!ATENÇÃO! Os certificados de participação do evento já foram enviados. Lembrando que apenas as pessoas que efetivaram sua inscrição no III EAVAAM estão aptas para recebê-los. Os certificados de coordenadores de Mesas, GTs, bem como os de apresentação oral e poster serão enviados durante os próximos dias. qualquer dúvida entre em contato pelo e-mail certificados.eavaam@gmail.com


Liberada a Programação Completa

Confira AQUI

Prorroga até dia 08/09 o envio dos artigos completos para os coordenadores dos Grupos de Trabalho

Lista geral dos resumos aprovados para os GTs. Confira AQUI

Resultado do III Prêmio de Fotografia Arthur Napoleão Figueiredo

Confira a lista de vencedores  AQUI

 

Mesas e Oficinas aprovadas já disponíveis

Confira as Mesas Redondas AQUI e as Oficinas AQUI

Resumos aprovados nos Grupos de Trabalhos

Lista geral dos resumos aprovados para os GTs. Confira AQUI

16 Grupos de Trabalhos Aprovados para o III EAVAAM

Escolha seu GT e envie seu resumo até dia 22/07/2018. Mais informações AQUI

III Prêmio de Fotografia Arthur Napoleão Figueiredo

Serão premiados dois ensaios fotográficos feitos por antropólogxs, pesquisadorxs e estudantes. O objetivo deste prêmio é incentivar e divulgar a produção fotográfica realizada em pesquisas. Mais informações AQUI

Período de inscrições aberta

 Realizar Inscrição

2018 é ano de EAVAAM!

Já estamos na 3ª edição do Encontro de Antropologia Visual da América Amazônica, que ocorrerá nos dias 19, 20 e 21 de setembro de 2018. Em breve traremos mais informações sobre o nosso evento.

Não deixe de participar!

organização




COMISSÃO ORGANIZADORA

 

PRESIDENTE

DENISE MACHADO CARDOSO

 

EQUIPE ORGANIZADORA

ALESSANDRO RICARDO CAMPOS

CARMEM IZABEL RODRIGUES

CRISTIANE MODESTO

ALBINO EUZEBIO

LEILA LEITE

MARIANA XIMENES

MICHEL RIBEIRO

MÍLTON RIBEIRO

PRISCILLA BRITO

LETÍCIA CARDOSO

LAYSE COSTA

LORENA COSTA

RENATA BECKMANN

SHIREY PENAFORTE

THARYN TEIXEIRA

URIENS CAÑETE

VOYNER CAÑETE

ANA CAROLINA MATA

MAURO CASTRO

 

COMITÊ CIENTÍFICO

ALICE FÁTIMA MARTINS (UFG/CNPQ)

CARMEM IZABEL RODRIGUES (UFPA)

CORNÉLIA ECKERT (UFRGS)

DENISE MACHADO CARDOSO (UFPA)

DEYSE FERRAZ (SECULT/PA)

ETIENNE SAMAIN (UNICAMP)

GLAUCO MACHADO (UFPB)

HERALDO MAUÉS (UFPA)

JEAN SEGATA (UFRN)

JESUS MARMANILLO (UFMA)

JOSÉ RIBEIRO (UFG)

LISABETE CORADINI (UFRN)

LOURDES FURTADO (MPEG)

LUZIA ÁLVARES (UFPA)

MARIA ANGELICA MOTTA-MAUÉS (UFPA)

MASSIMO CANEVACCI (USP)

RENATO ATHIAS (UFPE)

SAMUEL SÁ (UFPA)

SELDA COSTA (UFAM)

THALES CAÑETE

VOYNER CAÑETE (UFPA)

 

 

ORGANIZAÇÃO

VISAGEM - Grupo de pesquisa em Antropologia Visual e da Imagem

Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia (PPGSA)

Universidade Federal do Pará (UFPA)

convidadxs




Veja alguns dos nomes que já confirmaram presença...

Marcos Albuquerque

Marcos Albuquerque é doutor em Antropologia Social pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Professor Adjunto no Programa de Pós-graduação em Ciências Sociais (PPCIS) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Pesquisa Etnicidade, Performance, Antropologia da Arte e Antropologia Visual. Sua produção acadêmica, e de vídeos etnográficos, enfoca o sistema da arte étnica, principalmente entre indígenas em contexto urbano. Recebeu cinco prêmios nacionais pela sua produção videográfica. Sua tese de doutorado ganhou a menção honrosa do Prêmio Capes de Tese (2012).  Atualmente coordena na UERJ o N.A.d.A (Núcleo de Antropologia da Arte).

 

Lisabete Coradini

Lisabete Coradini é Doutora em Antropologia pela Universidad Nacional Autónoma de México (2000). Atualmente é Professora Associada do Departamento de Antropologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Coordenadora do NAVIS Núcleo de Antropologia Visual, Diretório de Pesquisa/CNPq-UFRN. Realizou os seguintes filmes: “No mato das mangabeiras”, “Seu Pernambuco”, “cinema moçambicano em movimento”, “Sila, Mulher Cangaceira”, “Mestre Zorro”, entre outros. Membro da Comissão de Elaboração e de Avaliação do Roteiro de Classificação da Produção Audiovisual/CAPES. Tem experiência na área de Antropologia, com ênfase em Antropologia Urbana e Audiovisual, atuando principalmente nos seguintes temas: cidades, espaços, memórias, narrativas, cinema, cinema africano e o uso da imagem.

 

Luis Guilhermo Vasco Uribe

Graduado em Antropologia pela Universidade Nacional da Colômbia e Professor da mesma universidade de 1971 a 2002. Neste período publica: Lewis Henry Morgan. Confissões de Amor e Ódio (1994) e Notas de Viagem. Sobre Marx e Antropologia (2003). Fez trabalho de pesquisa com os índios Embera-Chami 1967-1985, com base em livros publicados: Desenvolvimento histórico da relação homem-terra na Chamí (1973), Los Chamí. A situação dos indígenas na Colômbia (1975), Jaibanás, entre outros. Estabeleceu uma relação de solidariedade com as lutas dos indígenas Guambianos de Cauca; como parte dessa atividade, escreveu, junto com os guambianos Taitas Abelino Dágua e Misael Aranda, os livros: Korosraikwan issukun, (1988), são de raiz e parte aérea (1989), Calendário Guambiano e ciclo agrícola (1990), Semear e viver em nossa Terra (1991) e alguns outros. Essa relação fazia parte de uma forma mais ampla com as lutas do Movimento Indígena do Sudoeste, que resultou em muitas publicações de 1995 a 2002. É autor de diversos livros e de mais de 100 artigos em periódicos e capítulos em livros coletivos. Todos os seus escritos também são publicados em sua página web: www.luguiva.net onde podem ser consultados e baixados livremente. Seu trabalho introduziu elementos renovadores no ensino universitário, como a pedagogia do enfrentamento e na pesquisa, como a metodologia de "coletar conceitos na vida".

 

Luisa Elvira Belaunde

Luisa Elvira Belaunde é licenciada em filosofia pela Universidade Católica de Lovaina (Bélgica - 1985) e doutora em antropologia pela Universidade de Londres (Inglaterra - 1992). Atualmente ela é professora adjunta no Programa de pós-graduação em Antropologia Social do Museu Nacional, UFRJ, e coordenadora do núcleo de pesquisa Anaconda, movimentos, corpos, sentidos. Seus livros Kene: arte, ciência y tradición en diseño (2009), Woreküchiga: el ritual de la pubertad en el pueblo tikuna (2016), Cerámica tradicional kichwa lamas (2017) e outras publicações recentes, pesquisam as artes plásticas e as performances rituais dos povos ameríndios, examinando especialmente a criatividade das mulheres amazônicas face as transformações da contemporaneidade.

 

Renato Athias

Possui graduação em Filosofia pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras (1975), Mestrado em Etnologia - Universidade de Paris X, (Nanterre) em1982,. Doutorou-se em Etnologia pela mesma universidade (1995). Atua como coordenador do Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Etnicidade (NEPE) da UFPE é Professor Associado II do Programa de Pós-Graduação em Antropologia da UFPE. É também professor do Master Interuniversitário de Antropologia Iberoamericana da Universidade de Salamanca, na Espanha. Tem experiência na área de Antropologia, com ênfase em Etnologia Indígena, atuando nas seguintes temáticas: saúde indígena, antropologia visual com projetos de pesquisas entre os índios de Pernambuco e no Alto Rio Negro Amazonas. É membro do Laboratório de Antropologia Visual do Núcleo Imagem e Som & Ciências Humanas da UFPE, É membro do Conselho Curador do Museu do Estado de Pernambuco. Foi coordenador nacional do GT Antropologia Visual da Associação Brasileira de Antropologia (ABA). Atuou como Diretor da Associação Nacional de Pós-Graduação em Ciências Sociais (ANPOCS) e foi Coordenador Geral de Museus da Fundação Joaquim Nabuco em Recife até Janeiro de 2014. Foi secretario geral da Associação Brasileira de Antropologia na gestão 2013/2014 e atualmente é o vice coordenador da Comissão de Museus e Patrimônio Cultural da União Internacional das Ciências Antropológicas e Etnológicas (IUAES).

 

 José da Silva Ribeiro 

Licenciado (graduado) em Filosofia pela Universidade do Porto (1976), graduação em Cine Vídeo pela Escola Superior Artística do Porto (1989), mestre em Comunicação Educacional Multimedia pela Universidade Aberta de Portugal (1993) e doutorado em Ciências Sociais - Antropologia pela Universidade Aberta de Portugal (1998). Foi professor da Universidade Aberta de Portugal. Tem experiência na área de Antropologia, com ênfase em Antropologia Visual, atuando principalmente nos seguintes temas: antropologia visual, antropologia digital, cinema, métodos de investigação em antropologia, interculturalidade e cultura afro-atlântica. Tem realizado trabalho de campo em Portugal, Cabo Verde, Brasil, Argentina e Cuba. Coordena a Rede Internacional de Cooperação Científica Imagens da Cultura / Cultura das Imagens. Professor visitante da Universidade Mackenzie (Educação, Arte e História da Cultura), da UECE, da UCDJB, da Universidade de Múrcia - Espanha (ERASMUS) e da Universidade de Savoie - França, Universidade de S. Paulo. Coordena o Grupo de Investigação antropologia visual /media e mediações culturais - CEMRI: Universidade Aberta. Atualmente professor visitante da UFG - Faculdade de Artes Visuais.

 

programação




regras




Grupos de Trabalhos Aprovados – III EAVAAM 

Atenção: Todos os coordenadores e coordenadoras dos Gts aprovados devem efetivar sua inscrição no site do evento.

 Apresentações Orais (artigos)

Os GTs poderão ter, dependendo da quantidade de trabalhos recebidos e da definição dos coordenadores, até duas sessões que acontecerão dias 20 e 21 de setembro, pela manhã  (com duração de 2 horas cada sessão). Cada sessão contará com até 5 apresentações orais e a possibilidade de 2 apresentações de pôsteres, a critério da coordenação do GT, totalizando 10 artigos e 4 pôsteres, podendo ter um debatedor incluído em cada sessão. Os debatedores deverão ser apresentados no momento de organizar cada sessão.

A relação com os  resumos aprovados para seu GT deve ser enviada até dia 27/07/2018 para o email: eavaamgt2018@gmail.com

Reiteramos a alegria de ter você em nosso evento.

1. Os textos serão aceitos exclusivamente em arquivos eletrônicos, formato PDF.

2. Configuração das páginas e do corpo do texto:

  a) Margens: superior 2,5 cm, inferior 2,5 cm, esquerda 3 cm, direita 3 cm;

  b) Fonte: Times New Roman, corpo 12;

  c) Espaçamento entre linhas: 1,5;

  d) Alinhamento: justificado;

  e) Recomenda-se textos entre 8 e 20 páginas, incluindo bibliografia, figuras, imagens, etc;

3. Os textos não deverão ter folha de rosto separada; todas as páginas terão número sequencial no canto inferior direito;

4. Imagens, tabelas e gráficos deverão aparecer no corpo do texto de forma legível e numerados.

Identificação do autor e do trabalho

  • O trabalho deverá informar antes na parte superior antecedente ao texto: Título do trabalho centralizado, com inserção de nota de rodapé após o título do trabalho contendo a informação: “Trabalho apresentado no III Encontro de Antropologia Visual da América Amazônica, realizado entre os dias 19 e 21 de setembro de 2018, Belém/PA”.   

  • Nome completo dx(s) autor(xs), sendo um por linha, com alinhamento pela margem direita, seguido de filiação institucional (SIGLA da Instituição/Estado ou País);

  • Resumo ou Abstract com máximo de 1500 caracteres, incluídos espaços;

  • Três a cinco palavras-chave;

 Pôsteres

Para este tipo de submissão, serão aceitos trabalhos de graduandos, graduados, mestrandos, mestres, doutorandos e doutores. Os pôsteres serão expostos na própria sala do GT e é de total responsabilidade do expositor o transporte, a instalação e a retirada do material expostoO RESUMO do poster deve conter no máximo 2800 caracteres com espaços, um título de até 200 caracteres com espaços e uma apresentação da autora ou autor (mini C.V.).

Os pôsteres serão expostos na própria sala do GT e é de inteira responsabilidade dos expositores a confecção, o transporte, a colocação e retirada do material exposto.

1) Formatação do arquivo que deverá ser enviado ao coordenadxr do GT: 

   a) A íntegra do conteúdo textual dos pôsteres será aceito exclusivamente em arquivo eletrônico, formato PDF;

   b) o texto terá uma lauda apenas;

   c) Margens: superior 2,5 cm, inferior 2,5 cm, esquerda 3 cm, direita 3 cm; Fonte: Times New Roman, corpo 12; Espaçamento entre linhas: 1,5; Alinhamento: justificado.

2) Formato do pôster:

  • Tamanho do painel: 0,90 m de largura por 1,00 m de altura;

  • Deverá ser escrito em fonte simples e de fácil leitura, pois o texto do painel deve ser legível a uma distância de pelo menos dois metros; Na composição do painel sugere-se sejam empregadas combinações de cores que permitam um bom contraste (ex. preto sobre branco; verde sobre branco; azul sobre branco...); 

  • É permitida a utilização de figuras, fotos, tabelas, gráficos e esquemas possíveis, além do texto de comunicação;

  • Utilize todos os recursos disponíveis para que o painel desperte o interesse do público.

Identificação do autor e do trabalho

O trabalho deverá informar antes na parte superior antecedente ao texto:  

  • Título do trabalho centralizado, com inserção de nota de rodapé após o título do trabalho contendo a informação: “Trabalho apresentado no III Encontro de Antropologia Visual da América Amazônica, realizado entre os dias 19 e 21 de setembro de 2018, Belém/PA”.

  • Nome completo dx(s) autor(xs), sendo um por linha, com alinhamento pela margem direita, seguido de filiação institucional (SIGLA da Instituição/Estado ou País).

