo a cidade como um grande laboratório social, o GT tem por objetivo refletir sobre a produção de pesquisas urbanas orientadas pela utilização de recursos imagéticos e sonoros no âmbito das Ciências Humanas. Pretende-se reunir trabalhos que se debrucem sobre os espaços públicos, tais como praças, bairros e ruas, de onde emergem imagens e sons que sinalizam a formação de territorialidades, identidades coletivas e conjuntos de práticas e saberes em nossas sociedades. Dessa forma, busca-se agregar trabalhos que: 1) debatam e problematizem as possibilidades de percepção e sentidos sobre os itinerários urbanos, construídos cotidianamente por atores que dinamizam as paisagens da cidade; e, 2) reflitam sobre questões relativas aos referenciais teórico-metodológicos e problemas epistêmicos vinculados ao “ver” e “ouvir” nas cidades. O GT busca explorar as potencialidades das imagens e sons no processo de produção de pesquisas qualitativas, especialmente a partir das possibilidades ventiladas nos estudos sobre memória, cultura e representações, entre outras categorias, que ao desenvolverem estudos visuais e sonoros contribuem de maneira decisiva para a qualificação das pesquisas sobre temas como: estigma, marginalidade, movimentos sociais, mobilidade urbana, grupos, associações e violência. Enfim, serão bem vindos trabalhos, em andamento e concluídos, que utilizem e reflitam sobre o lugar das imagens e sons no processo de produção do conhecimento social.

 Resumos aprovados

01 - Olhares, territorialidade e tradicionalidade em meio ao conflito: Uma abordagem visual sobre autoreconhecimento e a busca de direitos na comunidade quilombola dos rios Ararí e Gurupá       - Edmir Amanajás Celestino

02 - Bucolismo e imagens da vida quilombola: entre águas e estiagens o velho Curiaú em Macapá/AP - Luciano Magnus de Araújo

03 - Entre sons e imagens: saberes e práticas coletivas dos Reis de Boi - Gisele Lourençato Faleiros da Rocha / Helenise Monteiro Guimarães

04 - AS MARGENS DE BELÉM TEM COR - Kércia Figueiredo / Rodrigo Peixoto

05 - O Corpo expansivo da Feira: Paisagens Sonoras do Ver-o-Peso - Rafael Bruno de Assisa Sales

06- O PROCESSO DE INSERÇÃO NA PESQUISA ETNOGRÁFICA URBANA: uma experiência com o grupo de malabaristas urbanos durante um projeto cultural na cidade de Imperatriz - Fausto Ricardo Silva Sousa/Jesus Marmanillo Pereira

07 - O olhar sobre a cidade e as narrativas do espaço urbano - Wendell Marcel Alves da Costa

08 - O processo de trabalho de campo com os vendedores ambulantes na área comercial do calçadão da cidade imperatriz do estado do Maranhão   - Marcos Moreira Lira/ Jesus Marmanillo

09 - “Divertir, instruir, emancipar”: Uma análise de processos educomunicativos em cineclubes de Belém do Pará - João Batista Chaves Cunha / Célia Regina Trindade Chagas Amorim

10 - O Caos no Festival Imagem-Movimento e o Audiovisual de Macapá   - Marcus André de Souza Cardoso / Ianca Moreira

11 - Ouvir e Ver o Marco da Légua - Líliam Barros / Marcos Jacob Cohen / Breno Barros / Rayssa Dias / Nathália Lobato

12- A cidade e seus muros desenhados: Imagem Fenômeno e diálogo Visual - Silvia Carla Marques Costa

13 - Ensaio de uma Etnobiografia: memórias entre grades - Marcelo Santos Sodré

14- Itinerário do quotidiano no bairro do Umarizal a partir das narrativas construídas pelo Sem Censura Pará - Jússia Carvalho Ventura /Raul Ventura Neto / Elaide Martins

15 - Trajetos do medo: O oficio dos mototaxistas de Imperatriz-MA - Ana Paula Pinto Pereira / Jesus Marmanillo Pereira

16 - O rap como expressão cultural e ação política, na periferia da cidade de sobral/CE - Ana Kélia de Sousa Viana

 

 

GT3

Coordenadores:

Marcos Aurélio da Silva – UFMT (marcoaureliosc@hotmail.com)

Luiz Gustavo Pereira de Souza Correia – UFSE (luizgustavopsc@gmail.com)

Antropologia do Cinema: entre narrativas, políticas e poéticas

Este GT pretende reunir pesquisadores que estudam as múltiplas relações entre Antropologia & Cinema. Em um mundo cada vez mais constituído por fluxos e contrafluxos de narrativas audiovisuais, propõe-se não apenas discutir os enunciados antropológicos de um cinema etnográfico ou de uma antropologia fílmica, mas também o desafio enfrentado pelos antropólogos de empreender uma Antropologia do Cinema. Trata-se de debater o Cinema como objeto antropológico, focando: 1) as articulações entre Cinema, narrativas, memória e subjetividade; 2) as representações e interpretações que as narrativas cinematográficas nos propõem sobre os mais diversos temas, como a relação natureza/cultura, o estatuto do humano/não-humano, de corpo, gênero, sexualidade, identidade, etc; 3) as condições sociais de produção, circulação e recepção dessas narrativas em seus mais diferentes formatos e gêneros, considerando as diversas categorias que estruturam o campo cinematográfico. Em suma, objetiva debater as potencialidades do olhar antropológico dirigido ao Cinema, do diálogo entre as narrativas cinematográficas e as narrativas antropológicas e das etnografias do/no cinema, no âmbito de estudos sobre a contemporaneidade e os novos procedimentos de construção de sentido, considerando as narrativas cinematográficas como uma forma expressiva significativa da nossa época, que revela, em imagens e sons, as utopias e distopias contemporâneas.

 Resumos aprovados

01. As babas do diabo, uma abordagem fenomenológica acerca da imprevisibilidade - Rafael Azevedo Lima, DAN/UnB/DF

02. Narrativas cinematográficas sobre a Amazônia: vozes, modos e ênfases retóricas em documentários contemporâneos do estado do Pará - Uriel Nascimentos Santos Pinho, MPEG/ UFPA e Regina Lúcia Alves de Lima, UFPA

03. O espelho partido: heterotopia da individuação em “Persona” de Ingmar Bergman - Naylini Sobral Barboza, PPGAS/UFPE

04. As imagens e a conformação das interações na feira do Guamá - Marina de Castro, UFPA

05. Entre Pensar, Ver e Filmar: A Apropriação Audiovisual por Mulheres Xinguanas - Luiza de Paula Souza Serber, PPGAS/ IFCH/Unicamp

06. O cinema etnográfico, o imaginário e a significação: uma análise discursiva da imagem sob a ótica da subjetividade dos sujeitos - Rayana Mendonça do Nascimento, CSO/UFPE e Thiago Ribeiro Hora, UFS

07. O olhar sobre a cidade e as narrativas do espaço urbano - Wendell Marcel Alves da Costa, UFRN

08. A poética do discurso anticolonialista no documentário Os Mestres Loucos, de Jean Rouch - Guilherme Santos, Comunicação Social/PUCRS

09. A feminilidade da mulher como instrumento social: Observações do filme A garota Dinamarquesa (PÔSTER) - Valéria Carina Santos da Silva – Ciências Sociais, UFPA

 

 

GT4

Coordenadores:

Selma de Sousa Brito – UFPE (selmasb86@gmail.com)

Arthur Leandro de Moraes Maroja – Instituto NANGETU/UFPA (etetuba@gmail.com)

 Cinema e resistência: audiovisualidades em Comunidades tradicionais de Matriz Africana – entre territórios e terreiros

As tradições de matriz africana na atualidade têm cada vez mais buscado formas de presença no espaço público como caminho de romper com os estigmas e preconceitos criado contra ela durante todo o século XX. Esses caminhos têm sido diversos, e inclui articulação política e cultural como formas de resistência e visibilidade positiva de seus espaços sagrados, os conhecidos terreiros ou roça, onde se vivencia a religião nos seus ritos e mitos, a memória dos ancestrais a partir da sociabilidade em comunidade. Deste modo, o presente grupo de trabalho visa congregar pesquisas e relatos de experiências extencionistas que tenham como abordagem o audiovisual em espaços de terreiro, sejam eles como prática de resistência utilizando essas comunidades tradicionais como lócus de promoção social e política por meio do cinema ou das audiovisualidades (compreendendo cineclubismo, produção de cinema, televisão, vídeo e outras plataformas audiovisuais na internet) moldadas e construídas tendo o terreiro e as Tradições de Matriz Africana na diáspora brasileira como temática e representação de subjetividades e identidade. Busca-se debater além dos enfoques de resistência política, as possibilidades discursivas e criativas de reterritorialização do terreiro e suas tradições a partir do audiovisual.

 Resumos aprovados

01. Formação e organização das comunidades de matriz africana na luta por cidadania e combate ao racismo através de narrativas afro femininas na web TV Azuelar - Samily Maria Moreira da Silva/UFPA

02. “O Nkisse é que nos socorre”. Memória e poética de resistência negra afrontando e comunicando territórios de saúde - Weverton Ruan Viera Rodrigues/UFPA

03. Ageum Ara Odara – alimentando a luta anti-racista - Sibely Nunes Nascimento/UFPA

04. Terreiro Nosso, Uma proposta metodológica para criação de documentários participativos em comunidades religiosas de matriz africana - Cristina González Fernández/UFBA

05. Povos Tradicionais de Matriz Africana na formação em Serviço Social – reflexões sobre o papel do assistente social na formulação de políticas públicas de combate ao racismo religioso - Gabriela do Nascimento Farias/UFPA

 

 

GT5

Coordenadores:

Gisela Macambira Villacorta – UNIFESSPA (gisavillacorta@gmail.com)

Joseline Simone Barreto Trindade – UFPA (joseline@unifesspa.edu.br)

Etnografia visual e Sonora: olhares sobre uma região de fronteira do Sul e Sudeste do Pará

O objetivo deste GT é lançar novos/outros olhares para uma região de fronteira e incentivar pesquisas nas Ciências Sociais e áreas afim no âmbito acadêmico da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará. Neste sentido serão aceitos trabalhos com temas que abordem a diversidade etnocultural, grupos urbanos e diversidade de gênero a partir de produções etnográficas no campo visual e sonoro.