Os RESUMOS (Artigo e Poster) devem ser enviados diretamente aos coordenadores dos Gts, via e-mail, seguindo os prazos abaixo:

01/06/2018 até 22/07/2018

Submissão de resumos para os GTs 

24/07/2018

Divulgação dos resumos aprovados nos GTs

25/07/2018 até 02/09/2018

Envio dos trabalhos completos para as/os coordenadoras/es dos GTs

até 10/09/2018

Envio das sessões dos GTs com respectivas/os debatedoras/es (quando houver) pelas/os coordenadoras/es dos GTs

A partir de 11/09/2018

Programação completa dos GTs

 Proposta de Mesas Redondas - MR

As Mesas Redondas serão propostas por um(a) coordenador(a) que possua titulação mínima de doutorando(a). As MRs serão compostas por até três participantes e um coordenador, podendo, a critério dos coordenadores, ter um debatedor. Os integrantes deverão pertencer, preferencialmente, a instituições diversas. O coordenador deverá enviar sua proposta, indicando o título da Mesa Redonda com resumo de até 1500 caracteres, contando com os espaços, sobre o tema e indicar os demais membros da mesa. Caso a proposta seja aprovada, cada participante, exceto o debatedor, deverá inserir os títulos e resumos, utilizando até 1000 caracteres (com os espaços), acerca de suas exposições e enviar ao e-mail do coordenador da Mesa Redonda.

As propostas devem ser enviadas até o dia 30 de junho de 2018.

Proposta de Oficinas - OF

Não há titulação mínima para propor oficinas para o III EAVAAM. Cada caso será cuidadosamente analisado pela Diretoria. Serão permitidas propostas de oficinas com até duas sessões com limite de 20 vagas por oficina. Cada uma será coordenada por até dois proponentes e até dois ministrantes, um por sessão. O(s) Coordenador (es/as) deverá(ão) enviar a proposta indicando o título da oficina, o resumo com até 1500 caracteres (com espaço) sobre o tema e indicar os demais membros.

As propostas devem ser enviadas até o dia 30 de junho de 2018.

III Prêmio de Fotografia Arthur Napoleão Figueiredo

Serão premiados dois ensaios fotográficos feitos por antropólogxs, pesquisadorxs e estudantes. O objetivo deste prêmio é incentivar e divulgar a produção fotográfica realizada em pesquisas. Serão aceitos ensaios fotográficos nacionais e internacionais desde que tratem de temas de relevância antropológica e com qualidades estéticas. Para concorrer ao prêmio, inscreva-se no site do evento; feito isso, envie (até 30 de julho de 2018) uma mensagem com o título “Prêmio de fotografia” para o e-mail premioeavaam2018@gmail.com contendo (em anexo) os seguintes arquivos:

1.Um arquivo (em formato PDF, com no máximo 10 MB) contendo o ensaio fotográfico que irá concorrer ao prêmio, de 6 a 10 fotografias numeradas e sem qualquer indicação de autoria;

2.Um arquivo de texto (doc) com o título e uma apresentação do ensaio fotográfico e dx autorx (com no máximo 500 palavras).

Após o resultado da Comissão Julgadora, os vencedorxs deverão enviar as fotografias impressas para que sejam expostas durante o III EAVAAM, seguindo as regras:

• As fotografias devem ser impressas no tamanho 30x45 (ou aproximadamente)

• As mesmas deverão ser enviadas para o endereço (até o dia 14 de setembro de 2018):

Universidade Federal do Pará. Rua Augusto Corrêa 01, Bairro: Guamá, CEP: 66075-110 - Secretaria do PPGSA (Programa de Pós-Graduação de Sociologia e Antropologia) aos cuidados e Rosângela Borges.

 *Está vedada a participação de qualquer membro do Grupo de Pesquisas Visagem e da organização do evento.

 

grupos de trabalho




Grupos de Trabalhos Aprovados – III EAVAAM

Atenção: Todos os coordenadores e coordenadoras dos Gts aprovados devem efetivar sua inscrição no site do evento.

Apresentações Orais (artigos)

Os GTs poderão ter, dependendo da quantidade de trabalhos recebidos e da definição dos coordenadores, até duas sessões que acontecerão dias 20 e 21 de setembro, pela manhã (com duração de 2 horas cada sessão). Cada sessão contará com até 5 apresentações orais e a possibilidade de 2 apresentações de pôsteres, a critério da coordenação do GT, totalizando 10 artigos e 4 pôsteres, podendo ter um debatedor incluído em cada sessão. Os debatedores deverão ser apresentados no momento de organizar cada sessão.

A relação com os resumos aprovados para seu GT deve ser enviada até dia 27/07/2018 para o email:eavaamgt2018@gmail.com

Reiteramos a alegria de ter você em nosso evento.

1. Os textos serão aceitos exclusivamente em arquivos eletrônicos, formato PDF.

2. Configuração das páginas e do corpo do texto:

a) Margens: superior 2,5 cm, inferior 2,5 cm, esquerda 3 cm, direita 3 cm;

b) Fonte: Times New Roman, corpo 12;

c) Espaçamento entre linhas: 1,5;

d) Alinhamento: justificado;

e) Recomenda-se textos entre 8 e 20 páginas, incluindo bibliografia, figuras, imagens, etc;

3. Os textos não deverão ter folha de rosto separada; todas as páginas terão número sequencial no canto inferior direito;

4. Imagens, tabelas e gráficos deverão aparecer no corpo do texto de forma legível e numerados.

Identificação do autor e do trabalho

• O trabalho deverá informar antes na parte superior antecedente ao texto: Título do trabalho centralizado, com inserção de nota de rodapé após o título do trabalho contendo a informação: “Trabalho apresentado no III Encontro de Antropologia Visual da América Amazônica, realizado entre os dias 19 e 21 de setembro de 2018, Belém/PA”.

•Nome completo dx(s) autor(xs), sendo um por linha, com alinhamento pela margem direita, seguido de filiação institucional (SIGLA da Instituição/Estado ou País);

•Resumo ou Abstract com máximo de 1500 caracteres, incluídos espaços;

•Três a cinco palavras-chave;

Pôsteres

Para este tipo de submissão, serão aceitos trabalhos de graduandos, graduados, mestrandos, mestres, doutorandos e doutores. Os pôsteres serão expostos na própria sala do GT e é de total responsabilidade do expositoro transporte, a instalação e a retirada do material exposto.ORESUMO do poster deve conter no máximo 2800 caracteres com espaços, um título de até 200 caracteres com espaços e uma apresentação da autora ou autor (mini C.V.).

Os pôsteres serão expostos na própria sala do GT e é de inteira responsabilidade dos expositores a confecção, o transporte, a colocação e retirada do material exposto.

1) Formatação do arquivo que deverá ser enviado ao coordenadxr do GT:

a) A íntegra do conteúdo textual dos pôsteres será aceito exclusivamente em arquivo eletrônico, formato PDF;

b) o texto terá uma lauda apenas;

c) Margens: superior 2,5 cm, inferior 2,5 cm, esquerda 3 cm, direita 3 cm; Fonte: Times New Roman, corpo 12; Espaçamento entre linhas: 1,5; Alinhamento: justificado.

2) Formato do pôster:

•Tamanho do painel: 0,90 m de largura por 1,00 m de altura;

•Deverá ser escrito em fonte simples e de fácil leitura, pois o texto do painel deve ser legível a uma distância de pelo menos dois metros; Na composição do painel sugere-se sejam empregadas combinações de cores que permitam um bom contraste (ex. preto sobre branco; verde sobre branco; azul sobre branco...);

•É permitida a utilização de figuras, fotos, tabelas, gráficos e esquemas possíveis, além do texto de comunicação;

•Utilize todos os recursos disponíveis para que o painel desperte o interesse do público.

Identificação do autor e do trabalho

O trabalho deverá informar antes na parte superior antecedente ao texto:

•Título do trabalho centralizado, com inserção de nota de rodapé após o título do trabalho contendo a informação: “Trabalho apresentado no III Encontro de Antropologia Visual da América Amazônica, realizado entre os dias 19 e 21 de setembro de 2018, Belém/PA”.

•Nome completo dx(s) autor(xs), sendo um por linha, com alinhamento pela margem direita, seguido de filiação institucional (SIGLA da Instituição/Estado ou País).

OsRESUMOS(Artigo e Poster) devem ser enviados diretamente aos coordenadores dos Gts, via e-mail, seguindo os prazos abaixo:

01/06/2018 até 22/07/2018

Submissão de resumos para os GTs

24/07/2018

Divulgação dos resumos aprovados nos GTs. Confira AQUI

25/07/2018 até 02/09/2018

Envio dos trabalhos completos para as/os coordenadoras/es dos GTs

até 10/09/2018

Envio das sessões dos GTs com respectivas/os debatedoras/es (quando houver) pelas/os coordenadoras/es dos GTs

A partir de 11/09/2018

Programação completa dos GTs

GT1 - CORPOS, GÊNEROS E IMAGENS NA COMUNICAÇÃO

Este Grupo de Trabalho, em sua terceira edição, procura dar continuidade aos debates acerca das imagens corporais e dos gêneros em aportes midiáticos, considerando a interseccionalidade entre eles e/ou com demais marcadores da diferença e da diversidade como a cor da pele, a geração, a religiosidade, a nacionalidade, o status social etc. Assim, em geral, questiona-se: Quais corpos são (in)visibilizados nas capas de revistas, no cinema, nas telenovelas, no entretenimento, nas reportagens, nas peças publicitárias dentre outros meios de comunicação e de interação social? De que forma questões relativas aos gêneros são pensadas e representadas em mídias onde a imagem visual é necessária? Visa-se, ainda, neste GT, (re)examinar o papel dos operadores da comunicação (Oliveira Júnior 2012), refletindo a respeito dos silenciamentos e das possibilidades de inclusão da multiplicidade de corpos e modos de ser, bem como do reforço ou não de estereótipos relacionados aos gêneros e às corporeidades que se apresentam hodiernamente nos trabalhos elaborados por esses agentes sociais.

Coordenadores:

Edyr Batista de Oliveira Júnior - GEPEM/UFPA (edyroliveirajunior@gmail.com)
Manuela do Corral Vieira – UFPA (manuelacorralv@yahoo.com.br)

 

APRESENTAÇÃO ORAL

SESSÃO 1: FEMINILIDADES E PERFORMANCES DE GÊNERO NA COMUNICAÇÃO

  1. O FEMVERTISING PELA PERSPECTIVA RACIAL: O EMPODERAMENTO FEMININO NEGRO NA PUBLICIDADE.

Adriane Raiol

  1. A CONSTRUÇÃO DISCURSIVA DO CORPO NEGRO NA MÍDIA IMPRESSA: ANÁLISE DAS NARRATIVAS DE VIOLÊNCIA DO AMAZONIA JORNAL.

Denise Cristina Salomão Correa (UFPA)
Monica Melo Salgado (UFPA)
Alda Cristina Silva da Costa (UFPA)

  1. AS GAROTAS DO BBB: UMA ANÁLISE SOBRE AS CONTRACAPAS DOMINGUEIRAS DO AMAZÔNIA JORNAL EM 2017.

Hérica Priscylla Rodrigues Silveira (FEAPA)
Josiléia de Paula Bezerra Marinho Grieco (FEAPA)
Ana Shirley Penaforte Cardoso (FEAPA / UFPA)

  1. AS MULHERES EM LARS VON TRIER: UM ESTUDO DE CASO SOBRE FEMINISMO E SUJEIÇÃO.

Yasmin Maia (FAPEN)

  1. DRAG, GLAMOUR, FILTH: GÊNERO E MONSTRUOSIDADE EM RUPAUL'S DRAG RACE E DRAGULA.

Dilermando Gadelha (FAPAN / FAPEN)
Yasmin Maia (FAPEN)

  1. O UNIVERSO DRAG DOS PALCOS ÀS MÍDIAS SOCIAIS DIGITAIS: PERFORMANCES DE RESISTÊNCIA EM NOITES SUJAS BELENENSES.

Emanuele Corrêa (Estácio FAP / PPGCOM-UFPA)
Manuela Corral (UFPA)

  1. TELENOVELAS, MULHERES, MELODRAMA E DROGADIÇÃO.

Mariana Almeida (PPGCLC-UNAMA).

SESSÃO 2: CORPOS, GÊNEROS E SEXUALIDADES NA COMUNICAÇÃO

  1. O TRABALHADOR NA MÍDIA GOVERNAMENTAL: (IN)VISIBILIDADES DE TRABALHADORES EM SITUAÇÃO DE ESCRAVIDÃO.

Elizabeth de Oliveira Serra

  1. OS NUDES COMO FORMA DE SOCIABILIDADE E VISIBILIDADE DOS CORPOS MASCULINOS.

Elson Santos (PPGCOM-UFPA)
Manuela Corral (UFPA)

  1. PERFORMANCES MASCULINAS NA PRINCESA DO SERTÃO: O ESTUDO DA MASCULINIDADE SOBRE OLHAR DA FOTOGRAFIA NA IMPRENSA EM CAXIAS/MA.

Jakson Ribeiro (UEMA)

  1. A APRESENTAÇÃO DA MASCULINIDADE NO VIDEOGAME LISA THE PAINFUL.

Marcus Mauro de Oliveira Conor Moraes

  1. O BEM-ESTAR GAY: DIÁLOGOS ENTRE PERFORMANCES E CONSUMO NO REALITY SHOW QUEER EYE.

Rodrigo Avelar (UFPA)
Manuela Corral (UFPA)

  1. CORPOS, EROTISMO E BIOPODER: UM ESTUDO COMPARADO ENTRE AS CAMPANHAS PUBLICITÁRIAS DA CERVEJA DEVASSA DE PARIS HILTON E SANDY.

Lília Batista da Conceição (PPLSA-UFPA)

  1. NOVOS CAMINHOS DA PUBLICIDADE COM O CONSUMER EMPOWERMENT: QUESTÕES DE GÊNERO E O CASE SKOL.

Mariana Menezes (PPGCLC-UNAMA)
Manuela Corral (UFPA)

 

GT2 - AS CIDADES VIVIDAS E AS SUAS REPRESENTAÇÕES IMAGÉTICAS: OLHARES, TECNOLOGIAS E EXPERIÊNCIAS DE PESQUISA

A cidade pode ser vista, captada, vivida e entendida, certamente, por perspectivas diversas. Partindo dessa afirmativa, o presente GT tem como objetivo problematizar as várias maneiras de ver-registrar e ter a experiência urbana no âmbito da pesquisa. Nesse sentido, a relação cidade- imagem é um ponto de partida para explorarmos as mais diversas formas de observar, representar e se autoreconhecer nas ruas, praças, bairros, manifestações políticas, culturais e na diversidade dos dramas e itinerários cotidianos. Assim, serão bem vindos trabalhos concluídos, e pesquisas em andamento, nas áreas da antropologia, sociologia, história, literatura, geografia e comunicação cujos aspectos teórico-metodológicos tomem as imagens urbanas nos mais diversos sentidos e suportes (fotográfico multimídia e vídeo). Enfim, mais do que registros ilustrativos, elas são consideradas aqui como possibilidade de reflexão sobre questões como: o acesso a cidade, as (auto) representações de determinados grupos, relação individuo-sociedade, visibilização, invisibilização social, tecnologias de mediação da experiência urbana e relações de poder.

Coordenadores:

Jesus Marmanillo Pereira - UFMA (jesusmarmanillo@hotmail.com)
Luciano Magnus de Araújo - Universidade Federal do Macapá (lucaraujo3@gmail.com)

 

APRESENTAÇÃO ORAL

SESSÃO 1: DIREITO A CIDADE, IMAGENS E USOS DA CIDADE

  1. A CÂMERA ERA NOSSA METRALHADORA”: A PRODUÇÃO DE IMAGENS NO CONTEXTO DE LUTA CONTRA REMOÇÃO DA VILA AUTÓDROMO.

Ana Priscila Rezende de Carvalho (PPGA-UFF)

  1. ENQUANTO NÃO INAUGURA: LAZER E SOCIABILIDADE NA OBRA DE PROLONGAMENTO DA AVENIDA JOÃO PAULO II EM BELÉM DO PARÁ.

Claudiane de Fátima Melo de Sousa (PPGDSTU-UFPA)

  1. BOULEVARTE – CIDADE PRAS PESSOAS: UM EVENTO CULTURAL, SUA CONEXÃO COM A CIDADE, AS PESSOAS E SEUS DESDOBRAMENTOS.

Jean Lucas T. Bremgartner (Faculdade Estácio do Pará)

  1. INTERLOCUÇÕES DO COTIDIANO: LEITURA SOCIAL E IMAGÉTICA

Cilene Maria Valente da Silva (PPGED-UFPA)

Lorena Bischoff Trescastro (PPGED-UFPA)

  1. PRAÇAS PÚBLICAS E SEUS MÚLTIPLOS USOS

Robson Luiz C.S Arraes (PPLSA-UFPA)

  1. SOCIEDADE, LINGUAGEM E MEMÓRIA NA COMUNIDADE DE JAROEIRA, NO PARÁ, AMAZÔNIA

Bruna Rafaella de Pinto Melo (Faculdade Estácio do Pará)
Rosana Lopes Borges (Faculdade Estácio do Pará)
Enderson Geraldo de Souza Oliveira (PPGSA-UFPA)

SESSÃO 2: TECNOLOGIAS, REPRESENTAÇÕES DA CIDADE E INTERAÇÕES IMAGÉTICAS

  1. O USO DO GOOGLE STREET VIEW COMO FERRAMENTA NO PROCESSO ETNOGRÁFICO: UMA PESQUISA SOBRE A FARRA VELHA DA CIDADE DE IMPERATRIZ-MA.

Ana Paula Pinto Pereira (UFMA)

  1. DO LADO DE CÁ DA CIDADE, ENTRE PALAFITAS, BICICLETAS E SIMBOLOGIAS: POR UMA ETNOGRAFIA VISUAL DO TRANSITAR.

Neuton Carlos Coutinho Lima (UNIFAP)

  1. A CIDADE MIDIÁTICA: VISIBILIDADES E TENSÕES COMUNICATIVAS NA MÍDIA IMPRESSA PARAENSE.

Nathan Nguangu Kabuenge (PPGCOM/UFPA)
Alda Cristina Costa (PPGCOM/UFPA)

  1. O YOUTUBE E O ESTATUTO DA VISIBILIDADE POLICIAL: SOCIABILIDADES E A CONSTRUÇÃO DE SI.

Alda Cristina Silva da Costa (PPGCLC/UNAMA)
Wallace Corrêa Pantoja Júnior (UFPA)

  1. O QUE DIZEM AS PAREDES? UMA ANÁLISE DOS ESCRITOS EM BANHEIROS DE DUAS UNIVERSIDADES EM BELÉM DO PARÁ.

Mauricio Igor Neves Almeida de Almeida (UFPA)
Enderson Geraldo de Souza Oliveira (PPGSA-UFPA)

APRESENTAÇÃO EM PÔSTER

  1. À MARGEM DO DOCUMENTÁRIO: UMA PRODUÇÃO AUDIOVISUAL DA PERIFERIA DE SANTARÉM-PA.

Liendria Marla Malcher Silva (UFOPA)
Luciana Barroso Costa França (UFOPA)

 

GT3 - MEDIAÇÕES DE LINGUAGENS: PALAVRAS E IMAGENS NA ESCRITURA ETNOGRÁFICA

A construção, socialização e discussão de pesquisas etnográficas, ou em andamento, apresentam elementos de expressões coletivas e individuais que avançam para além da utilização fechada de linguagens e códigos de comunicação. Estamos diante de um fenômeno hodierno, que articula e reconfigura as linguagens verbais e não-verbais, para que consigam adentrar nos espaços midiáticos e de grande repercussão na sociedade, pois o registro antes assumido como simples forma secundária de informação hoje é compreendido como possibilidade de expor posições políticas e construções de identidades étnicas. Desde Malinowski a Victor Turner, a escritura etnográfica adquiriu nuances que determinaram uma nova compreensão do que seja a escrita em antropologia, agora constituída por amplificação recíproca (Barthes, 1990) entre palavra e imagem, com suas consequentes conotações perceptiva, cognitiva e ideológica. Assim o objetivo deste grupo de trabalho é debater as potencialidades de mediação e de conformações de registro entre as linguagens audiovisual e escrita, na etnografia, no âmbito de estudos sobre narrativas em registros verbais e não-verbais. Para tanto, serão aceitos estudos e experimentações que tenham o vídeo, a fotografia, os textos etnográficos e literários, como objetos de análise e interpretações, desde que apresentem e representem essas mediações, reveladora de utopias e distopias, originadas em diversas formas de coletividades.

Coordenadores:

Daniel dos Santos Fernandes – UFPA (dasafe@msn.com)
José Guilherme dos Santos Fernandes – UFPA (mojuim@uol.com.br)

 

APRESENTAÇÃO ORAL

SESSÃO 1:

  1. CULTURA MATERIAL, IDENTIDADE ÉTNICO-RACIAL E PERTENÇA NA COMUNIDADE BUÇÚ (AUGUSTO CORRÊA-PA).

Danilo Gustavo Silveira Asp
Claudia Nunes Santos

  1. “ICAMIABAS NA CIDADE AMAZÔNIA”: O IMAGINÁRIO AMAZÔNICO NA LINGUAGEM AUDIOVISUAL PARAENSE.

Glaucia Silva dos Santos
Lizziane Silva dos Santos

  1. EXPERIMENTAÇÕES VERBAIS E NÃO VERBAIS NA ESCRITURA SOBRE O VESTIR NO CULTO A SÃO BENEDITO DE BRAGANÇA (PA).

Graziela Ribeiro Baena

  1. NARRATIVAS ORAIS DE UMA COMUNIDADE TRADICIONAL AMAZÔNICA.

Jocenilda Pires de Sousa do Rosário

  1. CAMINHOS CRUZADOS: ETNOGRAFIA DO POVO CIGANO NA UMBANDA.

Lívia Macedo

  1. ETNOMUSICOLOGIA TEMBÉ TENETEHAR: AS CANTURIAS COMO PRÁTICA DE (RE) AFIRMAÇÃO ÉTNICA.

Luiz Carlos Cruz Cunha

  1. UMA NARRATIVA ETNOGRÁFICA DO TERREIRO DE MÃE TEREZINHA.

Nazareno Araújo Barbosa

  1. SOPHIA-FEIRA.

Pedro Olaia

  1. IMAGEM, CIDADE E VIVÊNCIAS: UMA EXPERIÊNCIA ETNOGRÁFICA NO MUNICÍPIO DE MELGAÇO-PA.

Priscilla Brito Cosme
Denise Machado Cardoso

  1. GLOSSÁRIO DA FESTIVIDADE DE SÃO TOMÉ DO CARVÃO, MAZAGÃO-AP.

Rodrigo Márcio Gomes Monteiro
José Guilherme Dos Santos Fernandes

  1. A IMAGEM NA TRADUÇÃO DA IDENTIDADE: UM ESTUDO ACERCA DO “TER” BRAGANTINIDADE.

Sandreson Marcelo Pereira da Silva

APRESENTAÇÃO EM PÔSTER

  1. IMAGENS E SENTIDOS DOS RITOS DE PASSAGENS: ESTUDO DA SÉRIE VIKINKS E A INFLUÊNCIA PARA O PAGANISMO CONTEMPORÂNEO.

Luiz Henrique Patrício Xavier
Maria Roseli S. Santos

GT4 - CIRCULARIDADES E VISUALIDADES CULTURAIS AMAZÔNICAS

Considerando o campo da Antropologia Visual como um campo multidisciplinar onde se cruzam diversas práticas de pesquisa e experiências estético-sensoriais contemporâneas, propomos aqui atrair os olhares, sensibilidades e reflexões sobre os processos de produção e circulação das manifestações e experimentações simbólico-rituais, como formas de expressão e comunicação, assim como modos de produção, reprodução ou resistência cultural de grupos, povos ou coletivos amazônicos, conforme suas identificações. Vislumbramos os rituais contemporâneos, em suas variadas formas e conteúdos, múltiplos sentidos e funções expressivo-comunicativas, que se expressam por meio de práticas e performances rituais/coletivas que conectam, sem dissolver, os espaços e tempos de celebração festiva e vida cotidiana. Neste contexto, importa um olhar sobre as relações de reciprocidade e formas de sociabilidades que criam tipos específicos de agrupamentos culturais cujos laços de afeto permitem um exercício interpretativo sobre as questões que envolvem os sentidos, o gosto e a estética que são atualizados na vida ordinária de (r)existência das manifestações culturais. Em suma, propõe-se um espaço de debate a partir de trabalhos que abordem a maneira pela qual a (re)produção de experiências festivas podem configurar centralidades comunicacionais geradoras de sentidos no contexto dos rituais contemporâneos de práticas culturais performaticamente elaboradas por coletivos e indivíduos na região amazônica.

Coordenadores:

Carmem Izabel Rodrigues – UFPA (ciizbel@gmail.com)
Edgar Monteiro Chagas Junior – UNAMA (edgarchagas@yahoo.com.br)

 

APRESENTAÇÃO ORAL

SESSÃO 1:

  1. SOCIABILIDADE, RECIPROCIDADE E SOLIDARIEDADE REFORÇAM RELAÇÕES INTERPESSOAIS DE APROXIMAÇÃO E APRENDIZADO CARACTERÍSTICAS DE EVENTOS RELIGIOSOS E CULTURAIS NA SEDE DO MUNICÍPIO DE BAIÃO, PARÁ.

Clélio Palheta Ferreira

  1. AS EXPERIÊNCIAS INTERSUBJETIVAS E COLETIVAS DO BOI CUIRÃO: A ESPETACULARIZAÇÃO NOS ESPAÇÕES DE IDENTIFICAÇÃO CULTURAL NO DISTRITO INDUSTRIAL DE ANANINDEUA/PARÁ-BRASIL.

Ytallo Kassio Franco de Souza

  1. CULTURA E MITO NO CARNAVAL: EM QUE O CARNAVAL PARAENSE É PARAENSE.

Neder Roberto Charone

  1. A DEVOÇÃO SOBE A SERRA CANTANDO E DANÇANDO: OLHARES SOBRE A FESTIVIDADE DO DIVINO ESPÍRITO SANTO NO PARQUE ESTADUAL SERRA DOS MARTÍRIO-ANDORINHAS/PA.

Dilermando Gadelha

  1. DO TRADICIONAL AO HIBRIDISMO CULTURAL: O CARIMBÓ NA MÍDIA PARAENSE.

Camila Rodrigues Neiva
Maria Goretti Sousa Lameira

  1. MONSARÁS EM FESTA: UM OLHAR GEOAFETIVO SOBRE A FESTIVIDADE DE SÃO FRANCISCO DE ASSIS.

Layane Martins Trindade

SESSÃO2:

  1. ARTE VISUAL, ESTÉTICA E IMAGENS DA AMAZÔNIA NO FESTIVAL DE PARINTINS.

José Maria da Silva

  1. FOTOGRAFANDO BRINCADEIRAS INDÍGENAS.

Silvia Helena Cardoso

  1. INTERSUBJETIVIDADE E EXPERIÊNCIA SOCIAL NA PRODUÇÃO FOTOGRÁFICA BELEMENSE.

Marina Ramos Neves de Castro

  1. OS SÍMBOLOS NO/DO ARRASTÃO DO PAVULAGEM: ELABORAÇÃO DE VISUALIDADES, SIGNIFICADOS E EXPERIÊNCIA FESTIVA.

Edgar Monteiro Chagas Junior

  1. OS ENTRELUGARES INVISÍVEIS DA IMAGEM DA MULHER ASURINI: UMA PERSPECTIVA DECOLONIAL.

Sabrina Tuma

APRESENTAÇÃO EM PÔSTER

  1. A ESTÉTICA DA IDENTIFICAÇÃO A DIMENSÃO SENSÍVEL TERRITORIAL NA FEIRA DO GUAMÁ, BELÉM – PA.

Fábio Rodrigo de Moraes Xavier

  1. INDÚSTRIA CULTURAL DO BREGA: MUITO ALÉM DAS FESTAS DE APARELHAGENS.

Rodrigo Gabriel da Silva Oliveira

GT5 - POVOS INDÍGENAS NO FOCO DAS LENTES ANTROPOLÓGICAS

O Grupo de Trabalho terá como eixo central de discussão questões relacionadas à visibilidade indígena em seus diversos aspectos. Portanto, o objetivo geral do GT será fortalecer a visibilidade dos povos indígenas, reconhecendo-os como autores de sua própria história, embora chagados pelo colonialismo devastador que os atacou e ainda teima em dizimá-los nos dias atuais. Serão bem vindos trabalhos que proponham análises em torno de produções fotográcas e/ou de áudio e vídeo, destacando temas relacionados aos povos indígenas, dentre eles, a territorialidade, identidade, saúde indígena, educação intercultural, cultura material e imaterial, etnicidade, xamanismo, movimento indígena, relações de gênero. A utilização de ferramentas áudio-visuais no trabalho e na apresentação será de extrema relevância para as proposições do GT. Colocar em destaque os povos indígenas, sua organização social, seus simbolismos, suas formas culturais de modo geral, se apresenta como um instrumento de resistência e de luta por reconhecimento e aceitação. Dessa forma, instigados por elementos visuais, os trabalhos deverão propor encaminhamentos de debate que pautem o respeito à diversidade cultural dos povos indígenas do Brasil e da América Latina.

Coordenadores:

Tadeu Lopes Machado – UFPA (tlopesm@hotmail.com)
Petrônio Lauro Teixeira Potiguar Junior – UFPA (ppotiguar@yahoo.com.br)
Evilânia Bento da Cunha - Universidade Federal do Amapá (evilaniageo@yahoo.com.br)

APRESENTAÇÃO ORAL

SESSÃO 1:

  1. NARRATIVAS INDÍGENAS E PRODUÇÃO AUDIOVISUAL: EXPERIÊNCIAS DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES INDÍGENAS EM RONDÔNIA.