 Resumos aprovados 

1-Corpo, identidade e imagem: relatos e retratos de mulheres negras em Marabá - Amanda Costa Silva e Rianne Souza Araújo

2- De Ocó à Amapô: aspectos do universo travesti e transexual de Marabá - Diogo Souza Bohry

3- Light paint Mebêngôkre da Aldeia de Apexty    - Rafael Ribeiro Cabral

4- Mirações em tela: experiências, percepções e Antropologia -   Maria Lúcia da Silva Coelho

5- Uma breve imersão etnográfica visual e sonora em Marabá: Nova Era e Santo Daime -  Leticia de Medeiros Rodrigues Neves e Aline  de Araújo Verissimo Gomes

6- Olhares através de uma etnografia visual sobre a cidade de Marabá: gestos urbanos     -Ana Crys Delgado da Silva e Vinicius Silva de Souza

7 -Etnografia Visual sobre a formação histórica da Cidade de Marabá - Bruno Andrade Teixeir, Vinicius Pereira Guimarães e Sione Custódio da Silva

8- Atividade pedagógica com os sem terrinha: poesia, teatro e movimento social - Giovanna Vale e Raissa Ladislau

9- Etnografando a Toca do Manduquinha: uma abordagem a partir da Antropologia Visual - Arsenia Maria Pastana Franco e Iara Moreira Lemos

10- A Festividade Religiosa do Espirito Santo  a partir do olhar da antropologia visual - Priscila Dias Pinto e Sheila Kaline Leal da Silva

11- Coexistência, uma experimentação fotográfica na cidade de Marabá - Rafael Maciel dos Santos e Marina Almeida Gaby

12-Filme “Aquém Margens”, cinema e pesquisa sobre juventude e exclusão social em áreas de mineração - Evandro Costa de Medeiros e Alexandra de Araújo Duarte

13- Projeto Cartografia Visual um novo Olhar sobre o Rio Itacaiúnas - Caira Alves da Costa

14. SERINGUEIROS BRASILEIROS DESLOCADOS DA AMAZÔNIA BOLIVIANA: dos seringais aos assentamentos rurais Emilson Ferreira de Souza/PPGSA-UFPA

 

GT6

Coordenadores:

Marilu Márcia Campelo – GEAM/UFPA (dodoyaster@gmail.com)

Arthur Leandro de Moraes Maroja – Instituto NANGETU/UFPA (etetuba@gmail.com)

Poéticas visuais de resistência negra: a matriz africana na visualidade brasileira

Novos diálogos entre a arte e antropologia

Desde a chegada da missão francesa no Rio de Janeiro, e a fundação da Academia Nacional de Belas Artes, que a política pública para as artes visuais declara a dependência dessa produção aos conhecimentos das ‘luzes’ do iluminismo europeu, diretriz que vai se reproduzir em toda a política oficial de cultura e de ensino de artes que persiste até os nossos dias. A missão francesa também vai gradativamente inserir a noção do artista como o ‘gênio criador’ e a arte como valorização da potência criativa individual, em detrimento da produção de arte coletivizada em comunidades. Esse processo de embranquecimento tem usado as escolas e universidades como um dos principais agentes legitimadores da hegemonia eurocêntrica nas artes visuais e na produção dos saberes. Aos artistas negros e de comunidades tradicionais de matriz africana, a tendência é o esquecimento de suas raízes para poderem pensar em inserção no circuito profissional. Propondo um caminho inverso ao padrão hegemônico europeu na produção de artes visuais, este grupo de trabalho visa congregar pesquisas e relatos de experiências que tenham em comum a visualidade de Matriz Africana na diáspora brasileira, buscando elementos da resistência política e narrativas visuais de resistência negra na representação de subjetividades e identidade. Nossa meta é estreitar cada vez mais os laços com o campo da antropologia, notadamente o campo das artes, como um nicho de resistência e valorização do patrimônio cultural afro-brasileiro.

 Resumos aprovados

01. A performance negra na Amazônia como práticas alternativas em questões étnico-raciais - Carlos Vera Cruz/ UNIRIO

02. Africano Pai d'égua: um convite lúdico a novos olhares - Ricardo Harada Ono/FACOM/ILC/UFPA

03. Afroamazônicos e seus símbolos em trilha no Museu Goeldi: identidades e relações étnico-raciais em alunos de licenciatura com o conteúdo mediado em visita - Tainah Maroja Coutinho Jorge /UNAMA

04. Block Print: estamparia em tecido com carimbos de madeira - Glauce Patrícia da Silva Santos/SEDUC-PA

05. Driblando silenciamento: "cadê a arte?" - Ana Valéria Ramos da Costa /UNIFAP

06. Exu, Xarpi e outras trocas sobre a essencialidades enigmáticas - Samuel Lima /UERJ

07. Ferreiros de Ogun - Rosilene Cordeiro e Pedro Olaia /UNAMA e Instituto Nangetu

08. Fotografando o Axé: quando o olhar dos outros é o olhar de nós mesmos. Uma aproximação com a etnofotografia - Marilu Márcia Campelo /GEAM/IFCH/UFPA

09. Poéticas Afro-brasileiras: o simbólico sagrado em três obras - Samantha Raissa Cunha da Silva/SEDUC-PA

10. Poéticas da Resistência: narrativas da identidade negra no circuito cultural do embranquecimento - Arthur Leandro/GEAM/ ICA/UFPA

 

 

GT7

Coordenadores:

Nádile Juliane Costa de Castro – UFPA (nadiledecastro@hotmail.com)

Inara Mariela da Silva Cavalcante – UFAP (inaracavalcante@hotmail.com)

FOTOETNOGRAFIA E SAÚDE

Objetivo: O Objetivo desta proposta é referenciar o registro fotográfico como ferramenta para descrição, registro, análise e reflexão das atividades de saúde popular Justificativa: A possibilidade de usar a imagem como ferramenta de estudo da intervenção em um ambiente e do próprio desenvolvimento exercido é uma das reflexões de Goltara e Mendonça (2015) que discute como elementos observados nos registros podem ser fundamentais para estudos sociais e políticos, assim como do modo de vida da população. Consoante a isto é relevante dizer que o registro fotográfico revela mudanças, saberes e fazeres. Possibilita que problemas sejam identificados de forma real e sem interferência de ações direcionadas. Âmbito: Fotoetnografia e documentação em saúde. Natureza: Pretende-se problematizar as questões que envolvem o uso do registro fotográfico como método de coleta de dados e como suporte para abordagem conceitual sobre o processo saúde-doença, e também de cunho documental perante o conhecimento popular em saúde. Metodologia: Propõe-se que os trabalhos devam ser levados em discussão pelo grupo e havendo, porém, a apreciação técnica por parte de comentador previamente selecionado. Este terá conhecimento do texto a fim de apresentar considerações mais amadurecidas, acerca do trabalho do colega. Será desenvolvida 1 sessão com 5 apresentações orais. Para realização da atividade utilizaremos como material didático aparelho multimídia e disposição de sala e/ou auditório.

 Resumos aprovados

01. Fotos & vídeos na documentação do Projeto Multicêntrico “Análise da efetividade do Programa Mais Médicos – Estudo de Casos em Municípios do Pará”. - Rafael Ribeiro Cabral

02. Entre fios, redes e outras tessituras: Mulheres escalpeladas, sentidos e reconstruções - Camila Braga /Daniely Cabral / Elen Silva/ Enderson Oliveira

03. Olhares sobre a saúde ribeirinha: O Projeto canoa - Annanda do Socorro Espíndola Palheta.

 

 

GT8

Coordenadores:

Alda Cristina Costa – UFPA (aldacristinacosta@gmail.com)

Analaura Corradi - UNAMA

Narrativas Visuais Contemporâneas na Amazônia

O presente Grupo de Trabalho pretende reunir pesquisadores que reflitam sobre a multiplicidade de narrativas imagéticas contemporâneas sobre a Amazônia, produtoras de sentidos e de modos de interação dos sujeitos em sociedade, indo da escrita ao virtual. Constata-se que na atualidade as narrativas imagéticas se constituem em importantes objetos de um campo de pesquisa cada vez mais decisivo. Narrativas cinematográficas, impressas, fotográficas, audiovisuais, televisivas, de moda, do corpo e das tecnologias da informação e comunicação. O Grupo se propõe a compreender as narrativas postas em circulação e recebidas pelos sujeitos, em seus mais diferentes formatos e gêneros, a partir de uma perspectiva inter e transdisciplinar. Os aspectos das discussões são: a) identidade; b) gênero e sexualidade; c) práticas culturais; d) manifestações religiosas; e) representações e percepções sociais; f) narrativas midiáticas como fontes para pesquisa etnográfica.

 Resumos aprovados

 

01. O ARRAIAL DO PAVULAGEM: UM SIMBOLISMO IMAGÉTICO CULTURAL EM BELÉM - Andressa Mourão (UNAMA); Helder Ribeiro (UNAMA); Neusa Pressler (PPGCLC/UNAMA)

02. AMAZÔNIA E A CONSTRUÇÃO IMAGÉTICA DA IDENTIDADE: Uma leitura fenomenológico-hermenêutica da revista Amazônia Viva - Lídia Karolina de Sousa Rodarte (PPGCOM/UFPA)

03. A estetização da violência e a representação urbana: Éder Oliveira e a Amazônia contemporânea - Enderson Geraldo de Souza Oliveira (FAPAN/FAPEN); Paulo Victor Santos Dias (UNAMA); Priscila Ferreira Bentes (UEPA)

04. O feminicídio narrado: cartografia da violência contra gênero nos relatos do Movimento pela Vida - Ana Paula de Mesquita Azevedo. (PPGCOM/UFPA); Sérgio do Espírito Santo Ferreira Junior (FACOM/UFPA)

05. CIRCUITO, INTERSUBJETIVIDADE E SOCIABILIDADE: REFLEXÕES SOBRE O MOVIMENTO FOTOGRÁFICO EM BELÉM DO PARÁ - Raoni Lourenço Arraes (PPGCOM/UFPA); Fábio Fonseca de Castro (PPGCOM/UFPA)

06. “Não vou deixar usarem a minha cultura!” O papel da cultura no ativismo de fã-gamers em League of Legends - Tarcízio Pereira Macedo (PPGCOM/UFPA)

07. Os discursos imagéticos de ódio: análise do programa Metendo bronca - Ana Caroliny do Nascimento Pinho (PPGCOM/UFPA); Monique Feio Igreja (FACOM/UFPA)

08. A imagem na produção de uma antropologia visual huni kuin - O Movimento dos Artistas Huni Kuin (MAHKU) - Amilton Pelegrino de Mattos (UFAC/Floresta/AC)

09. OLHOS FECHADOS: CEGOS E VIDENTES EM UM RITUAL TIKUNA NA CONUNIDADE DE ARARA, AMAZÔNIA-COLOMBIANA - W. Eduardo Gómez-Pulgarín (PPGSA/UFPA)

10. TRADIÇÕES E INTERAÇÕES: NARRATIVAS DE MEMÓRIAS E IDENTIDADES DO INSTITUTO NANJETU - Francinete do Socorro Saraiva de Lima (UNAMA); Neusa Pressler (PPGCCL/UNAMA); Analaura Corradi (PPGCLC/UNAMA)

11. NARRATIVAS IMAGÉTICAS DA MODA NA AMAZÔNIA CONTEMPORÂNEA: análise semiótica do editorial “Treme” da marca paraense “Visto Olga” - Marília Jardim (PPGCOM/UFPA)

12. A participação do público na construção da narrativa jornalística no Bom Dia Pará - Elaide Martins (PPGCOM-UFPA); Mariana Castro (PPGCOM-UFPA)

13. NARRATIVAS FOTOGRÁFICAS CONTEMPORÂNEAS POR ENTRE RIOS, RUAS, FLORESTAS E REDES - Carolina Venturini Passos

PÔSTER

14. Vitrines de Belém do Pará: do regional ao pós-moderno à la Paris - Elson Silva dos Santos (UNAMA/PA); Juliana Barros Monteiro (UNAMA/PA); Paula Sousa de Oliveira (UNAMA/PA)

 

GT8.1 – NARRATIVAS MIDIÁTICAS NA AMAZÔNIA

Coordenadores:

Célia Regina Trindade Amorim –(UFPA)

 Marina de Castro (UFPA)

 Resumos aprovados

01. A representação do homem amazônico segundo a narrativa fílmica de “O Abraço da Serpente” - Angela gomes (ICA/UFPA)

02. As representações da cultura urbana da cidade de Belém apresentadas nas webséries paraenses “A Solteirona” e “Sampleados” - Victor Lopes de Souza (PPGCOM/UFPA)

03. Narrativas de violência e vitimização: cartografia interpretativa de um fenômeno midiático de mobilização social - Sergio do Espirito Santo Ferreira Junior (FACOM/UFPA); Alda Cristina Costa (PGCOM/UFPA)

04. O MARKETING RELIGIOSO E A NARRATIVA MIDIÁTICA DO CÍRIO DE NAZARÉ - Regina de Fátima Mendonça Alves (FACOM/UFPA); Otacílio Amaral Filho (PPGCOM/UFPA)

05. A COMUNICAÇÃO VISUAL DA CIÊNCIA: UMA ANÁLISE DAS CAPAS DO PERIÓDICO BOLETIM DO MUSEU PARAENSE EMÍLIO GOELDI - Elaynia Ono (PPGCOM/UFPA); Guaciara Freitas (PPGCOM/UFPA)

06. Princípios da narrativa transmídia em produções jornalísticas amazônicas - Elaide Martins (UFPA); Ana Paula Gomes Castro (UFPA)

 07. A representação da Amazônia brasileira na série “Amazônia Sociedade Anônima (S/A)” - Domingos Alves de Almeida (UNILA-PR); Francisca Daniela dos Santos Souza (CDVDH-CB-MA); Idayane da Silva Ferreira (JNT-MA); Julie Lemos Bohorquez (UNILA-PR)

 08. A violência como elemento de distribuição social da cidadania nos programas televisivos no Pará - Nathan Nguangu Kabuenge (UFPA)

09. Projeto “Cinema, negritude e infâncias: ver, experimentar, aprender e reconhecer a cultura africana e afrobrasileira como ensino fundamental - Rosilene da Conceição Cordeiro – (PPGCLC/UNAMA); Viviane do Socorro da Silva Mota (SEMEC)

10. Narrativas imagéticas do gosto na feira do Guamá - Marina de Castro

11. Aqualavra: a metamorfose do texto em novos suportes - Bianca Levy

12. Narrativas visuais sobre o plebiscito no Pará: notas a partir dos jornais metropolitanoEvelyn Cristina Ferreira de Aquino (UFPA) e Thaís Luciana Corrêa Braga (UFPA)

PÔSTER:

12, Entre o portal e o telejornal:  aspectos da narrativa transmídia no jornalismo do grupo Record - Elaide Martins (PPGCOM/UFPA); Isabelle Fecury Lameira Vinagre (FACOM/UFPA) 

 

GT9

Coordenadores:

Ana Shirley Penaforte Cardoso – UFPA (spenaforte@gmail.com)

Raimundo de Araújo Tocantins – UFPA (raimundotocantins@bol.com.br)

CIBERATIVISMO INDÍGENA, VISUALIDADES E IDENTIDADES

Ainda hoje, século XXI, compreendemos as identidades indígenas brasileiras como um produto da discursivização dos seus antigos enunciadores, os europeus. Neste sentido, não é possível negar que grande parte das construções indenitárias contemporâneas, em relação aos povos indígenas tem nos discursos veiculados pela grande mídia brasileira uma importante fonte de manutenção dos discursos europeus e também dos interesses nacionais. Contudo, a partir de um novo conceito de mídia, as redes sociais presentes na internet, é possível visibilizar indivíduos que assumem identidades indígenas construindo nestes espaços seus próprios enunciados, sobre o que é ser indígena hoje. Não mais mediados por uma mídia dita hegemônica. Desta maneira, no que concerne a redes sociais, podemos perceber que elas representam bem mais que um veículo para troca de informação, elas nos falam sobre identidades. Na esteira desta nova realidade apresentada pelos indígenas presentes no universo virtual, este grupo temático tem como objetivo principal refletir sobre as visualidades produzidas por estes sujeitos nestas redes seja através da fotografia ou de produções audiovisuais, materialidades que documentam e registram as ações que concernem à luta por direitos sociais, em outras palavras, em atuações relacionadas ao ciberativismo indígena.

 Resumos aprovados

01. A produção do monstro: da primeira xilogravura ao documentário Excerpt from 'Fighting the Amazon's Illegal Loggers - Ivânia dos Santos Neves e Josué Oliveira

02. Entre matintas, mulheres indígenas e a mulher maravilha: intericonicidades nas tintas da grafiteira Ka, do coletivo Freedas-Crew e de Cely Feliz - Ivânia dos Santos Neves, Camille Nascimento e Roberta Sodré

03. Entre Pensar, Ver e Filmar: A Apropriação Audiovisual por Mulheres Xinguanas - Luiza de Paula Souza Serber

04. Identidades e fotografias no facebook: considerações sobre o contemporâneo e o tradicional, a partir da Sociedade Indígena Tembé-Tenehara da TIARG - Ana Shirley Penaforte Cardoso

05. Iconografia e identidades: o discurso da arte na construção do sujeito indígena - Raimundo de Araújo Tocantins

 

 

GT10

Coordenadores:

Alessandro Ricardo Campos – UFPA (ricardocamps52@gmail.com)

Daniel dos Santos Fernandes – Instituto IBIACY (dasafe@msn.com)

Imagem e memória

Este gt recebe trabalhos que tratem das possibilidades de relações  entre imagem e memória. Pesquisas que tratem da capacidade da imagem despertar, acionar – (re)-organizar - a memória, as emoções, os pensamentos: individual e coletiva.  Pretende-se discutir as limitações e possibilidades de utilização de recursos imagéticos em pesquisas com grupos socioculturais específicos. Os caminhos que a memória pode se relacionar com o suporte imagético proporcionando debates sobre  as  potencialidades  da  linguagem  através  da  imagem,  diálogos  entre  narrativas  orais  e  a  imagem,   no  âmbito  de  estudos  sobre  a  contemporaneidade  e  os  novos  procedimentos  de  construção  de  sentido,  considerando  a  imagem  como  uma  forma  expressiva  significativa  da  nossa  época,  que  revela  as  utopias  e  distopias  contemporâneas.