Luciana Castro de Paula (UNIR/UFPA)
Edineia Aparecida Isidoro (UNIR/UNB)

  1. AUTOANTROPOLOGIA DA IMAGEM COM POVOS INDÍGENAS DO UAÇÁ.

Ana Manoela Primo dos Santos Soares (UFPA)

  1. A AULA PASSEIO CONTRIBUINDO PARA A INTERCULTURALIDADE NA EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA.

Luiz Carlos Cruz Cunha (UFPA)
Eliana Ruth Silva Sousa (UEPA/UNESP)

  1. CULTURA E MATEMÁTICA NA LICENCIATURA INTERCULTURAL INDÍGENA: A BUSCA PELA INTERCULTURALIDADE CRÍTICA.

Eliana Ruth Silva Sousa (UEPA/UNESP)

 

GT6 - POVOS ORIGINÁRIOS E TRADICIONAIS: IMAGENS DE SI E/OU DO OUTRO SOBRE DISPUTAS TERRITORIAIS NA AMÉRICA AMAZÔNICA

Este grupo se propõe a reunir trabalhos que discutam diferentes olhares sobre quem são, como vivem e como lutam os povos originários e tradicionais da América Amazônica para permanecer em seus territórios tradicionalmente ocupados. A intenção é problematizar a colonialidade do poder a partir de um olhar decolonial sobre as disputas territoriais, opressões e estratégias de resistências. São bem vindos trabalhos que se pautem nos referencias teóricos e metodológicos da Antropologia Visual, isto é, abordagens interpretativa-reflexivas de um corpus textual imagético (cartografias, fotografias, audiovisual e outros). O GT também se propõe a discutir a ética, os desafios, as condições práticas e contribuições heurísticas da imagem nas pesquisas “com” esses povos, isto é, para além das pesquisas “sobre”. E, ainda, muito interessa à discussão, pesquisas produzidas “por eles mesmos” sobre si e/ou sobre o colonizador, ou seja, por acadêmicos indígenas, quilombolas, ribeirinhos e demais comunidades tradicionais que têm acessado às Universidades por meio das políticas afirmativas/cotas ou não.

Coordenadoras:

Maria Do Socorro Rayol Amoras – UFPA (mmaria.amoras@gmail.com)
Solange Maria Gayoso da Costa – UFPA (gayososol@yahoo.com.br)
Marcel Hazeu – UFPA (celzeu@gmail.com)

APRESENTAÇÃO ORAL

  1. CONHECER PARA DELIBERAR: UM LEVANTAMENTO BIBLIOGRÁFICO SOBRE AS JUVENTUDES DO BAIRRO DA TERRA FIRME E SUAS QUESTÕES.

Suzana Magalhães

  1. POVOS DO APROAGA: (AUTO)IMAGENS QUILOMBOLAS.

Irislane Pereira de Moraes
Gilberto Bezerra Mendonça
Aurilene Pereira Ferreira
Manoel Clauderi Coutinho da Luz

  1. EDUCAÇÃO POPULAR E RESISTÊNCIA NO CAMPO: O CASO DA COMUNIDADE VIVA DEUS.

Betânia Barroso
Jullyana Cristina Almeida de Freitas
Marcos Moreira Lira

  1. O JOGO DA IDENTIDADE: REFLEXÕES ACERCA DO TERRITÓRIO DO CAJUEIRO, SÃO LUÍS-MA.

Luciana Railza Cunha Alves

  1. O CORTE NA VOLTA DO RIO: RELATOS SOBRE AS EXPERIÊNCIAS COM AS COMUNIDADES DA VOLTA GRANDE DO XINGU IMPACTADAS PELOS PROJETOS DESENVOLVIMENTISTAS.

Dimitria Leão
Luana Beatriz Lima Peixoto
Rosa Acevedo Marín
José Alberto Braz
Jeremias Tavares Kayapó

  1. O PROCESSO DE FILMAGEM COMO PESQUISA: OFÍCIOS TRADICIONAIS E DISPUTAS PARA A PERMANÊNCIA.

Paula Zanardi

  1. PERCEPÇÕES ACERCA DE DESENVOLVIMENTO E CONFLITOS NA CONSTRUÇÃO DA UHE TUCURUÍ: LEITURAS EM MATERIAIS IMPRESSOS E AUDIOVISUAIS.

Lucas Felipe Sardinha de Sousa
Maria das Graças da Silva

GT7 - VISUALIDADES E (IN)VISIBILIDADES LGBTI EM CONTEXTOS ESCOLARES

Como a juventude de gays, lésbicas, bissexuais, transexuais, travestis e intersexo dão visibilidade às suas lutas contra discriminações e desigualdades, em favor de seus direitos e em ações de reafirmação identitária em escolas, universidades, instituições de formação profissional, etc.? Que olhares educadores, gestores, funcionários e outros estudantes lançam sobre essa população inserida em contextos escolares? Como esses sujeitos articulam suas pautas por meio de estratégias visuais não hegemônicas? Nosso interesse é possibilitar o levantamento dessas experiências visuais nas escolas, universidades, instituições de formação profissional, etc. e fomentar a reflexão e compreensão radical das diferenças em sala de aula, rompendo com modelos de comportamento padronizados e limitantes da existência humana. Portanto, o GT intenta aglutinar pesquisas concluídas ou em andamento, experiências didático-pedagógicas, documentários, vídeos etnográficos, relatos de experiências, ou outras formas de linguagens que retratem essa diversidade humana. Palavras-Chaves: Diversidade; Visualidade; Educação.

Coordenadoras:

Kirla korina dos Santos Anderson – IFPA (kirla7@hotmail.com)
Natália Conceição Silva Barros Cavalcanti – IFPA (natalia.cavalcanti@ifpa.edu.br)

APRESENTAÇÃO ORAL

  1. CORPOS MEMEGRAFADOS: UMA ANÁLISE DO MÉTODO CARTOGRÁFICO DE SUBLIMAÇÃO CONTRASSEXUAL.

Eduard (duda) Alves Fernández (UFPB)

  1. BIXA PIXA: VISIBILIDADE E RESISTÊNCIAS QUEER DO PIXO NO ESPAÇO UNIVERSITÁRIO.

Luana de Melo Laboissiere
Nathália de Sousa Fonseca
Sergio E. S. Ferreira Junior (UFPA)

  1. DIVERSIDADE SEXUAL NA ESCOLA: O (RE) FAZER PEDAGÓGICO PARA O PROTAGONISMO JUVENIL A PARTIR DA MEMÓRIA ESCOLAR DE UM HOMEM-TRANS, UMA MULHE-TRANS E UMA TRAVESTI. UMA EXPERIÊNCIA DO IFPA-CAMPUS BELÉM.

Shirlene Socorro Coelho Santos (IFPA)

  1. INTERCESSÕES ENTRE GÊNERO, SEXUALIDADE E JUVENTUDE EM BELÉM/PARÁ.

Kirla Korina Santos Anderson (GICEP-IFPA)

  1. FESTIVAL BIXA (R)EXISTE: SEXUALIDADES, POLÍTICAS DO CORPO E PROTAGONISMO JUVENIL NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA.

Natália Conceição Silva Barros Cavalcanti (GICEP-IFPA)

GT8 - FOTOGRAFIA, ARTE E CULTURA – ATRAVESSAMENTOS VISUAIS E METODOLÓGICOS

A fotografia representa uma construção paradigmática entre o documento e a intervenção artística. Dessa forma a imagem como cultura visual representa uma crônica visual sobre determinado grupo social. A postura fotográfica é daquele que possui interesse sobre a coisa fotografada tal como é, numa espécie de cumplicidade com o que quer registrar e isso leva a uma postura metodológica de aproximação do grupo social e assim, reproduzir através da imagem determinada realidade. Pensar a fotografia apenas no âmbito da visualidade é limitar seu campo de potencialidades, pois, há uma construção do olhar a partir da cultura. É importante problematizar as imagens, seus suportes e metodologias na relação com a arte e a cultura, na forma de pensar a imagem como documento que visa registrar e apontar recortes sobre determinando comportamento ou estrutura social de determinada cultura. O presente GT visa refletir a fotografia para além do clique, na sua interação entre a construção do olhar do fotógrafo, que é um ente cultural, com as estruturas sociais que visa registrar. Por meio de perspectivas que visam dialogar não apenas através da imagem enquanto cadeia de significação, mas de seus aspectos metodológicos nesse diálogo, visto que ao fotógrafo pesquisador precisa efetivar determinados recortes, ângulos e etc. Essas escolhas representam perspectivas narrativas que levam a perceber determinadas realidades dentro de determinados grupos sociais.

Coordenadores:

Thiago Guimarães Azevedo – UFPA (azevedothiago81@gmail.com)
Raymundo Firmino de Oliveira Neto – UFPA (rfoliveiraneto@gmail.com)

APRESENTAÇÃO ORAL

Sessão 1:

  1. RETUMBANTE NATUREZA HUMANIZADA COMO A MEMÓRIA DA FLÂNERIE DA AMAZÔNIA EM LUIZ BRAGA.

Thiago Guimarães Azevedo (UFPA-Coordenador do GT)

  1. INSULADA: FOTOPERFORMANCES EM ILHAS DE BELÉM.

Analaura Corradi (UFRA)
Rosilene Cordeiro (UNAMA)
Pedro Olaia (UFPA)

  1. FOTOGRAFIA E A CONSTRUÇÃO DO OLHAR CRÍTICO. EXPERIÊNCIAS SENSÍVEIS NO MOVIMENTO FOTOGRÁFICO DE BELÉM/PARÁ.

Raoni Lourenço Arraes (UFPA)
Fábio Fonseca de Castro (UFPA)

  1. DIÁLOGOS ININTERRUPTOS DE ARTE, TERRITORIALIDADE E HISTÓRIA: O [ARQUIVO] DA COLEÇÃO AMAZONIANA DE ARTE DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ.

Maria Christina Monteiro Barbosa (UFPA)

Sessão 2:

  1. A PERFORMANCE NO ATO FOTOGRÁFICO OU A “DANÇA” DO FOTÓGRAFO COM SUA MÁQUINA.

Simone Alves de Melo Machado (UFPA)

  1. FOTODIÁRIO, JANELAS DE VIDA E VIAGENS DE UM OLHAR NO BELÉM DO PARÁ: UMA EXPERIÊNCIA METODOLÓGICA NA FOTOGRAFIA DA RUA ATRAVÉS DO INSTAGRAM.

Maryori Katherine Cabrita Garcia (UFPA)

  1. FOTOGRAFIA PARAENSE: A PARTIR DO MÉTODO DA HISTÓRIA DE VIDA.

Thiago Guimarães Azevedo (UFPA)
Fernanda Lima da Silva (UEPA)
Ferdinando de Freitas Magalhães (UEPA)
Victória Letícia Teixeira Monteiro (UEPA)

  1. A IMAGEM E SEU POTENCIAL METAFÓRICO NA CONSTRUÇÃO DE NARRATIVAS DECOLONIAIS.

Diana Manrique García (UFRGS)

GT9 - IMAGEM, MEMÓRIA E NARRATIVA NA CONFIGURAÇÃO DE PAISAGENS URBANAS

Este GT visa discussões em torno da interface entre a antropologia visual e da imagem e a antropologia urbana. Abordaremos os temas imagem, memória e narrativa como imbricados na configuração das paisagens citadinas e reflexões sobre o fazer antropológico que tem a urbe como locus de interlocução. Temos como base o urbano na Amazônia, permeado de fluxos e fronteiras que atualizam formas de sociabilidades praticadas entremeando caminhos de água e terra. Acolhemos trabalhos que apresentem: Estudos sobre imagens e suas constantes re-criações e re-signicações na experiência espaço-temporal; Resultados do exercício antropológico na cidade a partir das narrativas que a constituem; Experimentações no campo das narrativas etnográficas em diferentes linguagens; Reflexões sobre como o trabalho com/através de imagens acrescenta ao debate em torno da matriz teórico-metodológico da antropologia. As múltiplas realidades que se harmonizam e tensionam constituem as cidades narradas de forma heterogênea e complexa, compõem os sentidos do estar ali configurando cotidianamente, coletivamente as paisagens. Propomos um espaço de diálogo sobre cidades na Amazônia, suas diferentes abordagens e o fazer antropológico enquanto produção intelectual e cultural com compromisso ético de construção e partilha de um conhecimento coletivo. Contribuindo à narrativas sobre as paisagens urbanas Amazônicas, engajadas em um paradigma teórico de caráter sensível e orientado por uma estética-ética.

Coordenadores:

Terezinha de Fátima Ribeiro Bassalo - PPGSA – UFPA (terribeiro3@gmail.com)
Lanna Beatriz Lima Peixoto - UFPA – PPGSA (lanna.blp@gmail.com)
Manoel Cláudio Mendes Gonçalves da Rocha - UFRGS
Silvia Lilia Silva Sousa - UFPA

APRESENTAÇÃO ORAL

Sessão 1: BLOCO I: PAISAGENS PERIFÉRICAS, PROTAGONISMOS PERIFÉRICOS, CORPOS E IMAGINÁRIOS URBANOS

  1. “PUTAS, CORPOS, PERFORMANCES E AS PAISAGENS URBANAS”.

Jean Roberto Pacheco Pereira (PPGSA/UFPA)

  1. “BATALHA DE SÃO BRÁS: ESPAÇO, MÚSICA E PAISAGEM NA BELÉM CONTEMPORÂNEA ATRAVÉS DAS FOTOS DE MAYCON NUNES”.

Victória Costa (PPGA/UFPA)
Enderson Oliveira (PPGSA/UFPA)

  1. “PAISAGENS CIBORGUES: AS FIGURAÇÕES DE BELÉM NOS VÍDEOS DO YOUTUBER LUAN POFFO”.

Gleidson Wirllen Bezerra Gomes (PPGSA/UFPA)

  1. “O PROTAGONISMO DE MULHERES GRAFITEIRAS NA FORMAÇÃO DA PAISAGEM URBANA DE BELÉM-PA”.

Leidiane Maciel Leal (UFPA)

  1. “REEDUCANDOS: UM ESTUDO SOBRE NARRATIVAS E TRAJETÓRIAS DE ADOLESCENTES-INFRATORES NA CIDADE DE BELÉM (PA)”.

Ana Paula Nunes Ferreira (UFPA)

BLOCO II: PAISAGENS DA FÉ E DA FESTA

  1. O RANCHO NAS RUAS E AS RUAS NO RANCHO: SOCIABILIDADE FESTIVA NA ESCOLA DE SAMBA RANCHO NÃO POSSO ME AMOFINÁ”.

Tatiane do Socorro Correa Teixeira (PPGSA/UFPA)

  1. “A REPRESENTAÇÃO IMPRESSA DE NOSSA SENHORA DE NAZARÉ: O CARTAZ DO CÍRIO COMO FORMA DE IDENTIDADE REGIONAL PARAENSE E MEMÓRIA VISUAL”.

Willa Da Silva dos Prazeres (PPGCR/UEPA)

  1. “QUANDO UM RIO DE GENTE INVADE BELÉM: UMA RELEITURA ETNOGRÁFICA DA CABANAGEM NO CÍRIO DE NAZARÉ”.

Agnaldo Aires Rabelo (PPGSA/UFPA)

Sessão 2: BLOCO I: TERRITORIALIDADES E PAISAGENS

  1. “ENTRE QUILOMBO E CIDADE: OS CAMINHOS QUE LEVAM AO QUILOMBO DE MANGUEIRAS – SALVATERRA – PARÁ”.

Rafael Paiva de Oliveira Diaz (PPGSA/UFPA)

  1. “FESTAS QUILOMBOLAS E A CONSTRUÇÃO DE IMAGINÁRIOS, IMAGENS E PAISAGENS ENTRE AS COMUNIDADES QUILOMBOLAS DE SALVATERRA –MARAJÓ – PARÁ”.

Petronio Medeiros (PPGSA/UFPA)

  1. “IR E VIR: O RIO OIAPOQUE E SEUS FLUXOS”.