Resumos aprovados 

1 . Na trilha das imagens: ritual de sangue e poética cruel a partir da jornada sacra dos Penitentes - Amanda Barros Melo (UEPA-PPGCR/PARÁ)

2. A importância do antropólogo na reconstrução na memória da tradição junina do bairro Alto Alegre em Sumé – PB. - Carlos Augusto da Silva Júnior

3. Instagram: imagens voláteis, memorias efêmeras. - Fabiola de Mesquita Costa Silva UNICEUMA

4. PATRIMÔNIOS (IN) VISÍVEIS – A FOTOGRAFIA DOCUMENTAL COMO PROCESSO DE INVESTIGAÇÃO ARTÍSTICA - Flávia Suanny Santana de Souza, Fotógrafa e Graduanda em Bacharelado em Museologia, UFPA

5. Cinema no Vale do Mamanguape: Aproximações antropológicas - José Muniz Falcão Neto - UFPB-Campus IV- Unidade Rio Tinto-PB

6. Entre Imagens, Memórias e Técnicas: Reflexões do trabalho de campo com antigas operárias da CTRT em Rio Tinto – PB - Luana Maia Pinto -PPGA/UFPB

7. ENTRE PROCISSÕES E CARNAVAIS: CONFLUÊNCIAS DA FOTOGRAFIA À LUZ DA MEMÓRIA - Ana Mabell Seixas Alves Santos (PPLSA/UFPA) e Fúvio Maurício Ferreira da Silva (UNAMA).

8. Etnografia por imagens entre trabalhadores do calçado no Vale do Sinos, RS - Manoel Cláudio Mendes Gonçalves da Rocha (PPGAS/UFRGS).

9. Memória ambiental na Bacia do Una: acervo fotográfico e narrativas de habitantes sobre transformações urbanas em Belém (PA) - Pedro Paulo de Miranda Araújo Soares – Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

10. IMAGEM E MEMÓRIA: A construção da memória a partir do arquivo do Fotógrafo Profissional - Thiago Guimarães Azevedo (UFPA).

11. JUVENTUDE E TRADIÇÃO: MEMÓRIAS DO MARACATU RURAL PAVÃO DOURADO EM TRACUNHAÉM – PE - Nalva Maria dos Santos/ Orientadora: Lara Santos de Amorim - Curso de Graduação em Antropologia – DCS /Universidade Federal Da Paraíba – UFPB

12. As memórias e imagens de um tempo “bom” entre cenários passados e presentes na relação com o dinheiro: As dinâmicas de transformações ocasionadas por repasse de Royalties e indenizações pela ALCOA em comunidades tradicionais no PAE Juruti Velho, Oeste do Pará - Kátia Solange Demeda / UFOPA

13. Histórias Vividas, Histórias Contadas: Produção Audiovisual de Histórias de Vida e Experiências de Cidadania na Cidade de São Paulo - Claudia Moraes de Souza/ EPPEN/UNIFESP e Sandra Regina Chaves Nunes

14. A PALAVRA HABITADA: UMA DESCRIÇÃO INTERPRETATIVA DOS ESPAÇOS REINVENTADOS DE UMA TRAJETÓRIA DE DOCÊNCIA, A PARTIR DAS PRÁTICAS PERFORMÁTICAS DAS MEMÓRIAS, DAS IMAGENS E DOS AFETOS - Fabiana do Nascimento Pereira e Mário Luis Moreira da Silva.

 

 

GT11

Coordenadores:

Socorro Amoras – UFPA/ ICSA/ FSS  - (amoras.sanches@gmail.com)

Telma Amaral – UFPA/IFCH/FCS - (telmaral@ufpa.br)

Crianças, juventudes e suas sexualidades em contextos contemporâneos

A proposta deste GT é estimular a apresentação de trabalhos que privilegiem em suas análises crianças e jovens como sujeitos sociais. A proposta pretende articular infância e juventude com o campo das sexualidades, cuja emergência, especificidade e diversidade são fundamentais para a compreensão de quem são, como vivem e se expressam crianças e jovens que integram os múltiplos contextos contemporâneos da América Amazônica. Temos interesse em trabalhos que enfoquem campos diversos do conhecimento e que dialoguem com a antropologia visual e da imagem em suas mais diversas expressões, seja fílmica, imagética, midiática, todas elas relevantes como uma rica fonte de registro, problematização e interpretação da vida social.

Resumos aprovados

01. Quiirck, Uma História para Crianças e Pessoas com Coração de Criança - Lucas Alberto e Pedro Olaia

02. Entre desenhos, fotografias e brincadeiras: discursos sobre parentesco e sexualidades entre crianças e adolescentes (Breves/Marajó. Belém/Pará) - Avelina Oliveira de Castro

03. Diversidade Sexual e Educação: Um breve estudo sobre as ações da SEDUC – PA - Lucélia Leite Ferreira e Nádia Andrade Carvalho

04. Escola, gênero e sexualidade: Uma Construção Sutil do Sexismo - Ivandiely Pessoa Pinto de Menezes

05. CINE NEABI: Multiplicando olhares - Cristina Nascimento de Oliveira e Paulo Roberto Siberino Racoski

06 . Uma breve reflexão sobre “juventude e sexualidade” no google-brasil-imagens    - Rafael Rodrigues Pantoja de França e Darliane Marques Borges

 

 

GT12

Coordenadores:

Denise Machado Cardoso – UFPA/ IFCH/ FACS (denise@ufpa.br)

António Domingos Braço – UP /Moçambique (andobra@yahoo.com.br)

Katia Barbara da Silva Santos – SEDUC-PA/Pesquisadora Associada do Centro de Estudos Africanos da Universidade de Mondlane (katias105@gmail.com)

Imagens e imaginários sobre África

A proposta deste GT enfatiza o diálogo que abrange temáticas relativas aos diversos contextos dos povos africanos. Pretende-se estimular o debate que envolve as imagens e imaginários sobre a África, construídas a partir dos que estão dentro desse território e na diáspora e ampliar as discussões acerca das representações que acercam as relações entre seus povos e os dos demais continentes. Para tanto serão destacados trabalhos de todos âmbitos que apresentem imagens registradas em países africanos e que ilustrem a realidade, a cotidianidade e as inter-relações de seus habitantes nos seus mais diversos âmbitos da vida social. A perspectiva interdisciplinar contribuirá para abrir o debate à África plural, sob o ponto de vista dos olhares e das suas culturas.

Resumos aprovados

01. BAIXAR OU LEVANTAR A VOZ. UMA EXPLORAÇÃO AUDIOVISUAL DA ISICATHAMIYA - Alex Vailati/UFPE

02. Estudo sobre imagens: história e construção do imaginário a partir da geração de conteúdo dos Kel Tamasheq na web - Edson Eduardo Ramos da Silva/ USP

03. Não Vamos Esquecer! A propósito da fotografia “Marca de gado em jovem pastor” de Ricardo Rangel - Isa Márcia Bandeira De Brito/USP

04. ÁFRICA NA TELEVISÃO BRASILEIRA: Construção da identidade e representação dos estudantes africanos da Universidade Federal do Maranhão - Osmilde Augusto Miranda/UFMA e Flávia de Almeida Moura/UFMA

 

 

GT13

Coordenadores:

Hélio Figueiredo da Serra Netto – UFPA (ranehelio@yahoo.com.br)

Jorge Oscar Santos Miranda – FAPEN (jorgeoscarsm@gmail.com)

 

Imagem, ética, corpo e tecnologia nas sociedades contemporâneas.

Compreendendo as diversas possibilidades de se relacionar com a imagem atualmente, proporcionada em grande parte pelo ápice do desenvolvimento tecnológico, que atua como uma das principais características das sociedades contemporâneas. Faz-se necessário pensar a relação primordial existente entre imagem, tecnologia e corpo, mas não só – diversas questões são abordadas em relação a este tema –, pensar os desdobramentos éticos que essas relações nos propõem. Estariam essas relações permeadas pela violência que nos assola? Ou teriam elas elementos redentores que nos permitam transcender essas questões? Em que medida as tecnologias podem ser meios de libertação do homem da violência e da angústia que a chamada pós modernidade proporciona? Este GT tem por objetivo propor discussões em relação aos usos da imagem e os desdobramentos dessa relação com base nas diferentes tecnologias digitais e no processo de comunicação. Trabalhos que visem destacar essas relações nos mais variados campos das ciências sociais terão uma importante contribuição em nossa discussão. Tomando como um dos focos principais as chamadas teorias do imaginário, este grupo busca pesquisas que transitem entre processos de produção artística, cultural, religiosa, educacional, literária e de comunicação.

 Resumos aprovados

01. “Reflexões sobre pulsão mimética, tecnologia audiovisual e etnografia “ - Vinícius Dino Costa

02. Pensar a Relação Ética no Serviço Social a partir do Filme “Patch Adams: o amor é contagioso” - Girlene Costa de Oliveira e Marcelo Santos Sodré

 

GT14

Coordenadores:

Euzalina da Silva Ferrão – UFPA(euzalina@ufpa.br)

Marília de Jesus Souza e Souza - Intituto MAMIRAUA (marilia@mamiraua.org.be

Meio Rural: Objetos artesanais e suas representações na vida cotidiana de grupos sociais rurais na Amazônia Brasileira.

O objetivo deste Grupo de Trabalho é possibilitar uma discussão e mapeamento por meio de fotos, filmes e documentários sobre objetos artesanais e as suas diferentes formas de uso e representações desta produção na vida cotidiana das populações rurais da Amazônia brasileira. Os objetos artesanais e/ou artefatos domésticos são compreendidos como fonte de saber das populações tradicionais da Amazônia. Seu repertório abrange uma variedade de utilização no cotidiano das populações rurais que as produzem tanto para uso doméstico como para realizar trocas entre as comunidades e mercados locais. É um conjunto de objetos que refletem as relações de engajamento travadas entre as populações amazônicas e o ambiente em que habitam. No seu processo de produção lançam mão de técnicas específicas que são desenvolvidas na construção de um domínio muito particular de um saber-fazer objetos artesanais. Numa relação intensa de engajamento com o ambiente de onde acessam e retiram a matéria-prima elaboram uma diversidade de instrumentos e utensílios que são usados em diferentes espaços da casa, do quintal, da roça, da caça e da pesca. Servem ainda como meio de transporte, nas atividades produtivas, nas manifestações festivas e nas práticas religiosas. Aceitamos estudos que apresentem as várias formas da produção destes objetos e seus diferentes usos e representações nas práticas locais das comunidades rurais da Amazônia.

 Resumos aprovados

01. Olhares, territorialidade e tradicionalidade em meio ao conflito: Uma abordagem visual sobre autoreconhecimento e a busca de direitos na comunidade quilombola dos rios Ararí e Gurupá - Edmir Amanajás Celestino

02. Os “artefatos” e sua relação com a vivência cotidiana dos povos ribeirinhos do rio Mapuá, Marajó-PA - Eliane Costa

03. O uso de objetos artesanais na vida diária dos moradores de Quianduba, abatetuba-PA - Waldiléia Rendeiro da Silva Amaral

 

 

GT15

Coordenadores:

Mílton Ribeiro – UFPA (mfo@ufpa.br)

Leila Leite – UFPA (leilaleiteferreira@hotmail.com) 

Os sons e as cores das cidades: paisagens sonoras, sociabilidades e gênero.

Este GT almeja reunir resultados de pesquisas, reflexões teórico-metodológicas, ensaios e propostas artísticas e culturais que dialoguem com questões relativas às cidades (urbanas, rurais ou ribeirinhas), às paisagens sonoras (festas, festivais, cortejos, encenações, procissões, micaretas, círios, shows), às sociabilidades (encontros, reuniões, jograis, mutirões, exposições, movimentos sociais, ocupações, saraus) e questões de gênero (perfomatividades, construções de gênero, masculinidades e feminilidades) e sexualidades (homo-bi-heterossexualidades, direitos sexuais e reprodutivos, regulações morais e sexuais, saúde e doença). As preocupações aqui têm relação direta com as dinâmicas próprias das cidades, dos processos de urbanização e desenvolvimento dos centros urbanos, das constituições de urbanidades e direitos de acesso à bens e serviços, das periferias e suas marginalizações, dos usos das cidades e suas políticas. Isto é, pretendemos reunir trabalhos que enxerguem as cores das cidades, suas paisagens e seus eventos, e ouçam seus sons, seus murmúrios, suas lamentações e seus gritos – seja nas ruas, nos palcos e nos espaços privados. A intersecção das práticas citadinas com as relações de gênero e sexualidades dar-se-ão mediante observação de espaços de sociabilidade, dos movimentos sociais e políticos, das manifestações culturais e de práticas sociais que envolvam mulheres e homens, pessoas transsexuais/trangêneros/travestis e cisgêneros, homo-bi-heterossexuais, drag queens e drag kings, gender fluid e queers.

Resumos aprovados

01. "... E as barrocas chocada", ou: notas transviadas da produção audiovisual de Leona, a Assassina Vingativa – um olhar sobre Frescáh no Círio - Lucas Munhoz Moura (UFPA) & Mílton Ribeiro (UFPA)

02. “Purpurina no asfalto”: imagens de violência contra LGBT nos jornais paraenses - Rafael Oliveira Alves (UFPA)

03. Sobre as cores na ruas: as interpretações sobre a Parada do Orgulho LGBT de Belém na visão jornalística - Paulo Henrique Gadelha (UFPA)

04. “A festa continua companheiro!” – Em Baião, Pará, sociabilidade e reciprocidade caracterizam relações de aproximação e aprendizado inseridas em eventos festivos culturais e religiosos - Clélio Palheta Ferreira (CPFPAP )

05. “A noite é suja e o close é certo”: experiências e experimentações de novos artistas Drag Queens em Belém - Sávio Barros Sousa (UnB) & Leonardo Botelho Aleixo (UFPA)

06. Diversidade sexual na escola: compreensão fenomenológica do relato de experiência de uma aluna transgênero - Lyah Santos Corrêa (UFPA) & Warlington Luz Lôbo (UFPA)

07. O Movimento LGBT de Belém do Pará em movimento: as cores e dores, a trajetória, a participação e as lutas - José Luiz de Moraes Franco (UFPA)

08. O amor é a cor mais quente: análise fenomenológica sobre os quadrinhos de Julie Maroh - Magda Freitas Oliveira (UFPA) & Milton Ribeiro (UFPA) & Warlington Luz Lobo (UFPA)

09. Espaço, identidades e presença juvenil feminina nas subculturas da Metrópole Belém - Paula Ramos (UFPA)

10. Olhares sobre o aborto: a pluralidade dos discursos no Facebook - Barbara Damasceno Pereira (UFPA)

11. Etnografia do canto dos pássaros - Emilene Leite de Sousa (UFMA)

12. Puta dei: Processo dinâmico, político e afetivo nas esquinas brasileiras - Leila Barreto (GEMPAC)

13. Sonoridade e sociabilidade: uma etnografia na Feira Livre de Itapororoca-PB - Walkiria do Nascimento (UFPB) & Lara Santos de Amorim (UFPB)

14. Do Rosário para o Jurunas: O deslocamento da festa de São Benedito em Belém-PA - Sônia Cristina de Albuquerque Vieira (UFPA)

15. “São Paulo é mais Berlim do que Berlim”: festa, estilo e sexualidade em duas cenas underground - Gibran Teixeira Braga (USP)

16. Em cena, os neopagãos: arranjos sociais urbanos entre o estilo de vida e a prática religiosa - Dannyel Teles de Castro (UEPA)

17. Revoada de Pássaros 2016: voando e resistindo pelas ruas de Belém - Jorgete Maria Portal Lago (UEPA)

18. Um Museu na Cidade: reflexões de um antropólogo e curador - Marcio Zamboni (USP)

19.Transophia - Pedro Olaia (MANSU NANGETU)

20. Aylla Welch: Afetos e Desafetos numa Sociedade Transfóbica - Aylla Welch (MANSU NANGETU)

21. Violência Homofóbica na região Andina (Peru/Lima) – as respostas sociais, públicas e comunitárias - Danilo de Santana Cardoso (UNEB) & Osvaldo Ribas Lobos Fernadez (UNEB)

22. “Pode sentar, esse é o sofá da Hebe”: Um breve relato de Sachenka sobre o bairro do Reduto em Belém do Pará -Amadeu Lima de Deus/UFPA

mesas redondas





 

Mesas Redondas aprovadas!

 

MR01 - As múltiplas possibilidades da fotografia no campo da investigação social e artística

Coordenadora: Marly Gonçalves da Silva (UFPA/IFCH)

Expositores: Claudia Leão (FAV/ICA/UFPA), John Fletcher (FAV/ICA/UFPA) e Patrick Pardini (Museu da UFPA)                    

A proposta da mesa-redonda é discutir teorizações , experiências , vivências e controvérsias em torno da fotografia como ferramenta de pesquisa no campo acadêmico e no campo artístico ;  a fotografia de rua, da paisagem, dos corpos e da vida cotidiana nas suas diferentes formas de manifestação ; a fotografia como fonte  de informações sobre a cultura de uma comunidade , um bairro , uma cidade , um acontecimento  , os significados  que ela encerra e as interpretações que ela enseja ; por fim , a fotografia  como dispositivo de mediação na comunicação dialógica entre sujeitos envolvidos na pesquisa e nas práticas de extensão universitárias vividas no âmbito da UFPA .Há toda uma literatura no campo das Ciências Sociais e das Artes Visuais que dialoga entre si no que diz respeito  à produção e uso da fotografia nesses dois campos do saber  , seja a fotografia como criação artística , documentação registro e memória , seja a fotografia como dispositivo de comunicação e aproximação, de trocas dialógicas entre as pessoas , grupos sociais , coletividades.

 

MR02 - Antropologia Visual: História e Experiência compartilhada

Coordenador: Alex Vailati (UFPE)

Expositores: Fabiano Araújo (UFPE)

Eveline Maria Bezerra (UFPE)

Walter Wagner Pereira (UFPE)  

Os relatos de viajantes são parte de um gênero literário dos primeiros que contavam histórias sobre as sociedades por onde passavam, costumavam descrever cada passo da viagem, tentando captar cada movimento, cada palavra ou gesto dos nativos por onde passavam. Foi assim com o primeiro documento sobre o Brasil, “A Carta” de Pero Vaz de Caminha descrevia como era a Terra de Santa Cruz, o que tinha visto desde sua chegada até aquele momento, as cores, frutas, animais, os índios. Desde Caminha, os relatos foram se multiplicando e se tornando fonte de estudos entre os pesquisadores que passaram a querer conhecer essas populações.

Com a criação do cinematógrafo pelos irmãos Lumiére, as imagens registradas deixavam de ser apenas estáticas e ganhavam vida em frente à tela. Os irmãos Lumiére retratavam o cotidiano e suas máquinas, desde um trem vindo em direção à câmera, pessoas saindo das fábricas, o almoço do bebê, entre outras imagens que continham “espetacularização”, para prender o olhar das pessoas que as assistiam. Através destas novidades o cinema pode se desenvolver rapidamente como registro documental e como arte, isso em diversos cantos do mundo.