Francisco de Assis Beserra Wanderley Junior (UFPA)

BLOCO II: PERCURSOS POÉTICO-ETNOGRÁFICOS ENTRE LITERATURA, IMAGENS, ACERVOS

  1. A IMAGEM CONSTRUÍDA DA CIDADE DE BELÉM NA OBRA “O NATURALISTA NO RIO AMAZONAS DE HENRY WALTER BATES”.

Márcio Sousa da Silva (UFPA)
Tony Welliton da Silva Vilhena (PPGCR/UEPA)

  1. “O ARQUIVO ACONTECE ENQUANTO CAMINHAMOS: A AÇÃO POÉTICA NOS ACERVOS DE GERALDO RAMOS A PARTIR DA IMERSÃO NAS PAISAGENS CITADINAS”.

Maria Madalena Felinto Pinho Ramos (PPGARTES/UFPA)

  1. “UMA COLEÇÃO DE CASTANHEIRAS POSSÍVEIS”.

Cinthya Marques do Nascimento (PPGARTES/UFPA)

  1. IMAGENS, IMAGINÁRIOS E NARRATIVAS DAS ÁGUAS NO ANTROPOCENO: O CASO DO PARQUE ESTADUAL DO UTINGA (BELÉM – PA)”.

Matheus Henrique Pereirada Silva (PPGSA-UFPA)
Cícero de Oliveira Pedrosa Neto (PPGSA-UFPA)
Enderson Geraldo de Souza Oliveira (PPGSA/UFPA)

GT10 - REPRESENTAÇÕES E IMAGENS SOBRE ÁFRICA E AMAZÔNIA E POPULAÇÕES NEGRAS AFRICANAS E AFRO-AMAZÔNIDAS PARAENSE

A situação colonial foi caraterizada por uma lógica dicotômica que colocava as populações negras africanas numa posição de “resíduos de homens”, “corpos bárbaros” à espera do auxílio de “homens derradeiros”, brancos europeus detentores da lei, direito e da civilização (MBEMBE, 2014). A reedição para o tempo presente dessas lógicas coloniais e suas formas de discriminações raciais, acirradas pelas atuais ondas migratórias tornam esse debate ainda oportuno. No contexto amazônico paraense, ainda, prevalece uma visão mítica e estereotipada de que na Amazônia “só tem índio”. O que escamoteia a realidade de um cenário e pessoas marcados por tradições afro-amazônicas. Negras e negros ao desembarcarem no Brasil ganham automaticamente o rótulo que os generaliza por que “se tornam africanos”, acionando jogos identitários raciais, de gênero e continentais. O interesse é salientar de como a raça e o gênero foram inseridos pelo sistema modernocolonial de gênero (LUGONES, 2014). Esse GT acolhe artigos de base empírica e/ou teórica, experiências etnográficas e ensaios fotográficos que problematizam a relação perversa entre imagens, representações e estereótipos, ao explorar a relevância de recursos audiovisuais na construção de novos sentidos, novas narrativas não só sobre África e africanos muito vistos em condição de “migração temporária” na capital paraense, mas também sobre os imaginários que permeiam sobre Amazônia, dentro e fora dela, acerca de mulheres e homens afro-amazônidas.

Coordenadores:

Monica Conrado – UFPA (monicaconrado6@gmail.com)
Albino José Eusébio – PPGSA/UFPA (albinoeusebio@outlook.com)

APRESENTAÇÃO ORAL

  1. A SAÚDE DE NOSSOS QUINTAIS: PARTEIRAS QUILOMBOLAS E RELAÇÕES DE TERRITORIALIDADES EM ITACOÃ- MIRIM (ACARÁ- PA).

Alik Nascimento de Araújo

  1. GRUPO DE MULHERES NEGRAS MÃE ANDRESA: UM OLHAR À CONSTRUÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS DAS MULHERES NEGRAS A PARTIR DE SUAS VIVÊNCIAS, EXPERIÊNCIAS E POSICIONALIDADES.

Marjorie Evelyn Maranhão Silva

  1. HERDEIROS DO AMANHÃ E CONDENADOS DO ONTEM: ANÁLISE DE CORPOS (IN) VISÍVEIS EM CONDIÇÕES VULNERÁVEIS EM LUANDA.

Osmilde Augusto Miranda

  1. IMAGENS DO NEGRO NA AMAZÔNIA: A CONSTRUÇÃO DO PASSADO E DO FUTURO.

Luana Beatriz Lima Peixoto
Camila Aranha dos Reis

  1. O FEMINISMO NEGRO AFROAMAZÔNIDA COMO MARCA DE IDENTIDADE DAS MULHERES NEGRAS NA AMAZÔNIA.

Flávia Andrea Sepeda Ribeiro
Flávia Danielle da Silva Câmara

  1. GÊNERO E POLÍTICA: UMA REFLEXÃO SOBRE A REPRESENTAÇÃO PARLAMENTAR FEMININA NA ÁFRICA AUSTRAL (2002-2017).

Bitone Viage

  1. OS DESAFIOS DA MIGRAÇÃO FRENTE AOS ESTEREÓTIPOS DE RAÇA E GÊNERO NA AMAZÔNIA

Anna Caroline Ferreira Lisboa (PPGD-UFPA)

  1. REPRESENTAÇÕES E IMAGENS QUILOMBOLAS

Maria Luiza Carvalho Nunes (Coordenadora do Núcleo de Apoio as Comunidades Negras Indígenas e Remanescentes de Quilombo da Casa Civil do Governo do Estado do Pará e do CEDENPA) - Ensaio Fotográfico

  1. OS INVISÍVEIS DO DESENVOLVIMENTO: UMA LENTE SOBRE O COTIDIANO DAS POPULAÇÕES COMPULSORIAMENTE DESLOCADAS PARA COMUNIDADE DE CATEME, EM MOATIZE, MOÇAMBIQUE

Albino José Eusébio (UFPA) - Ensaio Fotográfico

APRESENTAÇÃO EM PÔSTER

  1. AS PARTEIRAS E OS DIREITOS CONSTITUCIONAIS À SAÚDE DAS COMUNIDADES QUILOMBOLAS: O CASO DE ITACOÃ- MIRIM (ACARÁ/ PA).

Alik Nascimento de Araújo (Discente doutorado PPGSA, FIBRA, SEMED- Acará)
Eduarda Cavalcante Moraes (Discente Enfermagem- FIBRA)
Kellven Rivas de Oliveira Pardauil (Discente Enfermagem- FIBRA)
Lenna Karlla Dias Dantas (Discente Enfermagem- FIBRA)

  1. DIÁSPORAS NA EDUCAÇÃO: DISCENTES QUILOMBOLAS DO ACARÁ NA ESCOLA ESTADUAL DE ENSINO MÉDIO EDGAR PINHEIRO PORTO (BELÉM- PARÁ).

Alik Nascimento de Araújo (Discente doutorado PPGSA, docente FIBRA, SEMED- Acará)
Juliana Brenda Lima da Silva (discente história FIBRA)
Luan Veloso da Silva (discente história FIBRA)
Matheus Portal Manito (discente história FIBRA)
Vinícius Machado Ferreira (discente história FIBRA)

GT11 - ANTROPOLOGIA GRÁFICA E VISUAL NA PERCEPÇÃO DO AMBIENTE

O objetivo deste GT é fazer uma discussão de experiências em torno da Antropologia Gráfica e Antropologia Visual nos mais variados contextos. Desta forma, pretende-se tomar as textualidades, gravuras, cartografias, pinturas corporais, desenhos e várias outras possibilidades de imagens na percepção do “Ambiente-mundo”, saindo das dualidades epistemológicas ocidentais como práticas decoloniais. Nesta perspectiva serão bem vindos trabalhos com temas sobre populações tradicionais, religiosidades, xamanismo tradicional e urbano.

Coordenadoras:

Gisela Macambira Villacorta – UNIFESSPA/PPGEAA UFPA (gisavillacorta@gmail.com)
Sônia Cristina de Albuquerque Vieira - UEPA/FIBRA (soniacristinav@hotmail.com)

APRESENTAÇÃO ORAL

SESSÃO 1:

  1. “NO TRAJETO DAS ÁGUAS, SOBRE OS SULCOS DOS RIOS. O PROTAGONISMO FEMININO NA GRAVURA CONTEMPORÂNEA AMAZÔNICA”.

Glauce Patrícia da Silva Santos – Programa de Pós-Graduação em Artes (PPGARTES-ICA-UFPA)

  1. “O SAGRADO FEMININO NA PERCEPÇÃO DO SANTO DAIME”.

Roberta Cruz Correia – Ciências sociais/Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará

  1. “SABERES SAGRADOS: MATERIALIZANDO A GARRAFADA”.

Giovanna Luiza Santos Vale – Ciências Sociais/Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará

  1. “IMAGEM, CORPO, PAPEL: UMA APROXIMAÇÃO AO ACERVO LUX VIDAL DE PINTURAS CORPORAIS KAYAPÓ-XIKRIN”.

Bruna Keese dos Santos – Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo (USP)

  1. DESENHANDO O “AMBIENTE-MUNDO” COM A AYAHUASCA.

Maria Lúcia da Silva CoelhoPrograma de Pós-Graduação em Estudos Antrópicos na Amazônia (PPGEAA/UFPA)

  1. “ENCANTARIA E PAJELANÇA NA ILHA DE COLARES/PA: NAS TRILHAS DA MUSEOLOGIA”.

Ana Cristina Souza – Museologia/Universidade Federal do Pará

 

SESSÃO 2:

  1. “A COMUNIDADE TRADICIONAL DA NIGÉRIA: OS YORUBAS”.

Géraldine Fifamè Dona Fadairo – Administração/Universidade Federal do Pará

  1. POR UMA EPSTEMOLOGIA DO SANTO: A CRIAÇÃO DO CONHECIMENTO DENTRO DOS TERREIROS A PARTIR DO CULTO ÀS FOLHAS.

Rafael Santos Ribeiro – Programa de Pós-Graduação em Estudos Antrópicos na Amazônia (PPGEAA/UFPA)

  1. “CRISTIANISMO CELESTE NA ÁFRICA”.

Rufine Azonsivo – Universidade Federal do Pará

  1. “TECIDOS AFRICANOS NA ANTROPOLOGIA VISUAL”.

Israël Sèwanou Hounsou – Universidade Federal do Pará

  1. “PAREIDOLIA, PERCEPÇÃO E AMBIENTE”.

- Delcio Saraiva dos Santos – Ciências Sociais/Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (UNIFESSPA)

GT12 - MUSICALIDADES, ESPACIALIDADES E IMAGENS

Neste Grupo de Trabalho buscamos realizar uma discussão aproximativa da relação mutuamente constitutiva entre musicalidades, espacialidades e imagens. Particularmente situado na confluência entre a antropologia urbana, a antropologia da música e a antropologia audiovisual, este GT busca reunir pesquisas em andamentos ou concluídas que discutam, sobretudo, as musicalidades, as espacialidades e as imagens como categorias conceituais, metodológicas e interpretativas da realidade social. Para, assim, construirmos um quadro representativo das principais abordagens teóricas e experiências de pesquisas empíricas sobre a articulação analítica proposta.

Coordenadores:

Chiara Albino - PPGAS/UFSC (tarsila.chiara@gmail.com)
Lisabete Coradini – NAVIS/PPGAS/UFRN (lisacoradini@gmail.com)

APRESENTAÇÃO ORAL

  1. PAISAGENS AMAZÔNICAS DA/NA MUSICALIDADE LOCAL: A CENA DA CANÇÃO POPULAR DE BELÉM DO PARÁ E A NARRATIVA IMAGÉTICA – UM ESTUDO DE ANTROPOLOGIA VISUAL.

Nélio Ribeiro Moreira (PPGSA/UFPA)

  1. CATALENDAS: MITOPOÉTICA AMAZÔNICA NA PROGRAMAÇÃO TELEVISIVA INFANTIL.

Anayse de Fatima Santos da Silva (UFPA)
Silvia Sueli Santos da Silva (IFPA)

  1. PAISAGEM SONORA DE BELÉM DO PARÁ: ASPECTOS E REGISTROS DOS SONS URBANOS NO SÉCULO XX ATÉ OS DIAS DE HOJE.

Jonas Monteiro Arraes (UEPA e UNICAMP)

  1. VOGUE BIKE, CABRA FÊMEA E OUTROS HORIZONTES SUBVERSIVOS NAS PAISAGENS DO FORRÓ NORDESTINO.

Ribamar José de Oliveira Júnior (PPGCS/UFRN)
Leonardo Lemos Zaiatz (UFCA)

  1. IMAGENS DO NORDESTE NO FORRÓ TRANSNACIONAL.

Sara Nuño de la Rosa (NAVIS/PPGAS/UFRN)

  1. SOBRE PAISAGENS SONORAS E OCUPAÇÃO DO ESPAÇO PÚBLICO PELAS BANDAS DE RUA.

Lucimara Rett (ECO/UFRJ)

  1. “MÚSICA BRASILEIRA IMPERECÍVEL E DE RUA” – NOTAS ETNOGRÁFICAS SOBRE A TERÇA DO VINIL EM RECIFE, PE.

Chiara Albino (PPGAS/UFSC)

APRESENTAÇÃO EM PÔSTER

  1. QUEM SÃO ELES? A BUSCA COLETIVA DE MEMÓRIAS DE EXPRESSÕES MUSICAIS NO BAIXO AMAZONAS.

Pedro Jorge Alcantara (UFOPA)
Liendria Marla Malcher Silva (UFOPA)
Luciana França (UFOPA)

GT13 - RELIGIOSIDADES DA E NA AMAZÔNIA: DECOLONIDADE, RESISTÊNCIAS E RESSIGNICAÇÕES

As pesquisas sobre as religiosidades na Amazônia estão presentes desde início do desenvolvimento da Antropologia nesta região, e permanece sendo um dos temas mais recorrentes e relevantes. Grandes nomes da nossa Antropologia como Arthur Napoleão Figueiredo, Eduardo Galvão, Anaíza Vergolino e Raymundo Heraldo Maués entre outros pesquisaram e/ou pesquisam as diversas religiões e religiosidades especialmente as encontradas na Amazônia Paraense. E a imagem é elemento presente e fundamental neste campo de pesquisa atuando junto ao forte apelo simbólico, ético, estético e político da temática. Cabe ressaltar que os pesquisadores acima referidos atuaram no sentido de formar importantes acervos museológicos e áudio-visuais. Neste GT pretendemos reunir trabalhos que tratem nas diversas perspectivas e recortes as várias religiões e religiosidades amazônicas, suas marcas coloniais e seus processos de decolonialidade tanto na prática dos éis quando na construção da pesquisa, seja na etnografia ou na utilização e desenvolvimento de teorias que rompam com o olhar etnocêntrico sobre o tema e que utilizem as imagens nas suas múltiplas concepções e possibilidades.