Com o equipamento de filmagem ganhando mais espaço dentro das pesquisas, o método etnográfico visual sobre comunidades, etnias e outros povos, começou a ganhar corpo e voz, não apenas dos pesquisadores, mas em todos os personagens envolvidos. Podemos ver isso nas pesquisas de Bronislaw Kasper Malinowski, Margareth Mead, Ruth Benedict, Evans-Pritchard e tantos outros pesquisadores.

 A câmera foi inserida no trabalho de campo, produzindo assim um caderno de campo audiovisual que registrava situações com detalhes, além de produzir um resultado de pesquisa com uma divulgação ampla que outros pesquisadores pudessem assistir e tirar suas próprias conclusões, criando debates e percepções diferentes. Nessa mesa, pretendemos discutir não apenas essa patê histórica, mas experiências de cada participante, mostrando diferentes olhares e formas de produzir um documentário.

 

MR03 - Onde está o foco: Representação e imagens da Amazônia

Coordenador: Renato Athias (UFPE)

Expositores/palestrantes: Selda Costa (UFAM)

Luiz Braga (UFPA)

Romero Ximenes (UFPA).

A Amazônia sempre esteve presente no imaginário das pessoas nesses últimos cinco séculos, desde sua conquista por espanhóis e portugueses. Foram inúmeros de textos, livros e palavras descrevendo a exuberâncias da Amazônia. Na era digital onde a imagem é central para as construções de imaginários imagéticos. Esta mesa redonda se propõe de debater as questões que envolvem esse imaginário na buscando identificar aspectos relacionados à compreensão da natureza e a relação de humanos e não humanos com esse espaço geográfico que recebeu o nome de Amazônia.

 

MR04 - Conexões em Antropologia Visual e Estudos Visuais: A imagem como eventos visuais e arquivos vivos de um tempo

Silvia Carla Marques Costa (UNIFAP)

Esta mesa reúne três pesquisadores que trabalham com imagens e pretendem discutir pontos específicos para pensar a produção e o uso de imagens em pesquisa na atualidade. Na reflexão do doutorando, Alexandre Guimarães/IFG ele constrói a discussão levando em conta a produção de imagens como processo de pensar/fazer pesquisa em educação. A Drª. Luciana Borre/UFPE apresentará impactos nas visualidades entre imagem e sexualidade e a doutoranda Silvia Marques/UNIFAP abordará referências estéticas do espaço Amazônico com a cena artística urbana na cidade de Macapá/AP. Cada particularidade reflexiva tem como eixo ir além da instrumentalização técnica da captura e registro da imagem, portanto compreendê-las como processos constitutivos de fenômenos, revelações, comunicação e convocação do mundo. Esses novos entendimentos na conjugação abordada pela Antropologia Visual e Estudos visuais amplia-se o uso das imagens como ferramentas de pesquisa e, buscam compreender argumentos que concebam a imagem como eventos visuais de arquivos vivos de um tempo. O caráter de imersão reflexiva com imagens surge como concentração emergente no cenário contemporâneo da pesquisa e esta mesa intenta acossar o debate. São percepções, problematizações e resoluções, metodológicas e analíticas, conectadas ao fazer/saber antropológico e a produção de imagem, reorientando o acesso ao universo complexo das imagens e do social em que se pesquisa.

 

MR05 - Cinema enquanto campo etnográfico: diálogos longitudinais

Marcos Aurélio da Silva (UFMT)

Luiz Gustavo Pereira de Souza Correia (UFSE)

Fernando Firmo Luciano (UFBA)

O que significa tomar o cinema enquanto campo etnográfico? É a partir desta provocação que a presente mesa ganha materialidade ao reunir pesquisadore(a)s interessados em refletir sobre as diferentes possibilidades de se trabalhar o cinema como loci de produção etnográfica. Nossas pesquisas apontam distintos olhares para o cinema, ora tomando-o como modo representação e análise de coletividades e/ou fatos sociais, ora utilizando-o como campo e/ou linguagem etnográfica no intuito de lhe conferir propriedades equivalentes ao texto escrito na exposição de resultados de pesquisas produzidas de um ponto de vista singular: da observação participante. Portanto, nosso objetivo será problematizar a relação entre antropologia e cinema, assim como, a transmutação do cinema enquanto campo e etnografia.  

 

MR06 - Imagem, memórias e saberes local na pesquisa etnográfica 

Siloé Soares de Amorim (coordenador)

José Moisés de Oliveira Silva (expositor) Waldson de Souza Costa (expositor) Silvana de Souza Nascimento (debatedora)

A pesquisa etnográfica em Alagoas vem sendo enfatizada pela busca de dar visibilidade as demandas de reconhecimento étnico-territorial, seja das populações indígenas, seja das populações quilombolas, aspecto que anseiam também outros povos locais e comunidades urbanas que vivem à margem da sociedade.  Nesta mesa, objetivamos reunir pesquisadores, que estudam a memória coletiva e saberes local. Pesquisas que almejam a interpretação destas dinâmicas, conflitos, fragmentação, unidade, fluxo comunicativos, trajetórias sociais, alternativas de resistência, pertença, sobrevivência e possibilidades de soluções para a indiferença do poder público.  Com base no método etnográfico, a pesquisa busca combinar fotografia, filmes, vídeo, som e pesquisa em redes digitais.

 

MR07 - Cibercultura, Imagens e Tecnologias: Trajetórias e experiências de pesquisa em antropologia e tecnologias digitais.

Eliane Tânia Martins de Freitas (UFRN)

Hélio Figueiredo da Serra Netto (UFPA)

Michel Ribeiro de Melo e Silva (UFPA)

Esta mesa redonda traz para o debate trabalhos e trajetórias de pesquisas em antropologia, que trabalham com as formas digitais de sociabilidade, a cibercultura e suas inúmeras possibilidades e desdobramentos. O objetivo da mesa é também abrir espaço para a discussão de pesquisas que abordem os diversos desdobramentos que a imagem pode ter no ciberespaço, assim fazendo com que os pesquisadores e interessados nestes temas apresentem suas pesquisas, coloquem em debate as dificuldades, potencialidades e diferentes abordagens que as pesquisas que abordam a imagem e a cibercultura, e, com isso,criar cada vez mais ambientes de diálogo que possibilitem o desenvolvimento deste campo de pesquisa da antropologia contemporânea.

 

MR08 - Corpo, Imagem e Cidade – Categorias analíticas entrecruzadas

Robson Cardoso de Oliveira (coordenador)

Jesus Marmanillo Pereira (expositor) Camila da Silva Souza (expositora) Edyr Batista de Oliveira Júnior (expositor)

A cidade apresenta o cotidiano de vários indivíduos e, por vezes, ela mesma se torna sujeito e agente, pois pulsa, faz barulho e silencia, manifesta o caos e a ordem, movimenta e coloca em movimento, produz corpos, é polifônica como sugere Massimo Canevacci (2004) na obra "A Cidade Polifônica". Em meio ao espaço urbanístico, o corpo citadino, bem como os corpos de seus agentes desfilam e expressam contextos vários que merece ser problematizado em suas cenas e paisagens. Para além disso, a imagem (mental, fotográfica, televisiva, dentre outras) documenta essas realidades, nunca de modo estanque; todavia retratam contextos experienciados de inúmeras maneiras, os quais são dinamizados pelo/a pesquisador/a, perspicazmente, e traduzidos em etnografias. Para tanto, esta mesa se propõe a divulgar trabalhos que em suas reflexões, de algum modo, entrecruzam as categorias analíticas de Corpo, Imagem e Cidade. Em vista disso, experiências etnográficas em Belém/PA, Bragança/PA, Imperatriz/MA e Lisboa/Portugal estarão no centro do debate, apresentando imagens nas pesquisas com grupos urbanos, dinâmicas citadinas,  

oficinas





Oficinas aprovadas!

 

OF01 - Diário de campo audiovisual: Compartilhando experiências na teoria e na prática

Eveline Maria Amorim Bezerra (UFPE)

Alex Vailati (UFPE)

Walter Wagner de Andrade Pereira (UFPE)

Experiência compartilhada de um documentário mostra que nos processos de produção, os aspectos corporais e o modo de fazer imagens, as escolhas de lugares, objetos e pessoas são imagens que envolvem emoções, memórias e referências simbólicas para aqueles que participam efetivamente da comunidade e do processo de construção, criando uma participação, uma interação e uma troca com os sujeitos do grupo social estudado. Essa oficina pretende não apenas discutir formas de experiências compartilhadas em documentários, mas também partir um pouco para a prática, mostrando cada fase do processo de pesquisa utilizando uma câmera: caderno de campo audiovisual, o processo de gravação (planos, luz, som, edição).

 

OF02 - A Linguagem Do Cinema e o Poder da Técnica – imagens, temas, problemas.

Luzia Álvares (UFPA)

 

1)      Desvendando a narrativa cinematográfica

2)      Onde a técnica se inventa, se produz e se reproduz – mercadoria?

3)      Grandes folhetins e os gêneros

4)      A tradução do imaginário social pelo cinema

5)      Vencendo as ilusões: reflexão sobre realidade e ficção

 

Esta oficina se propõe a expor os primórdios do cinema com a exibição das formas cinematográficas e os primeiros filmes realizados. À medida que a arte se instaura através da invenção das técnicas visuais tomam forma os novos modelos de produção constituindo-se os filmes em uma mercadoria. Que se apropria de outras artes para criar meios de comercialização mundial. É nesse processo que circula a arte a linguagem em cada época, inscrevendo o olhar do público entre temas e formas.

 

OF03 - A câmera como instrumento de pesquisa

Glauco Machado (UFPE)

A proposta é apresentar um panorama da Antropologia Visual com foco na câmera como instrumento de pesquisa social: relações, inserção em contextos e aparato tecnológico. Pretende-se discutir elementos que envolvem o processo da produção do filme etnográfico que retrata pessoas como sujeitos históricos.