Coordenadoras:

Mariana Pamplona Ximenes Ponte – UFPA (marianapxp@yahoo.com.br)
Taissa Tavernard de Luca – UEPA (taissaluca@gmail.com)

APRESENTAÇÃO ORAL

  1. UM OLHAR POR ENTRE OS CICLOS DA MANDIOCA AO FAZER-SE PATO NO TUCUPI E MANIÇOBA NO ALMOÇO DO CÍRIO DE NAZARÉ.

Miguel de Nazaré Brito Picanço

  1. A MÚSICA POPULAR BRASILEIRA (MPB) COMO MEIO DE RESISTÊNCIA AO DESRESPEITO ÀS RELIGIÕES AFRO BRASILEIRAS.

Devison Amorim do Nascimento

  1. A FESTA DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO EM ABAETETUBA: SENTIDOS E SIGNIFICADOS DO FESTEJAR.

Athara Santos Rodrigues
Tatiane do Socorro Correa Teixeira

  1. O ATUAR DOS ENCANTADOS NA ETNOGRAFIA FÍLMICA: APROPRIAÇÕES TEÓRICAS INICIAIS.

Juliana Loureiro

  1. PRÁTICAS EDUCATIVAS DA PAJELANÇA: ENTRE IMAGENS, SABERES E RESISTÊNCIA.

Thaís Tavares Nogueira

  1. PAIXÃO, CORPO E ORAÇÃO: APONTAMENTOS ETNOGRÁFICOS SOBRE O SACRIFÍCIO DE CATÓLICOS E AFRORRELIGIOSOS DURANTE A PEREGRINAÇÃO DA VISITA AS SETE IGREJAS NA SEXTA-FEIRA SANTA DE BELÉM DO PARÁ.

Juscelio Mauro Pantoja

  1. ‘VEJA’- AS VELHAS IMAGENS COM REPETITIVAS ROUPAGENS ACERCA DE UM LÍDER AFRO-RELIGIOSO NO MARANHÃO: WILSON NONATO DE SOUZA-BITA DO BARÃO.

Gerson Carlos P. Lindoso
Luciana Railza Cunha Alves
Christiane de Fátima Silva Mota

  1. CENAS PER-FORM@TIVAS, CINEMA MEMORIAL, IMAGENS CORPOGRÁFICAS: #FEITIÇO IN PROGRESS.

Francisco Weil
Mateus Moura
Rosilene Cordeiro

  1. DOM JOÃO REI DO CUTELO: DA NOBREZA PORTUGUESA À MEMÓRIA DO REINO DO CONGO.

Taissa Tavernard de Lucca

  1. VISUALIDADES, ANTROPOLOGIA E EDUCAÇÃO: O OLHAR ETNOGRÁFICO E DESCOLONIZADO ACERCA DA MEMÓRIA IMAGÉTICA DOS PROCESSOS EDUCATIVOS EM UM ESPAÇO AFRO RELIGIOSO DE UMA NAÇÃO KETU NA AMAZÔNIA.

Gisele Nascimento Barroso

  1. HISTÓRIA, MEMÓRIA E AUTOBIOGRAFIA NA TRAJETÓRIA DE VIDA DE MARIA LUIZA: ANALISE DO DOCUMENTÁRIO : "QUEM PASSOU PRIMEIRO FOI SÃO BENEDITO".

Pablo Gabriel Pinto Monteiro

  1. A IMAGEM E RELIGIOSIDADE DOS ALIMENTOS DO SANTO PRETO: ENSAIO DE UMA ETNOGRAFIA EM BRAGANÇA-PA.

Nalton Rodrigues Caminha

  1. O ISLÃ NA AMAZÔNIA PARAENSE: MUÇULMANA SUNITA NO PASSADO E NO PRESENTE.

Heloisa Maria Paes de Souza

  1. A FESTIVIDADE DO DIVINO ESPÍRITO SANTO E SUA RESISTÊNCIA CULTURAL, UMA ANÁLISE DO RITUAL (VILA ESPÍRITO SANTO-MARABÁ-PÁ).

Priscila Dias Pinto

  1. ARTE E EXPRESSÃO RELIGIOSA NO AMAPÁ: UM OLHAR A PARTIR DO GRAFISMO.

Taissa Tavernard de Luca
Valter dos Santos Vieira

APRESENTAÇÃO EM PÔSTER

  1. ESTUDO SOBRE RAÍZES PAGÃS GRECO-ROMANAS EM FESTIVIDADES DA PARÓQUIA SÃO PEDRO.

Dhafne Fabiana de O.Braga
Maria Roseli S. Santos

 

GT14 - SEXUALIDADES MÚLTIPLAS EM CONTEXTOS CONTEMPORÂNEOS

As últimas décadas têm sido marcadas por significativas mudanças nas experiências de sexualidades impondo a necessidade de resignificação das representações de gênero na nossa sociedade. Neste sentido, a proposta deste grupo é oportunizar o diálogo e o debate acadêmico em torno de pesquisas, em andamento ou concluídas, que privilegiem em suas análises o campo das sexualidades múltiplas em suas diversas expressões na contemporaneidade. Consideramos que as sexualidades se constroem e reconstroem, continuamente, e que diversas instâncias e instituições sociais produzem discursos e práticas que se impõem como hegemônicas e, desta forma, instituem o “normal” e o “anormal”; por outro, numa espécie de contrafluxo novas formas de pensar e viver esses campos são produzidas e questionam o que foi instituído gerando dissidências e tensionamentos. Temos interesse em trabalhos que enfoquem a atualidade das práticas sexuais em campos diversos do conhecimento e que dialoguem com a antropologia visual e da imagem em suas mais diversas expressões seja fílmica, imagética, midiática, todas elas relevantes como uma rica fonte de registro, problematização e interpretação da vida social. Temos interesse em trabalhos que enfoquem a atualidade das práticas sexuais em campos diversos do conhecimento e que dialoguem com a antropologia visual e da imagem em suas mais diversas expressões seja fílmica, imagética, midiática, todas elas relevantes como uma rica fonte de registro, problematização e interpretação da vida social.

Coordenadoras:

Telma Amaral Gonçalves – UFPA (telmaral@ufpa.br)
Ana Lídia Nauar – UFPA (nauar_4@hotmail.com)

APRESENTAÇÃO ORAL

SESSÃO 1:

  1. "SOPHIA".

Pedro Olaia

  1. "QUEM CHORA PELAS BICHAS? AS MARCAS QUEIMADAS A FERRO NA PELE/CORPO DE BICHAS PRETAS".

Andrey Rodrigues Chagas

  1. O "CIRCUITO GAY" E A ETNOGRAFIA DA PARADA LGBT DE SOURE (MARAJÓ/PARÁ).

Wladirson Cardoso

  1. “A DOR COMO UMBRAL INICIÁTICO NOS PROCESSOS CRIATIVOS E UMA APROXIMAÇÃO À PRÁTICA ARTISTICA QUE NASCEU DO ASSÉDIO E DA VIOLÊNCIA SEXUAL”.

Maryori Catherine Cabrita Garcia

 

GT15 - IMAGEM E MEMÓRIA

Este gt recebe trabalhos que tratem das possibilidades de relações entre imagem e memória. Pesquisas que tratem da capacidade da imagem despertar, acionar – (re)-organizar - a memória, as emoções, os pensamentos: individual e coletiva. Pretende-se discutir as limitações e possibilidades de utilização de recursos imagéticos em pesquisas com grupos socioculturais específicos. Os caminhos que a memória pode se relacionar com o suporte imagético proporcionando debates sobre as potencialidades da linguagem através da imagem, diálogos entre narrativas orais e a imagem, no âmbito de estudos sobre a contemporaneidade e os novos procedimentos de construção de sentido, considerando a imagem como uma forma expressiva significativa da nossa época, com toda sua complexidade.

Coordenadores:

Alessandro Ricardo Campos – UFPA (ricardocamps52@gmail.com)
Etienne Samain – UNICAMP (etienne.samain@gmail.com)

APRESENTAÇÃO ORAL

SESSÃO 1:

  1. FOTOGRAFIAS ETNOGRÁFICAS: MARCADORES DE MEMÓRIA ENTRE OS GAVIÃO DO PARÁ.

Ana Paula de Souza Fernandes

  1. IMAGENS GUARDADAS: AS FOTOGRAFIAS DA FESTA DE IEMANJÁ DE SIMONE SIMÕES.

Jean Souza dos Anjos

Antonio George Lopes Paulino

  1. ACADEMIA AMAZÔNIA: MEMÓRIAS E NARRATIVAS VISUAIS SOBRE A AMAZÔNIA PARAENSE.

Alda Costa

  1. CATALENDAS: MITOPOÉTICA AMAZÔNICA DO AUDIOVISUAL À EXPOSIÇÃO MUSEOLÓGICA.

Anayse de Fatima da Silva

  1. ENTRE MEMÓRIAS E IMAGENS: O BRINCAR NA BELÉM DO PARÁ DE ANTIGAMENTE.

Guthemberg Felipe Martins Nery
Nazaré Cristina Carvalho

  1. FOTOGRAFIA E MEMÓRIA

Ligia Sigmonian

SESSÃO 2:

  1. FOTOGRAFIAS E AUTORRETRATOS NO FORTE DO PRESÉPIO EM BELÉM - PA: REFLEXÕES ACERCA DAS PERFORMANCES SOCIAIS DOS VISITANTES NO ESPAÇO PATRIMONIALIZADO URBANO.

Nadison Gomes de Oliveira
Rosangela Marques de Britto

  1. LEVANTES AMAZÔNICOS: DIMENSÕES ESTÉTICAS E POLÍTICAS DAS IMAGENS DA RESISTÊNCIA.

Leandro Lage

  1. MEMÓRIAS E IMAGENS: CONTRIBUIÇÕES DAS NARRATIVAS E IMAGENS PARA A RECONSTITUIÇÃO DA COLÔNIA DE MARITUBA/PA.

Moisés Levy Pinto Cristo
Maria do Perpétuo S. G. A. de França

  1. MULHERES CIENTISTAS DA AMAZÔNIA (XIX E XX): MEMÓRIAS EM FOTOGRAFIAS DE ELIZABETH AGASSIZ, EMÍLIA SNETHLAGE E HELOISA ALBERTO TORRES.

Diana Priscila Alberto

  1. OLHARES CURIOSOS: ANTROPOLOGIA VISUAL E O USO DE IMAGENS PARA A CRIAÇÃO DE UMA NOVA "MEMÓRIA" SOBRE ANCESTRALIDADE AFRICANA.

Hilton P. Silva

GT16 - MODA, CORPO E CONSUMO: RELAÇÕES MIMÉTICAS E SEMÂNTICAS DO VISUAL

Este Grupo de Trabalho objetiva investigar os códigos e signos visuais que configuram à rede de significados regulatórios de nosso comportamento e que auxiliam na construção de nossas identidades a partir do fenômeno social da Moda, das experiências sociais do Corpo e de uma semântica estética do Consumo. A partir de categorias como “Museu Autobiográfico”, “Narrativas do Vestir”, “Corpo na Moda”, “Consumismo Identitário” dentre outros, e à luz da antropologia visual, pretende-se perceber os imagéticos da cultura material e visual da casa, das coisas, dos objetos, das experiências vestimentares, dos acessórios, dos adornos corporais, assim como estes deixam de ser elementos que concorrem entre si, mas que revelam valores afetivos e culturais e que adquirem semânticas ao serem introduzidas no cotidiano das pessoas. O GT procurará inquirir as distintas potências ativadas pelo uso das roupas, do corpo e das escolhas de consumo que vão desde as memórias que vão se aglutinando nas peças até os dispositivos de esquecimento presentes em trajes que provocam a mimese com a paisagem. As roupas e as performances corporais serão abordadas a partir de vivências pessoais e leituras teóricas com uma metodologia que relaciona vozes dissonantes e que não hierarquiza as fontes de pesquisa. Por meio de exemplos da fotografia, pinturas, sketchbooks, croquis, ilustrações, roupas, figurinos, tatuagens, adornos visuais, manualidades de moda, linguagens artísticas e da literatura, procuraremos perceber narrativas que exploram a relação do usuário com o seu traje, seu corpo e suas predileções de consumo. Vestimos e adornamos nossos corpos através do consumo de experiências visuais e discursivas, como num jogo cuja principal regra é atravessar as camadas nas quais estamos soterrados e encontrar estratégias para nos conectarmos. Nesse sentido, as roupas, os acessórios e adornos que transculturalizam nossos corpos, são nossos cúmplices nessa travessia.

Coordenador:

Rui Jorge Moraes Martins Jr – UEPA, ESMAC, ESAMAZ, SEDUC (rui_junior1977@hotmail.com)

 

APRESENTAÇÃO ORAL

  1. CORPOS EM RESISTÊNCIA: A ONDA BODY POSITIVE NAS REDES SOCIAIS.

Agnnes Caroline Alves de Souza (UNIFAVIP/FIBRA/UNAMA)
Larissa Albuquerque Costa (UNAMA)
Rosângela Araújo Darwich (UFPA/UNAMA)

  1. ESTÉTICA, CONCEITO E LÓGICAS MERCANTIS: A SOCIEDADE TRANSISTÉTICA E A HIPERARTE DO CAPITALISMO NO CASO DA PROJEÇÃO VIRTUAL LIL MAQUELA.

Andressa Arielly (UFPA)
Laís Teixeira (UFPA)

  1. MULHERES E MUÇULMANAS: RELAÇÕES ENTRE CORPO, MODÉSTIA, MODA E CONSUMO.

Heloísa Maria Paes de Sousa (PPGSA/UFPA)

  1. OS ACESSÓRIOS DE MODA NA ECONOMIA CRIATIVA DE BELÉM DO PARÁ.

Nina Domênico

  1. CULTURA EFÊMERA NA SOCIABILIDADE LGBTQ+ EM BELÉM.

Leonardo Furtado Tavares (UNAMA)

mesas redondas




Mesas Redondas

MR01 - COMUNICAÇÃO, AMAZÔNIA E COLONIALIDADES

Coordenadora
Rosane Maria Albino Steinbrenner

Expositoras/es
Rosaly de Seixas Brito
Guilherme Imbiriba Guerreiro Neto
Vanja Joice Bispo Santos

Os media, como produtores de narrativas do mundo, costumam reproduzir colonialidades que contribuem para a partilha e incorporação de um olhar sobre o Outro mas também sobre si. Propomos, nesta mesa redonda, que tem a Amazônia como território e lugar de disputas, debater caminhos para a descolonização do pensamento e da práxis comunicativa, em um movimento de crítica à universalidade, à hierarquização e às dicotomias da modernidade que embalam e perpetuam modelos de desenvolvimento expropriadores de recursos e subjetividades. Com base na discussão pós-colonial/decolonial, aliada à Ecologia Política, à Economia Política e à Estética política, convoca-se uma reflexão para a desconstrução de colonialidades e a construção de narrativas situadas em um lugar outro.

 

MR02 - IMAGENS DA (IN)SEGURANÇA ALIMENTAR: ENTRE A FOME, O DESPERDÍCIO E SEUS ESPECTROS

Coordenador
Guilherme Bemerguy Chêne Neto

Expositoras/es
Maria do Rosário Saraiva Chagas
Edna Marajoara
Armando Lirio de Souza
Nádia Alinne Fernandes Correa

Foi ao final da 1º Guerra Mundial que o termo “segurança alimentar” começou a ser utilizado, a partir das traumáticas experiências advindas dessa guerra, sobretudo na Europa, tornando-se evidente o quão eficaz é o controle do fornecimento de alimentos como exercício de poder de um país sobre outro(s). Nesse ensejo, pensando essa segurança alimentar enquanto extensão de poder, modelos alimentares tidos como ideais começaram a ser criados, objetivando a padronização de hábitos alimentares, em que, a partir de mecanismos de dominação, a população vem se tornando cada vez mais controlada, homogênea e padronizada. São vários os dilemas entre o que é bom ou mau para comer, o desperdício e a fome e o espectro disso tudo em nossa sociedade.

O objetivo dessa Mesa Redonda é empreender discussões sobre a(s) imagem(ns) do que pode ser considerado como “segurança alimentar”, sabendo-se que esse conceito, mesmo tendo sido unificado, é múltiplo e localizado em teias de significados.

 

MR03 - QUESTÕES CONTEMPORÂNEAS E TERRITÓRIOS ESTÉTICOS: SEMÂNTICAS DE MODA, ARTE E CULTURA VISUAL

Coordenador
Rui Jorge Moraes Martins Junior

Expositoras/es
Graziela Ribeiro Baena
Aline Rickmann Folha
Rui Jorge Moraes Martins Junior

A mesa pretende problematizar incidências e interseções entre moda, arte, pesquisa e cultura visual. Considera experiências estéticas e visuais na arte, em processos criativos, expressões e discursos visuais, pinturas, fotografias, arquitetura, design, filosofia, literatura, performance, assim como outras linguagens imagéticas pondo em questão as ambiguidades nas trajetórias da criatividade e concepção de imagens. Pretende abordar a moda como um dispositivo acoplado à subjetividade, capaz de construir territórios estéticos e existenciais.

 

MR04 - PROTAGONISMO INDÍGENA NA ACADEMIA: OLHARES, VOZES E IMAGENS.

Coordenadora
Kércia Priscilla Figueiredo Peixoto

Expositoras
Denise Cardoso
Márcia Wayna
Joziléia Daniza Kaingang

Durante muito tempo, os povos indígenas foram considerados objetos de estudo por pesquisadores, que iam a campo registrar imagens, ritos, cotidianos, línguas e organizações sociais daqueles considerados exóticos. A partir de uma aparente neutralidade, os pesquisadores tendiam a devassar o indígena a fim de produzir conhecimento sobre ele. Registravam fotos, entrevistavam, escreviam extensas etnografias, desde um lugar que considerava como superior o próprio saber. A imposição da cultura ocidental do colonizador olhava do alto modos de organização, línguas, crenças que não fossem as do seu próprio universo epistêmico. O interesse em conhecer e registrar a cultura do Outro trazia a intenção de dominar. A academia ocidental foi concebida como lugar de produção e imposição do conhecimento. Contudo, a luta por direitos fez com que aos poucos os indígenas começassem a ocupar espaços antes inacessíveis, como a universidade. Os indígenas passaram então a cursar graduações, mestrados, doutorados e a desenvolver pesquisas nos mais variados campos. Afirmam que não precisam de ninguém mais falando por eles, mas consideram interações e alianças, valorizando abordagens críticas e polifônicas, capazes de enfrentar o eurocentrismo na universidade. Afirmam com as próprias vozes os desejos de mudança dessa academia opressora. Criam imagens a partir de seus olhares e transformam o espaço acadêmico em um lugar que deve pensar em como se abrir à alteridade.

  

MR05 - IMAGEM, TERRITÓRIO E DECOLONIALIDADE

Coordenador
Agenor Sarraf Pacheco

Expositores
Jerônimo da Silva e Silva
Hiran de Moura Possas

EMENTA: Explorando imagens produzidas e reproduzidas em diferentes recursos de memória, espacialidades e temporalidades, a mesa traz à tona cenários da complexa Amazônia, lidos desde o norte do Brasil – Marajó e Sul e Sudeste do Pará. No primeiro cenário, cartografa-se repertórios de narrativas escritas, imagéticas e orais sobre viveres e lutas interculturais, pelo regime das águas, de populações marajoaras de matrizes afroindígenas, interpretadas em saberes no mundo do trabalho, da habitação, das crenças e das relacionalidades entre humanos e não-humanos. No segundo cenário, emergem diversas formas de lembrar o massacre de Eldorado dos Carajás em temporalidades que trazem a contínua luta pelo direito à terra, à vida e à existência física e simbólica de homens e mulheres que tem na terra e nos recursos naturais o único patrimônio para garantir a sobrevivência. Neste cenário, memórias evocam imagens construídas por filhos e filhas de trabalhadores rurais através de desenhos realizados em sala de aula capazes de desvelar faces da violência tecida no lembrar infantil como potencialidade contra o esquecimento, numa espécie de exercício ético da memória. Por dentro de Marabá e suas fronteiras, um segundo lance traz os Gavião Kỳikatêjê” – Povo da Floresta Mãe Maria, município de Bom Jesus do Tocantins/Pará – atravessados por produção de representações geometrizáveis, por vezes mentirosas e corrosivas de suas ancestralidades culturais disseminadas em jornais, blogs e registros fotográficos, cifrando suas vidas. Nesta analítica, explora-se sentidos cativos da significação imaginária constituindo outros signos que tentam remodelar e deslegitimar crises de visibilidade dessas populações ancestrais do sul e sudeste do Pará.

oficinas




Oficinas

OF01 - UBUNTU STUDIO – APLICAÇÕES DE SOFTWARES LIVRES PARA ANTROPOLOGIA VISUAL

Proponente
Élbio Henrique Mendes Ribeiro

Aproveitando os eventos do Festival Latinoamericano de Instalação de Softwares Livres (FLISOL), esta oficina tem como objetivo apresentar o Sistema Operacional Linux: Ubuntu Studio. Conheceremos suas aplicações de licença livre (ou simplesmente software livre ou open source) para que pesquisadores, estudantes e profissionais de estudos humanos tenham acesso gratuito à ferramentas que contribuam na construção de seus trabalhos, logo, o progresso da ciência.

Faz-se necessário, para a produção de imagens fotográficas e em movimentos, sofisticado aparato tecnológico. Câmeras, lentes, películas, soluções químicas para a revelação e projeção. O domínio da tecnologia é fundamental para o êxito dos registros onde as imagens são o resultado objetivo.

O aparato digital facilitou acesso e manuseio. Computadores, telefones celulares, são equipamentos do quotidiano. Nem sempre é acessível monetariamente o uso de softwares para edição de fotos ou vídeos pelo alto custo das licenças de aplicações desenvolvidas por empresas que lucram muito com o comércio das ferramentas digitais.

As imagens produzidas por estes dispositivos são documentos e evidências utilizadas por antropólogos, que realizam suas pesquisas e estudos com base nesses documentos. Muitas vezes o pesquisador tem de gastar verba de pesquisa com equipamentos e com licença de uso de softwares para produzir seus documentos. Dominando o Ubuntu Studio pode-se obter resultados extraordinários com softwares gratuitos.

 

OF02 - ANTROPOLOGIA VISUAL COMO FERRAMENTA DE LEITURA DA IMAGEM

Proponente
Sandreson Marcelo Pereira da Silva
Pedro Ivan Olaia Ribeiro Filho
Erlan José Gatinho

Esta oficina propõe dialogar sobre práticas educativas de compartilhamento de conhecimento e exercícios de leitura e interpretação de imagens a partir de conceitos da antropologia visual.

Primeiro momento:

Apresentação dos participantes da oficina;

Conversas sobre a aplicabilidade de exercícios de leitura imagética em sala de aula ou em outras práticas educacionais;

Conceitos teóricos básicos sobre a Antropologia Visual e a linguagem textual e imagética; Estratégias de como fazer a leitura de uma imagem a partir da perspectiva de cada participante, relacionando com suas experiências, referenciais simbólicos e/ou teóricos apreendidos nas suas práticas acadêmicas, em sala de aula ou no cotidiano;

Outras conversas sobre possíveis usos da imagem para fins educativos.

Segundo momento:

Exercício coletivo de leitura e interpretação de imagens etnográficas que serão exibidas em projeção;

Divisão em pequenos grupos, sendo que cada grupo receberá uma imagem impressa e criará um texto que se relacione com esta imagem;

Compartilhamento de outros textos que foram selecionados anteriormente pelos oficineiros; Exercício da escolha de textos que se relacionem com a imagem impressa e o texto já produzido, objetivando complementar a criação coletiva de uma narrativa textual-imagética; Construção coletiva de uma imagem (fotografia ou vídeo) que reinterprete a narrativa textual- imagética construída por cada grupo.

 

OF03 - HIPERCORPO - FOTOPERFORMANCE

Proponentes
Priscilla Brito Cosme
Yvana K N C Crizanto

A oficina se propõe a partir do corpo para uma imersão fotográfica que traça um paradoxo entre o individual e as convergências de algoritmos na internet, no “hipercorpo”. Como diz Lévy (2011), aqueles que integram as mesmas redes técnicas e médicas convergem para um só corpo. “Cada corpo individual torna-se parte integrante de um imenso hipercorpo híbrido e mundializado” (LEVY, 2011, p.94). Trabalhando o autorretrato, pretende-se provocar questões como o que o corpo representa e as imagens que vemos - na rede ou fora dela - o que representam? Quem eu sou no hipercorpo? A partir dessas indagações partiremos para a prática como forma de criar personagens a partir do autorretrato, entre selfies, voice messages e marketing e de como esse homem se enxerga nessa sociedade, a partir das imagens - seja em materialidade ou olhos fechados. Desta forma, pensar o corpo no mundo da cibercultura, instaurando novas práticas comunicativas como o compartilhamento da imagem em blog que será criado na própria oficina e uma exposição virtual aproveitando o espaço do evento com distribuição de QR Codes em locais de fácil visualização para acesso às fotos produzidas na oficina.

 

OF04 - OFICINA DE PRODUÇÃO DE VÍDEO COM ALUNOS E PROFESSORAS DA ESCOLA DO ABACATAL-PA

Proponentes
Rodrigo Corrêa Diniz Peixoto
Leidiane Maciel Leal

Expositores
Herbert Nascimento
Igor Teixeira Amaral

O Quilombo do Abacatal está localizado em Ananindeua, às margens do igarapé Uriboquinha. Na área de 612 ha possui suporte jurídico em títulos de propriedade, na categoria terras remanescentes de quilombos, concedidos em 1999 e 2002, emitidos em nome da Associação dos Moradores do Aurá e Abacatal-AMAA. Os moradores são descendentes de negros escravizados que ali viveram nos séculos XVIII e XIX, constituindo-se hoje um grupo dedicado à agricultura e manutenção de tradições culturais, não obstante a expansão urbana e o chamado progresso, que ameaça o território e o modo de vida. A resistência está posta no lema:“O progresso não pode apagar a nossa história”. Eles enfrentam muitos conflitos em decorrência do “progresso”. Perdeu território quando o governo doou à empresa Pirelli áreas então utilizadas para caça e agricultura e atualmente enfrenta graves ameaças. A extração de areia e seixo nos chamados “covões”, para a construção civil nas adjacências do território, a poluição dos igarapés Uriboquinha e Aracanga, e a proximidade com o lixão de Marituba afetam negativamente o cotidiano dos moradores. As responsáveis pela Escola da comunidade acordaram com equipe do projeto Observatório de Conflitos Urbanos de Belém (PPGSA/UFPA) a realização de uma oficina com os alunos para a produção de um vídeo para dar visibilidade a esse cenário de ameaças e resistências.

 

OF05 - OFICINA DE EDIÇÃO BÁSICA DE VÍDEO PARA FINS EDUCACIONAIS: O USO PEDAGÓGICO DO SMARTFONE

Proponentes
Samuel Antonio Silva do Rosario
Jocenilda Pires de Sousa do Rosário

O uso das novas tecnologias digitais nas escolas (em especial o smartfone e o tablet), com recursos de acesso à internet entre outros aplicativos, amplia as possibilidades de ensino, no entanto, não é de hoje que educadores e pesquisadores vêm falando deste assunto. Com o avanço da globalização a tecnologia digital passou a ser inserida no cotidiano e as informações e os conhecimentos chegam com maior facilidade e de forma mais rápida até nós por meio dos computadores e da internet e agora através dos telefones celulares. Esta oficina discute a possibilidade do uso deste aparelho como uma ferramenta em favor da educação. Será utilizado um aplicativo chamado KineMaster que é um editor gratuito de vídeos e imagens, disponível para smartfone, em que o usuário pode criar vídeos profissionais com filmagens, fotos e músicas que estejam no aparelho. O aplicativo KineMaster oferece um editor de vídeos e fotos bem interessante para os usuários de Android, nele é possível adicionar imagens, alterar trilha sonora, fazer gravações e aplicar em temas divertidos. Tudo isso aliado com ferramentas para edição completa, efeitos, transições entre as faixas e várias outras ferramentas. Assim, objetiva-se construir um cenário propício ao uso de vídeos feitos por professores para fins educacionais, mostrando que mesmo com poucos recursos é possível desenvolver atividades diferenciadas que estimulem o processo de construção do conhecimento.

 

OF06 - EXERCÍCIOS DE GUERRILHA ESTÉTICA: PERFORMANCE, CORPO E RESISTÊNCIA

Proponentes
Pedro Ivan Olaia Ribeiro Filho
Wellington Romario da Silva Alves

Objetivo Geral: Compartilhar teorias e práticas performáticas que dialoguem sobre os discursos descolonizadores de corpos dissidentes.

Objetivos Específicos: Construir ações artísticas como táticas de guerrilha poética e política que dialoguem com o low-tec e a gambiarra amazônica; Articular redes de compartilhamento.

As performances com questões próximas dos grupos de pessoas ditos como “minorias” envolvem diálogos sobre gênero, sexualidade, raça, etnias, entre outras; e são definidas por Marvin Carlson (2010, p.187-210) como performances de resistência, ou seja, diálogos sobre o self e o reexistir cotidiano de cada indivíduo a partir de um pensamento contra-hegemônico. A arte de guerrilha é uma tática estética e política de combate frente à cisnormatividade, etnocentrismo e tantos outros discursos ditos e não-ditos, como os discursos construídos teorias que se dizem libertadoras, mas perpetuam o colonialismo e são chamadas por Cusicanqui (2010, p. 63-69) como “colonialismo interno”. A proposta desta oficina é a de provocação dos corpos amazônidas para possíveis ações que reconstruam espaços e tempos na rua ou em locais públicos, a partir do pensamento global de combate à intolerância somado ao pensamento local de descolonização a partir da perpectiva de povos tradicionais indígenas e africanos. Esta oficina é destinada a performers ou não, interessados na arte da performance e em usos de tecnologias low-tech e ressignificação de objetos e sucatas para ações imersivas na rua.

minicurso




Minicurso

ANTROPOLOGIA DA PERFORMANCE !!CANCELADO!!

Marcos Alexandre dos S. Albuquerque (UERJ)

Ementa

Diferentemente dos estudos clássicos sobre rituais, o paradigma da performance não procura construir interpretações a partir do conteúdo semântico dos símbolos, pelo contrário, atenta para o temporário, o emergente, a poética, a negociação de expectativas e a sensação de estranhamento do cotidiano. A função poética do ato performático ressalta o modo de expressar a mensagem e não o seu conteúdo. Neste minicurso estudaremos as relações entre teorias do ritual e o campo de estudo das performances. Analisaremos o ato performático como um evento comunicativo no qual a função poética é dominante e onde se produz a sensação de estranhamento em relação ao cotidiano.