 

OF04 - "Desabrigo" - fotografia, performance e patrimônio através do arte ativismo na ocupação de espaços abandonados.

Edmir Amanajás Celestino (UFPA)

Esta oficina é voltada para a discussão e execução da "performance para câmera" a partir da temática do patrimônio na cidade de Belém, no que tange aos inúmeros espaços que possuem representativo valor cultural, porem encontram-se abandonados, refletindo desta forma o viés da arte como ferramenta política.

Espera-se com esta oficina realizar o intercâmbio de ideias, técnicas e formas de expressões, em que a arte se torna veículo de ação do sujeito, questionando o próprio fazer artístico e assumindo um papel de resistência na qual a experimentação, a transversalidade das linguagens artísticas com as ciências sociais, a democratização da cultura e a promoção do acesso aos bens culturais, contribuam com a preservação da memória e a denuncia do abandono e do descaso na qual se encontram esses espaços.

Para além das discussões da performance voltada para a fotografia, a criação coletiva possibilitará a troca de experiências e a criação de novas possibilidades poéticas na inter-relação dos sujeitos envolvidos, facilitando a construção de subjetividades e apontando novas formas de se pensar ações políticas na atualidade, através de ações artísticas críticas, como ato político repercutido através da imagem.

A oficina é livre, podendo haver participantes não credenciados ao evento, convidados para compor o corpo de criação coletiva na realização de exercícios práticos de performance para a câmera nos espaços abandonados a serem visitados e ocupados.

 

OF05 - Documentário e Antropologia Compartilhada

 Philipi Emmanuel Lustosa Bandeira (UFPE) 

A proposta da oficina busca reunir e interagir pesquisadores e documentaristas em fotografia e audiovisual para trabalhar pontos comuns da prática de produção imagética em contextos étnicos, focando a atenção nos processos de colaboração e parceria. O mediador apresentará um histórico do documentário sob sua perspectiva euro-moderna, em que se desvela uma "tradição" de olhar exótico reconfigurada em discurso de estratégia ideológica, apontando experiências que ora reforçam ou, na contramão, ora rompem com este paradigma colonialista. Paralelamente, ao passo em que se colocam desafios e caminhos encontrados nas práticas dos participantes, o encontro reforça as metodologias criadas e difundidas por Jean Rouch, no que ele chamou de "Antropologia Compartilhada", trazendo um repertório de exemplos e obras para o debate.

 

OF06 - Morre uma fotografia? – uso(s) de foto-resíduos. (Bricolagem e novas estéticas fotográficas)

 Elenilda Silva de Moraes (Universidade Federal do Amapá (UNIFAP) 

 

Muitas pesquisas se utilizam de fotografias e, quando são encerradas nos indagamos: o que fazer com o “amontoado” de fragmentos visuais (capturados das mais diversas formas)? A intenção da oficina acolhe e se organiza na percepção bricoladora  e artográfica  entre prática e teoria, inspirada na compreensão de Samain (2003) quando indaga: “perguntar não apenas o que as imagens podem dizer e como elas trabalham, mas, sobretudo, por que existem imagens? Ou, ainda, o que seriam as palavras na ausência das imagens que as fizeram nascer?” Intentamos acessar uma metodologia plural que visa o encontro com a percepção, manipulação e as sensorialidades dos participantes para problematizar os resíduos de dados visuais, arquivos, imagens e fotografias com grande possibilidade de se perderem, ou como me refiro “de morrerem”.

Objetivos:

Geral: Discutir as possibilidades dos dados visuais na pesquisa;

Específico: Intervir nas imagens e produzir painéis visuais.

Metodologia:

  • Diálogo com os participantes a cerca das expectativas da oficina e trocas de informações sobre o uso de dados visuais na pesquisa, em especial os dados fotográficos;

  • Apresentar imagens fotográficas digitais e impressas (Todo participante receberá uma imagem impressa);

  • Intervir nas imagens como possibilidades plásticas bricoladoras e artográficas;

  • Montagens de painéis – expor em forma de lambe-lambe.

Avaliação: Conversa acerca da produção da oficina com correspondência as expectativas iniciais.

 

OF07 - Cruzando espaços e fronteiras rituais de patrimônio e memória – território e cultural imaterial indígena em filmes etnográficos

Wladirson Ronny da Silva Cardoso (UEPA) 

Gilmar Matta da Silva (SEDUC/UFPA) 

 

A produção de filmes etnográficos sob o patrimônio cultural indígena tem sido um importante recurso para mostrar a diversidade de práticas e modos de saber/fazer das populações indígenas e, bem como, denunciar as ameaças que afetam esse patrimônio presente em todo território brasileiro, o que levaria a perda de um conhecimento milenar desenvolvido a partir da interação dos índios com a natureza, o que, por sua vez, descreve uma cosmografia específica e diferenciada de representações outras quanto à vida, à morte, à maturidade, à velhice, dentre outras. Logo, a partir das considerações, anteriormente mencionadas, a oficina tem o objetivo de discutir a categoria patrimônio cultural indígena, dando ênfase ao aspecto imaterial ricamente evidenciado pelo simbolismo expresso em suas práticas sociais, envolvendo os mitos, os cantos, os sistemas religiosos, etc., relacionando a importância do território à memória no que respeita à constituição mesma das populações indígenas diretamente envolvidas, compreendendo-se, pois, o binômio simbolismo/território como elemento vital na continuidade e manutenção do patrimônios das futuras gerações. A metodologia envolverá dois momentos em cada sessão: a exibição dos filmes Pemp (1988) [1º dia] e Yãkwá – um patrimônio ameaçado (2009) [2º dia], seguida da discussão dos aspectos concernentes ao patrimônio cultural indígena, simbolismo e território. E produção de textos voltados para a preservação do patrimônio indígena.

 

OF08 - Ver, olhar, sentir - Fotografia e Subjetividade.

 

Eveline Sousa de Almeida (UFPA) 

Carolina Maria Mártyres Venturini Passos (UFPA) 

Com o exponente aumento do uso de tecnologias a margear as relações sociais, vivemos cada vez mais imageticamente num emaranhado de códigos visuais. Entre os milhões de fotografias registradas e compartilhadas pelo mundo a todo segundo, impulsivamente, leva-se a refletir sobre: para onde vão estas imagens? O que será feito destas? Quais destas transcendem o real? Como expressar uma subjetividade aprisionada a quatro margens? O que desvirtua ou desnaturaliza o olhar cotidiano? O ato de fotografar se torna cada vez mais “simples" e inerente ao cotidiano humano, mas o que diferenciará uma imagem dentre tantas, se faz no ato fotográfico, ao captar um instante decisivo, um olhar único, um sentimento a transmitir. O que você vê? Como você vê? O que você sente? A Oficina propõe o despertar de um olhar fotográfico, à sensibilização imagética, tanto no ato criativo quanto no ato observacional, em sua importância enquanto difusora de cultura, história, e memória. Com base em autores como Barthes, Cartier-Bresson, Dubois, Hedgecoe, a oficina propõe em um encontro entre teoria e prática da linguagem fotográfica, metodologias e técnicas ao uso de imagens enquanto registros documentais no observar, perceber, interpretar, e retratar imagens, entre luzes, cores, campo visual, e movimento. Um treino ao imaginário, aos sentidos, e à memória visual. A Oficina exige que o participante possua equipamento para registro fotográfico e compartilhamento de imagens.

 

OF09 - Pesquisa com Imagem: ferramentas para “Coleções Etnográficas” a documentos do Visual.

Haydeé Márcia de Souza Marinho (SEMAS-PA) 

Simone Melo de Alves Machado (Universidade Estácio de Sá – Iesam)

Esta Oficina trata de arranjos epistemológicos abordados por uma Antropologia do Visual e da Imagem, a partir do uso de dispositivos de que compõem ou possam compor olhares investigativos e práticas metodológicas, de método e material, em torno de “coleções etnográficas”. A Oficina objetiva a montagem de documentos críticos sobre o documento imagético e, suas sonoridades, com apresentação e percepção de processos e técnicas de apreensão e devolução de imagem, em torno de discussões contundentes da Pesquisa com Imagem, como a “ética” no uso dos dados imagéticos produzidos, seja no documentário, no ensaio fotográfico a uma etnografia do Visual. Os participantes deverão enviar para pesquisacomimagem@gmail.com seu material, caso tenha produção; fotografias no formato jpeg, com título e uma apresentação, em no máximo 2 laudas. Teremos dois dias para estudar e analisar processos de montagem para a composição de “coleções etnográficas”, com o uso de gravadores, câmeras de vídeos e fotográficas, além de dispositivos de celulares.

 

OF10 – Oficina de Graffiti "Raízes"

Luciana de Lima Lopes Leite (UFPI) 

A oficina tem por objetivo o aprendizado da técnica do graffiti e a produção de um mural coletivo abordando a temática da afrodescendência e descendência indígena. A cultura e, consequentemente, a arte indígena e africana exercem forte influência em nossos estudos e produção artística, o que nos impulsionou a ir além dos horizontes de nossas telas e ilustração e invadir o espaço da rua. As ruas falam, os muros gritam! Sob essa perspectiva começamos a desenvolver uma série de graffitis abordando a temática da descendência africana e indígena, buscando, através da imagem, atingir as pessoas que transitam, sentem, vivem a cidade, convidando-as a [re]pensarem sobre nossas raízes e sua importância na construção de nossa história, memória e identidade.  A metodologia está dividida em aula expositiva sobre história do graffiti, estilos/nomeclatura, artistas de destaque e materiais; e atividades práticas envolvendo manipulação do spray, técnicas, desenho e produção de mural.