No atual contexto pós-colonial e decolonial, o campo da performance deve examinar criticamente os eventos performáticos com relação a recursos estilísticos heterogêneos, significados contextualizados e ideologias conflitantes que emergem em momentos de crises e mudança. Momento onde a dialogicidade, contextualização e intertextualidade são expressão de negociações de poder na promoção e reinvenção das tradições. Desse modo, a análise passa da preocupação com padrões normativos e conteúdos simbólicos para a emergência dos significados na interação social, inclusive em situações específicas que envolvem atores e interesses bastante heterogêneos. Nesta perspectiva, as negociações do poder se realizam através da poética e da política do discurso e da imagem.

Conteúdo Programático

I Parte: Antecessores à constituição do campo da performance.

A troca e o rito (política, objetos, imagens e encenações)

MAUSS, M. (1974) [1923 - 24]. Ensaio sobre a Dádiva. Forma e razão da troca nas sociedades arcaicas. In: Sociologia e Antropologia. v.II. São Paulo: Edusp.

Símbolo e ritual.

VAN GENNEP, Arnold. (2011). Os ritos de passagem. Petrópolis. Editora Vozes.

Ação simbólica.

TURNER, Victor. (2008). Dramas, campos e metáforas. Ação simbólica na sociedade humana. Niterói. EDUFF.

Sociedade e Política: Espetáculo e Rito.

GEERTZ, Clifford. (1980). Capítulo IV – Afirmação política: Espetáculo e cerimônia. In: O Estado-Teatro no século XIX. Lisboa.

______, Clifford. (1989). A Briga de Galos em Bali. In: A interpretação das culturas, Rio de Janeiro: LTC Editora.

A imagem-ritual de Rouch.

GONÇALVES, Marco Antonio. (2008). Filme-ritual e etnografia surrealista: os mestres loucos de Jean Rouch. In: O real imaginado: etnografia, cinema e surrealismo em Jean Rouch. Rio de Janeiro: Topbooks.

QUILICI, Cassiano S. (2004). Antonin Artaud: Teatro e Ritual. São Paulo: Annablume; Fapesp. [Cap. 01 e 04].

Ritual e Transgressão.

GLUCKMAN, Max. “Rituais de Rebelião no sudeste da África”. Série Tradução. 03, UnB, 2011.

A Antropologia da Dança.

SAMAIN, Etienne. Balinese Character (re)visitado. Uma introdução à obra visual de G. Bateson e M. Mead. In ALVES, André Os Argonautas do Mangue. Campinas: ed. UNICAMP, 2004, p. 17-80.

II Parte: A constituição do campo da Performance.

“Como fazer coisas com palavras”.

AUSTIN, John L. 1990. Quando dizer é fazer: palavras e ação. Tradução e apresentação de Danilo Marcondes de Souza Filho. Porto Alegre: Artes Médicas.

Performance e o pós-modernismo.

LANGDON, Esther Jean. (2007). Performance e sua Diversidade como Paradigma Analítico: A Contribuição da Abordagem de Bauman e Briggs. Antropologia em primeira mão. Florianópolis. PPGAS/UFSC.

Fronteiras Étnicas: invenção de tradições e performance.

ALBUQUERQUE, M. (2011). Introdução: A Cena. In: O regime imagético Pankararu: Tradução intercultural na cidade de São Paulo. Tese de Doutorado, PPGAS/UFSC.

Pós-Colonialismo: imagens e alteridade.

SHOHAT, Ella e Robert STAM. 2006. 1: Do eurocentrismo ao policentrismo.” In: Critica a Imagem Eurocêntrica. São Paulo, p11-88.

Performatividade: Estratificações sociais... gênero, raça, classe...

BUTLER, Judith. (2003). Problemas de gênero: feminismo e subversão da identidade. Rio de Janeiro. Civilização Brasileira.

Performance, Teatro,... Rua!

SCHECHNER. R. (2012). A rua é o palco. In: performance e antropologia de Richard Schechner. Rio de Janeiro; Ed. Mauad X, pp. 155-198.

CARDOSO, Vânia Zikán. Narrar o mundo: Estórias do povo da rua e a narração do imprevisível. Mana (Rio de Janeiro), v. 13, p. 317-345, 2007.

Etnoficção

PIAULT, Marc Henri. Real e ficção: onde está o problema? In: KOURY, Mauro Guilherme Pinheiro (org.). Imagem e Memória: ensaios em Antropologia Visual. Rio de Janeiro: Garamond, 2001.

prêmio de fotografia




Os vencedores do III Prêmio de Fotografia
Arthur Napoleão Figueiredo


PRIMEIRO LUGAR
Re-conhecendo a Amazônia Negra: Povos, costumes e influências negras na floresta - Marcela Bonfim

A fotografia em favor da militância – em defesa das populações negras. O projeto “(Re)conhecendo a Amazônia Negra: povos, costumes e influências negras na floresta” é um instrumento de militância das artes visuais, no campo da antropologia visual sobre a memória da população negra amazônica.

Trata-se de uma forma de movimento político em prol de (re)conhecimento do legado e contribuição da população negra amazônica na constituição do tecido sociocultural de Rondônia, da região norte e do Brasil, uma vez que as pesquisas e registros sobre as populações negras se concentram nas especificidades e características das populações das regiões nordeste, centro e sul do país – sem muito destaque para o norte.

 


SEGUNDO LUGAR
Bandeira vermelha, bandeira de todo ano – Pablo Monteiro

"Todo ano tem" . Sinaliza Regina Prado (2007) ao referir-se acerca das festas como forma de manutenção das relações de obrigações e/ou promessas entre membros de "comunidades camponesas" para com santos e encantados. No maranhão os calendários festivos ligados a essa dinâmica sustentam-se em um complexo conjunto de arranjos e rearranjos, elaborados através de uma extensa rede de sociabilidades que envolvem, em grande medida, igrejas católicas e/ou salões e barracões ligados a religiosidade afro-maranhense e em outra escala ; familiares, sacerdotes e/ou até mesmo pela decisão dos encantados. Nesse sentido, As festas grandes são festejos realizados entre nove a treze dias de festas em torno de um santo católico e/ou entidades ligadas à encantaria. Normalmente atribui-se também à figura do Divino Espírito Santo e toda a composição estrutural em que uma festa do Divino Espírito Santo demanda, tais como: fartura de comidas e  presença de um império composto por adultos, jovens e/ou crianças.


MENÇÃO HONROSA
Ela é Mulher! - Jean Souza dos Anjos

A Rainha Pombagira Sete Encruzilhadas é Mulher. É um Exu Mulher que é celebrada sempre nos meses de novembro na Cabana do Preto Velho da Mata Escura, terreiro de Umbanda e Candomblé que tem o Babalorixá Valdo de Iansã como zelador. Os Exus são entidades associadas à sexualidade e à fertilidade. Também são ligados à comunicação e às encruzilhadas. Exus são abridores de caminhos. Na Umbanda, as Pombagiras são mulheres que subvertem a ordem do patriarcado e representam os corpos mais transgressores do mundo espiritual, pois não se submetem ao machismo enraizado da nossa sociedade. A Rainha Pombagira Sete Encruzilhadas governa seus domínios com sua gargalhada, sua doçura, seu gingado e seus afetos. Sobretudo com a sua força de Mulher.

 


MENÇÃO HONROSA
Fotografias do Risco: Barcarena e a tragédia do transbordamento da bacia de rejeitos da Hydro-Alunorte - Cícero de Oliveira Pedrosa Neto

Tomando-se como base as produções antropológicas realizadas nos últimos anos, que dialogam com a teoria social do risco, formulada pelo sociólogo alemão Ulrich Beck, por meio da qual relaciona as transformações do mundo à agência humana sob os efeitos e as promessas da modernidade, a reproduzirem endogenamente a tragédia, o presente ensaio traz consigo a tentativa da captura da atmosfera do trágico que envolveu os moradores circunvizinhos à  bacia de rejeitos da companhia multinacional de beneficiamento de bauxita Hydro-Alunorte, que transbordou em fevereiro de 2018, na cidade de Barcarena-Pará.

 

 

 

COMISSÃO DO JÚRI

Cornélia Eckert

Glauco Machado

João Gigante

Moyses Cavalcante

Alessandro Campos

Shirley Penaforte

 

Lebrando que os vencedorxs deverão enviar as fotografias impressas para que sejam expostas durante o III EAVAAM, seguindo as regras:

• As fotografias devem ser impressas no tamanho 30x45 (ou aproximadamente)

• As mesmas deverão ser enviadas para o endereço (até o dia 14 de setembro de 2018):

Universidade Federal do Pará. Rua Augusto Corrêa 01, Bairro: Guamá, CEP: 66075-110 - Secretaria do PPGSA (Programa de Pós-Graduação de Sociologia e Antropologia) aos cuidados e Rosângela Borges.


 

III Prêmio de Fotografia Arthur Napoleão Figueiredo

Serão premiados dois ensaios fotográficos feitos por antropólogxs, pesquisadorxs e estudantes. O objetivo deste prêmio é incentivar e divulgar a produção fotográfica realizada em pesquisas. Serão aceitos ensaios fotográficos nacionais e internacionais desde que tratem de temas de relevância antropológica e com qualidades estéticas. Para concorrer ao prêmio, inscreva-se no site do evento; feito isso, envie (até 30 de julho de 2018) uma mensagem com o título “Prêmio de fotografia” para o e-mail premioeavaam2018@gmail.com contendo (em anexo) os seguintes arquivos:

1.Um arquivo (em formato PDF, com no máximo 10 MB) contendo o ensaio fotográfico que irá concorrer ao prêmio, de 6 a 10 fotografias numeradas e sem qualquer indicação de autoria;

2.Um arquivo de texto (doc) com o título e uma apresentação do ensaio fotográfico e dx autorx (com no máximo 500 palavras).

Após o resultado da Comissão Julgadora, os vencedorxs deverão enviar as fotografias impressas para que sejam expostas durante o III EAVAAM, seguindo as regras:

• As fotografias devem ser impressas no tamanho 30x45 (ou aproximadamente)

• As mesmas deverão ser enviadas para o endereço (até o dia 14 de setembro de 2018):

Universidade Federal do Pará. Rua Augusto Corrêa 01, Bairro: Guamá, CEP: 66075-110 - Secretaria do PPGSA (Programa de Pós-Graduação de Sociologia e Antropologia) aos cuidados e Rosângela Borges.

 

 *Está vedada a participação de qualquer membro do Grupo de Pesquisas Visagem e da organização do evento.

 

 

exposições




EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA

DESCIDA DO RIO NÍGER

 

Uma exposição de quarenta fotografias, cedida gentilmente pela Fondation Jean Rouch e inédita no Brasil, acompanhadas de textos explicativos da primeira missão de Jean Rouch, a descida do curso do rio Níger em 1947 com Pierre Ponty.

Tudo começou em 1946. Jean Rouch partiu com seus dois amigos Jean Sauvy e Pierre Ponty para fazer a descida do rio Níger de canoa, desde a nascente até o Golfo da Guiné, ao longo de mais de 4.200 quilômetros. A viagem dura cerca de nove meses e Rouch filma as paisagens, a savana, o rio... o cineasta etnólogo nunca deixou de se maravilhar com os meandros deste rio complexo e misterioso que exerceu nele um verdadeiro fascínio. Rouch leva-nos numa belíssima viagem ao centro dos povos da bacia do Níger. Aos aldeões mágicos da aldeia de Wazerbe. Aos pescadores Sorko do Médio Níger, aos Songhay e o culto à água, os Dogons no Mali que celebram o culto dos mortos e comemoram a invenção da palavra. Sociedades sobre as quais vai trazer, através de uma centena de filmes e milhares de fotografias, um olhar distanciado, mas profundo e respeitador das suas identidades culturais e étnicas.

 

Exposição fotográfica dos ensaios vencedores 
III Prêmio de Fotografia Arthur Napoleão Figueiredo


PRIMEIRO LUGAR
Re-conhecendo a Amazônia Negra: Povos, costumes e influências negras na floresta - Marcela Bonfim

A fotografia em favor da militância – em defesa das populações negras. O projeto “(Re)conhecendo a Amazônia Negra: povos, costumes e influências negras na floresta” é um instrumento de militância das artes visuais, no campo da antropologia visual sobre a memória da população negra amazônica.

Trata-se de uma forma de movimento político em prol de (re)conhecimento do legado e contribuição da população negra amazônica na constituição do tecido sociocultural de Rondônia, da região norte e do Brasil, uma vez que as pesquisas e registros sobre as populações negras se concentram nas especificidades e características das populações das regiões nordeste, centro e sul do país – sem muito destaque para o norte.

 


SEGUNDO LUGAR
Bandeira vermelha, bandeira de todo ano – Pablo Monteiro

"Todo ano tem" . Sinaliza Regina Prado (2007) ao referir-se acerca das festas como forma de manutenção das relações de obrigações e/ou promessas entre membros de "comunidades camponesas" para com santos e encantados. No maranhão os calendários festivos ligados a essa dinâmica sustentam-se em um complexo conjunto de arranjos e rearranjos, elaborados através de uma extensa rede de sociabilidades que envolvem, em grande medida, igrejas católicas e/ou salões e barracões ligados a religiosidade afro-maranhense e em outra escala ; familiares, sacerdotes e/ou até mesmo pela decisão dos encantados. Nesse sentido, As festas grandes são festejos realizados entre nove a treze dias de festas em torno de um santo católico e/ou entidades ligadas à encantaria. Normalmente atribui-se também à figura do Divino Espírito Santo e toda a composição estrutural em que uma festa do Divino Espírito Santo demanda, tais como: fartura de comidas e  presença de um império composto por adultos, jovens e/ou crianças.


MENÇÃO HONROSA
Ela é Mulher! - Jean Souza dos Anjos

A Rainha Pombagira Sete Encruzilhadas é Mulher. É um Exu Mulher que é celebrada sempre nos meses de novembro na Cabana do Preto Velho da Mata Escura, terreiro de Umbanda e Candomblé que tem o Babalorixá Valdo de Iansã como zelador. Os Exus são entidades associadas à sexualidade e à fertilidade. Também são ligados à comunicação e às encruzilhadas. Exus são abridores de caminhos. Na Umbanda, as Pombagiras são mulheres que subvertem a ordem do patriarcado e representam os corpos mais transgressores do mundo espiritual, pois não se submetem ao machismo enraizado da nossa sociedade. A Rainha Pombagira Sete Encruzilhadas governa seus domínios com sua gargalhada, sua doçura, seu gingado e seus afetos. Sobretudo com a sua força de Mulher.

 


MENÇÃO HONROSA
Fotografias do Risco: Barcarena e a tragédia do transbordamento da bacia de rejeitos da Hydro-Alunorte - Cícero de Oliveira Pedrosa Neto

Tomando-se como base as produções antropológicas realizadas nos últimos anos, que dialogam com a teoria social do risco, formulada pelo sociólogo alemão Ulrich Beck, por meio da qual relaciona as transformações do mundo à agência humana sob os efeitos e as promessas da modernidade, a reproduzirem endogenamente a tragédia, o presente ensaio traz consigo a tentativa da captura da atmosfera do trágico que envolveu os moradores circunvizinhos à  bacia de rejeitos da companhia multinacional de beneficiamento de bauxita Hydro-Alunorte, que transbordou em fevereiro de 2018, na cidade de Barcarena-Pará.

 

inscrição




contato




Contatos... dúvidas?

contato2018@eavaam.com.br

edições anteriores