 

OF011 - Formas Visuais: Experimentações, Fotopoéticas e africanidades.

Kátia Simone Alves de Araújo (UFPA) 

Tainah Maroja Coutinho Jorge (UNAMA) 

A oficina se propõe a um encontro, um acontecimento de experimentações imagética-poéticas com estreita ligação com os estudos da antropologia visual. Neste sentido busca-se com tal abordagem compreender a relação entre imagem, cultura, antropologia, arte e criação, para que os oficinandos se deixem contagiar por composições, montagens e mixagens criativas de narrativas visuais do pensamento e da arte em torno das africanidades, seguindo uma perspectiva warburguiana de pós-vida ou sobrevivência das imagens e suas associações como “formas que pensam” segundo Etienne Samain.

A fotografia como uma poética visual permite um aventurar-se entre poemas, imagens, cores, sons, cheiros e pessoas, trilhar novos caminhos criativos de sensações referidas como instâncias verbo-visuais e figurativas, por meio de palavras, textos, fotografias e projeções imagéticas. De modo que as imagens sejam concebidas como partes de elementos culturais que sobreviveriam através da história por intermédio das imagens em movimento ressoantes na língua, nas danças, cantos, contos, tambores, comidas e memórias recorrentes da cultura de ancestralidade negra.

Um convite para que os participantes encontrem as Áfricas que lhes perpassam afrodescendentes ou não, um movimento de busca por outras possibilidades de pensar, imaginar e fotografar os traços das culturas afro-brasileiras, em especial a afro-amazônica de forma coletiva.

premiações





Resultado Final do II Prêmio de Fotografia

Arthur Napoleão Figueiredo

 

1º Lugar: "Pra não lembrar dos tempos de cativeiro" - Pablo Gabriel Monteiro (UEMA) 

2º Lugar: "Encourados" - Bruno José Florêncio (UFPE) e Grabriela de Araújo (UFPE)

 

  

Comissão do Júri:

 

Etienne Samain

Françoise Biernaux

Helio Netto

Jesus Marmanillo

Alessandro Ricardo Campos

 

 

 

 II Prêmio de Fotografia  Arthur Napoleão Figueiredo

 

Serão premiados dois ensaios fotográficos feitos por antropólogxs, pesquisadores e estudantes. O objetivo deste prêmio é incentivar e divulgar a produção fotográfica realizada em pesquisas. Serão aceitos ensaios fotográficos nacionais e internacionais desde que tratem de temas de relevância antropológica e com qualidades estéticas. Para concorrer ao prêmio, inscreva-se no site do evento; feito isso, envie (até 30 de setembro de 2016) uma mensagem com o título “Prêmio de fotografia” para o e-mail premioeavaam@gmail.com contendo (em anexo) os seguintes arquivos:

 

  1. Um arquivo (em formato PDF, com no máximo 10 MB) contendo o ensaio fotográfico que irá concorrer ao prêmio, de 6 a 10 fotografias numeradas;

 

  1. Um arquivo de texto (doc ou docx) com o título e uma apresentação do ensaio (com no máximo 500 palavras).

 

Após o resultado da Comissão Julgadora, os dois vencedores deverão enviar as fotografias impressas para que sejam expostas durante o II EAVAAM, seguindo as regras:

  1. As fotografias serão impressas no tamanho 30x45 (ou aproximadamente)

  2. As mesmas deverão ser enviadas para o endereço:

 

Universidade Federal do Pará. Rua Augusto Corrêa 01, Bairro: Guamá,

CEP: 66075-110 - Secretaria do PPGSA (Programa de Pós-Graduação de Sociologia e Antropologia) aos cuidados e Rosângela Borges ou Paulo Pinto.

 

*Está vedada a participação de membros do Grupo Visagem e da organização do evento.

exposições





Exposição I:

Exposição Itinerante 'X Prêmio Pierre Verger de Ensaio Fotográfico' da Associação Brasileira de Antropologia 

 

Exposição II:

Vencedores do II Prêmio de Fotografia Arthur Napoleão Figueiredo

1º Lugar: "Pra não lembrar dos tempos de cativeiro" - Pablo Gabriel Monteiro (UEMA) 

2º Lugar: "Encourados" - Bruno José Florêncio (UFPE) e Grabriela de Araújo (UFPE)

 

Exposição III: 

“PYA AKASI”

MULHERES EM AÇÃO

“Pya akasi”, que traduzido da língua do povo Sena significa “coisas das mulheres”, traz o retrato das agências cotidianas das mulheres no distrito de Marromeu, Província de Sofala, em Moçambique. O objetivo é refletir sobre os modos de atuação, inserção, participação e protagonismos das mulheres na vida social, cultural e econômico dentro de um contexto caracterizado como sendo predominantemente masculino. 

António Domingos Braço (UFPA)

 

Exposição IV:

Experiências da vida humana do Marajó - Euzalina da Silva Ferrão (UFPA)

 

Exposição V:

Pretinhos do Mangue – Carnaval de 2011 em Curuçá - Ligia Simonian (Naea/UFPA) 

 

lançamentos





Autor: Helenise Monteiro Guimarães  

Nome do Livro: A batalha das ornamentações 

 Rio de Janeiro - 2015

 

O carnaval tem suas raízes em um passado distante e foi se transformando até chegar aos nossos dias. De uma festa simples, vai aos poucos ficando complexo com suas alegorias, fantasias, máscaras, adereços, enredos, samba, e hoje apresenta sua face espetacular. Sua importância como festa urbana na atualidade é incontestável, destacando-se no Brasil as Escolas de Samba do Rio de janeiro, detentoras há mais de um século de destaque nas diversas mídias. Para falar um pouco da história do carnaval, Helenise Guimarães, especialista na área, nos brinda com este livro que vai destacar os profissionais que fazem escola no carnaval carioca. O objetivo principal está em mostrar a trajetória dos decoradores carnavalescos que com criatividade e competência ornamentaram avenidas, ruas, praças e salões de baile, numa tradição que se iniciou em 1928. A Escola de Belas Artes, instituição que completou 200 anos em 2016, também não foi negligenciada, já que muitos profissionais do carnaval - professores e estudantes - deram vida a um colorido brilhante nos espaços urbanos onde ocorriam os desfiles das variada manifestações- Ranchos, Grandes Sociedades, Blocos e as Escolas de Samba carioca. O livro de Helenise nos faz mergulhar no mundo mágico das ornamentações e suas temáticas, em que o folclore brasileiro se mescla a imagens de arte contemporânea e a tradicionais imagens europeias como pierrôs e colombinas, criando ano a ano uma nova fantasia para a Cidade Maravilhosa. Em sua pesquisa ela nos apresenta a criatividade e domínio de repertórios, materiais e técnicas destes artistas que nos farão viajar pela historia de suas batalhas acirradas pelas  muitas fantasias de um Rio folião, em que  se  destaca a maior festa da cidade que é o carnaval, fechando mais uma lacuna nessa área.

 

mostra de filmes





 

 

 

Curadoria

Jorane Castro

Ana Lobato

Luzia Miranda

José da Silva Ribeiro

Renato Athias

Moyses Cavalcante

Alessandro Campos

 

 

 

II Mostra de Filmes Etnográficos

EAVAAM

 

A Mostra de Filmes Etnográficos ocorrerá em dois dias, 26 e 27 de outubro, durante o II EAVAAM. Você poderá participar desta mostra enviando seu filme para a organização da Mostra, seguindo os passos a seguir:

 

Primeiramente, inscreva-se no site do evento www.eavaam.com.br

Feito isso, envie uma mensagem eletrônica (até o dia 30 de setembro de 2016)  com o título “Participação da Mostra” para o e-mail mostrafilme@gmail.com contendo os seguintes dados:

 

  • um arquivo de texto .doc (com até 500 palavras), contendo a ficha técnica do filme e sua apresentação (como informações sobre a pesquisa, metodologia e produção do trabalho);

 

  • Nesta mensagem deve conter também o link onde se encontra o filme e a senha de acesso, caso necessite.

 

Após o prazo de envio, a Curadoria da Mostra irá selecionar os filmes que serão exibidos durante o  II EAVAAM e o resultado será divulgado no site oficiual do evento.

 

Participe!

 

 

 

 

contato





Contatos... dúvidas?

contato.eavaam@gmail.com

edições





hospedagem





ALBERGUES

 

Amazônia Hostel            

http://www.amazoniahostel.com.br/

(91) 3278-4355/ 981958508 / 981958571

 

Hostel Amazônia

http://www.hotelamazoniabelem.com.br/site/

(91) 3222 8456

 

HOTÉIS

 

Soft Inn Hangar
http://www.bhghoteis.com.br/soft-inn-hangar/ 
Telefone: (91) 3182-3700

 

Tulip Inn Hangar 
http://www.tulipinnhangar.com/pt-br 
Telefone: (91) 3182-3700

 

Hangar Hotel
http://www.hotelhangar.com.br/ 
Telefone: (91) 3355-7372

 

Hotel Beira Rio
http://www.beirariohotel.com.br/
(91) 4008-9000

 

Hotel Regente Belém‎                                

www.regentebelem.com.br/
Telefone: (91) 3181-5000

 

Hotel Ibis Budget Belém

http://www.ibis.com/pt-br/hotel-5624-ibis-budget-belem/index.shtml
Telefone: (91) 3202-7600

 

Hotel Sagres
Telefone: (91) 4005-0005

 

Hotel Princesa Louçã 
‎Facebook: https://www.facebook.com/hotelprincesabelem 
(91) 4006-7000

 

Hotel Novo Avenida 
Telefone: (91) 3242-9953

 

Hotel Vila Rica

www.hotelvilarica.com.br

Tel: 91 3210-2000 / Fax: 91 3257-0222

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